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Natal e Réveillon: com quem devem ficar os filhos de pais separados?

A configuração familiar vem mudando de forma significativa ao longo dos anos. Encontrar filhos de pais separados tem se tornado algo cada vez mais corriqueiro. Naturalmente, as famílias se adaptam aos novos modelos e contornam possíveis dificuldades. Com a chegada do fim do ano, porém, os problemas atrelados à separação ficam mais evidentes: com quem as crianças devem passar as festas? Como elas lidam com o fato de passarem o Natal com a mãe e o ano novo com o pai (e vice-versa)?
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Teste: Você está de olho na maneira como seu filho usa a web?

Você está de olho na maneira como seu filho usa a web?

Responda as perguntas abaixo e confira se você anda antenada ou desligada
fale com a redação, atualizada em 11/12/2015

Está cada vez mais raro encontrar uma criança que não acesse a internet, seja na escola, em casa, ou no celular da família. Mas será que os pais estão atentos ao que os filhos fazem em rede? Rodrigo Esteban, coordenador de novas tecnologias do Evolve Colégio Infantil e Berçário elaborou um teste para auxiliar pais e mães sobre como estão agindo.
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Pais que se envolvem na criação dos filhos são mais saudáveis, diz pesquisa

Pais que se envolvem na criação dos filhos são mais saudáveis, diz pesquisa

Bem-estar e sentimento de satisfação completam a vida dos pais ativos na criação dos filhos

Especialistas são unânimes em dizer o quanto os filhos podem se beneficiar da presença dos pais em sua criação. O que pouca gente para pra pensar é o quanto essa relação pode ser revolucionária e do bem para os pais também.
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Como lidar com o ciúme do irmão mais novo

Como lidar com o ciúme do irmão mais novo

Se ser filho único durante a infância pode ser um pouco solitário, ganhar um irmão pode se tornar bastante conturbado. É comum que o até então filho único sinta ciúmes do bebê, o que se coloca como um grande desafio para os pais. E esse desafio se torna ainda maior quando a mulher descobre estar grávida de gêmeos – aí, o ciúme é em dose dupla. No entanto, contornar a situação pode ser mais fácil se os pais conseguirem mostrar ao filho que ele não está sendo substituído e que não perderá atenção. “Mantenha a rotina que ele tinha antes da chegada dos irmãos, assim ele não sentirá que está perdendo ou que diminuiu o amor e os cuidados de seus pais”, sugere Rosângela Hasegawa, diretora do Berçário e colégio Evolve !Link https://colegioevolve.com.br/, de São Paulo.

Evitando o ciúme

Os ciúmes são mais comuns e acentuados em crianças que ainda não frequentam a escola e, portanto, têm suas relações interpessoais restritas ao ambiente familiar. Para evitar que o problema ganhe proporções, os pais devem reservar um tempo exclusivo para o filho mais velho. Além disso, como alerta Rosângela Hasegawa, solicitar a ajuda da criança para cuidar dos gêmeos pode ajudar não só a fazer com que ela se sinta envolvida no processo, como também a desenvolver o laço de amizade entre os irmãos. “Solicitar sua ajuda [da criança] mostra que ela é capaz, que o adulto confia nela”, explica Rosângela. Vale lembrar que a dica também vale para os casos em que a mulher está esperando apenas uma criança.
Uma boa maneira de incluir o irmão mais velho na nova rotina desde cedo é levá-lo às compras para o quarto dos irmãos. Quem dá a dica é o psicólogo clínico Luciano Passianotto !Link http://www.passianotto.com/ , também de São Paulo. Segundo Luciano, depois do nascimento, o mais velho pode até ajudar nos cuidados do bebê. No entanto, é preciso tomar cuidado, dando a ele tarefas condizentes com a sua idade. Uma criança de quatro anos, por exemplo, deve fazer apenas tarefas simples, como explica o especialista. “[O mais velho] Pode dar uma chupeta, distrair o bebê com um chocalho, cantar uma canção de ninar e conversar com seu irmãozinho”.

Retrocesso
Na maioria dos casos, a criança não expressa seu ciúme em palavras, mas sim com mudanças de comportamento. Um dos mais comuns é o retrocesso, quando ela volta a fazer coisas que fazia quando mais nova – tudo para ganhar mais atenção. Nesses casos, a diretora Rosângela sugere que os pais deem atenção à fala do mais velho e mostrem as vantagens que ele possui por ocupar essa posição. “Mostre as vantagens que ele tem por ser “grande” – ter amigos, dormir mais tarde, passear e brincar mais”, ensina a especialista.

R7

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Questão de gênero

 

Questão de gênero – CLAUDIA filhos

O sexo determina diferenças entre meninos e meninas, mas nosso papel é ajuda-los a desenvolver plenamente seu potencial.
Larissa Purvinni

Sim, os seres humanos nascem macho ou fêmea, dependendo da informação genética levada ao óvulo pelo espermatozoide. Essa diferenciação começa em torno da oitava semana de gestação e tem relação com os níveis de testosterona que predominam os meninos, influenciando no desenvolvimento cerebral, nas características sexuais e no comportamento, incluindo atividades como a escolha de brinquedos. “Algumas características podem ser mais evidentes em um sexo do que no outro, como capacidade de localização, habilidade matemática e coordenação motora nos meninos e na empatia e habilidades de linguagem nas meninas. Essas evidências são fruto das diferenças sutis entre o cérebro de meninos e o de meninas, quer seja através de ligações entre as diversas áreas corticais, e em virtude do código genético de cada gênero, quer seja da ação de hormônios no período gestacional, e depois no período da adolescência. A criação favorece ou reprime a expressão de habilidades de qualquer indivíduo e influencia a sua manifestação”, afirma Adriana Ladeira Cruz, neuropediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Já na 26ª semana de gestação é possível diferenciar o cérebro do feto masculino do cérebro do feto feminino a olho nu. Ao mesmo tempo, hoje é possível saber o sexo do bebê já na oitava semana de gestação e, a partir daí, começar a formar expectativas sobre como será aquela criança. A empresária Barbara Saleh atribui as diferenças notadas durante os nove meses ao temperamento mostrado até hoje pelos filhos, Kassem, 6, e Sueli, 2. “O Kassem era mais agitado, chutava mais. Já a Sueli era mais quieta. Quanto à amamentação, meninos sugam mais forte, e meninas são mais delicadas”, diz.
O célebre zoólogo Desmond Morris, no livro Meu Bebê: A Incrível capacidade de Evoluir Tanto em Tão Pouco Tempo, explica que, enquanto o cérebro masculino é maior do lado esquerdo, o feminino é levemente maior do direito. Considerando-se que o lado esquerdo se ocupa de pensamentos analíticos, enquanto o direito está relacionado com o pensamento intuitivo e a criatividade, pode ser que o mito sobre a intuição feminina tenha fundamento.
Com respostas emocionais, em geral as mulheres usam o córtex cerebral. Os homens recorrem a uma parte mais “antiga” do cérebro, a amígdala. Segundo Morris, estudos mostram que uma onda de testosterona na infância aumenta a amígdala, tornando-a visivelmente maior nos meninos. Resumindo: desde antes no nascimento, o cérebro masculino e o feminino têm estruturas, organização e operação diferentes.
Morris explica que as diferenças entre meninos e meninas datam tempos pré-históricos. “Enquanto os machos saíam em busca de alimento, as fêmeas faziam quase todas as demais tarefas e eram o centro da sociedade tribal. ” Conforme os machos se especializavam na caça, ficavam maiores e mais fortes, o que resultou em meninos maiores e mais pesados. Não à toa, ainda hoje as marcas olímpicas de homens e mulheres, numa modalidade esportiva em que ambos treinem o mesmo número de horas, são sempre diferentes, porque se baseiam numa vantagem biológica inicial que o treino não consegue superar, lembra Lisley Amado, psicopedagoga e coordenadora do Colégio Evolve, de São Paulo.

 

Questão de gênero

EvolveClaudia

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Criança que beija os pais na boca desperta para o sexo mais cedo?

Criança que beija os pais na boca desperta para o sexo mais cedo?

Selinho nos filhos: pode ou não pode?

Uma psicóloga americana causou polêmica ao afirmar que beijo na boca entre pais e filhos deve ser evitado, pois seria um hábito muito sexual. Charlotte Reznick diz que crianças que recebem selinho dos pais, mesmo sendo um ato completamente inocente, podem tentar fazer o mesmo na escola, com os coleguinhas.

O hábito é diferente em cada país, de acordo com sua cultura. No Brasil, por exemplo, é menos comum. Isso faz com que exista uma certa estranheza por parte de alguns adultos, que interpretam o ato como algo sexualizado e imaginam que as crianças o verão também desta forma. Até mesmo entre especialistas o assunto gera polêmica.

Opinião contra

A psicopedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil, em São Paulo, ressalta que tudo deve acontecer na medida certa e com limites, para que seja saudável. “Beijar a criança na boca, tomar banho junto e dormir na mesma cama, agarradinhos, dependendo como é essa brincadeira, poderá sim está estimulando e desenvolver a erotização precoce”, alerta.

Segundo ela, a criança poderá sim considerar isso como natural e vir a fazer em outros adultos, o que não será correto. A orientação é explicar para que na família existe um casal que tem seus papéis, pai e mãe que namoram, dormem juntos e beijam na boca, mas a criança tem outro papel, o de filho. “Tudo deve ser colocado delicadamente, explicando o papel de cada um na família e colocando os limites. O carinho transmitido pelo tocar, massagear, abraçar e beijar os filhos é muito saudável e importante na sua formação, mas nada que seja semelhante aos toques, abraços e beijos que são trocados entre seus pais”, diz.

Ela destaca também a questão da saúde. “Nas relações entre pais e filhos quanto mais diálogo, carinho e contato melhor. Mas as crianças são muito vulneráveis, têm baixa imunidade para contágios e o beijo na boca, além de não ser adequado, pode ser um fator de transmissão de bactérias e vírus. Bebês e crianças pequenas não têm defesas para isso. E beijar a criança na boca não a fará ficar mais próxima do pai ou da mãe”, explica.

Opinião a favor

Já a psicóloga Cynthia Wood, da Clínica Crescendo e Acontecendo, também em São Paulo, acredita que o hábito não cause nenhum problema. “O selinho dado pelos pais nos filhos é um costume de algumas famílias e uma expressão de carinho sem conotação sexual. Essas crianças não têm as experiências que liguem essa demonstração de afeto com sua sexualidade, portanto não despertam uma sexualização precoce”, afirma.

Bolsa de Mulher

BeijoEvolve

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Como escolher o berçário para o seu filho?

Como escolher o berçário para o seu filho
A decisão de colocar o filho no Ensino Infantil não é nada fácil. Separar-se da criança ou até mesmo do bebê é, em muitos casos, doloroso para os pais. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil – que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.

“Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível”, afirma Ana Cássia.

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.

Estímulos e desenvolvimento
Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm “pena” de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais – que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo – a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, em São Paulo, explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais – quando as cuidadoras cantam para as crianças.

O Colégio trabalha com um sistema que permite tanto que os pais deixem os filhos todos os dias no colégio quanto em dias específicos. Para Lisley Amado, coordenadora pedagógica do Evolve, quanto maior a frequência da criança melhores os resultados alcançados, já que é necessária uma adaptação às cuidadoras e ao ambiente, além da vivência de um projeto, possibilitando o desenvolvimento de forma mais ampla.

Escolas especializadas
O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil – ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. “É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola”, compara a especialista.

No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante – que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. “O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe”, diz Lisley Amado, coordenadora do Evolve.

http://criandocriancas.blogspot.com.br/2015/08/como-escolher-o-bercario-para-o-seu.html

Como escolher o berçário para o seu filho

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Como ensinar seu filho a ser altruísta

Como ensinar seu filho a ser altruísta

Estudos indicam que solidariedade é uma característica desenvolvida, não inata; saiba como incentivar seu filho a esse comportamento.

O altruísmo, entendido como a inclinação a ajudar os outros, gera inúmeros debates entre o meio científico. Seria essa uma característica inata ou algo que desenvolvemos ao longo da vida? De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o mais provável é que a segunda opção esteja correta.

O estudo foi realizado com 34 bebês entre um e dois anos de idade e refutou uma pesquisa anterior que defendia que mesmo crianças nessa idade já apresentavam características altruístas.

Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, um pesquisador sentava-se junto à criança e rolava uma bola para frente e para trás, interagindo com ela. Já no segundo, havia duas bolas, uma para o bebê e uma para o pesquisador que, propositalmente, deixava que ela escapasse, para observar se a criança teria a iniciativa de ajudá-lo.

Os resultados do estudo demonstraram que as crianças do primeiro grupo, que brincavam com o pesquisador, tiveram probabilidade três vezes maior de ajudar do que as do segundo grupo, sugerindo que o altruísmo depende do estabelecimento de uma relação.

Desenvolvendo o altruísmo

Se o altruísmo não é uma característica inerente ao ser humano, isso significa que ele pode ser desenvolvido com o tempo. Segundo a psicopedagoga e diretora do Colégio Evolve, Rosângela Hasegawa, os pais exercem grande influência nesse processo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade, vão, aos poucos, interiorizando nas crianças posturas e virtudes”, afirma.

Por esse motivo, os pais devem buscar dar sempre bons exemplos, da mesma forma que devem evitar o incentivo a atitudes egoístas. “Quando, por exemplo, a criança traz um brinquedo quebrado de volta para casa, ela é cobrada por não cuidar das suas coisas. Numa próxima situação, a criança temerá que os amigos quebrem seu brinquedo”, explica Rosângela.

Para mostrar ao filho que o altruísmo é algo positivo, Rosângela Hasegawa sugere o incentivo ao compartilhamento dos brinquedos da criança, dizendo que o colega ficará contente em brincar com ele, ao passo que uma negativa significará deixá-lo triste. Livros que tratem do altruísmo também são indicados, e, acima de tudo, os pais devem adotar eles mesmos atitudes altruístas, como praticar doações. “Somos o exemplo e mostramos o quanto a pessoa que recebeu a caridade ficará feliz ao poder se alimentar, brincar, usar roupas e calçados novos.”

O que não é indicado, porém, é forçar a criança a adotar esse tipo de atitude. Segundo Rosângela, o ato de obrigar a criança a adotar essa postura faz com que ela não entenda o verdadeiro sentido da ação, associando a caridade a sentimentos negativos. “O que ficará marcado, nestes casos, será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada”, ressalta.

http://chrisflores.net/comportamento/24/materia/4921/solidariedade.html

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Medo do escuro: 8 dicas para ajudar seu filho

Medo do escuro: 8 dicas para ajudar seu filho

O medo da criança precisa ser respeitado.

Para algumas famílias, é rotina: o dia transcorre normalmente para os filhos, mas, chega a noite e, com ela, o medo do escuro. Na hora de dormir, só se for com o abajur ou, ainda, na cama dos pais, com alguma luz acesa por perto. Para passar a noite na casa da avó ou de um amigo é preciso planejar a presença de um dispositivo de luz por perto. O medo do escuro é comum na primeira infância, mas é possível ajudar a criança a sair mais cedo dessa situação que, sim, pode ser bastante aterrorizante para a criança e não deve nunca ser desrespeitada.

Para a pedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil, “o medo sentido pelas crianças é natural, pois vai ajudá-las a lidar com novas experiências e, ao mesmo tempo, protegê-las dos perigos”. É uma fase que costuma desaparecer por volta dos 6 anos, quando a criança passa a se sentir mais segura com seu entorno. Medos exagerados ou incapacitantes devem receber maior atenção. “Se preciso, os pais devem solicitar ajuda e ou orientação de profissionais especializados”, diz a pedagoga, que elaborou 8 dicas abaixo para ajudar os filhos a lidar com o medo da escuro.
1.Respeite o sentimento demonstrado pela criança, ou seja, o medo;
2.Mostre que é normal e que os adultos também conhecem esse sentimento;
3.Ouça a criança, explique o que está acontecendo e explore as diferentes formas de interpretar a situação;
4.Use objetos de estimação nas situações assustadoras, pois eles podem passar a sensação de proteção;
5.Coloque um abajur no quarto e, quando a criança adormecer, apague a luz;
6.Brinque usando um “faz de conta”, a partir das próprias fantasias, ou seja, crie histórias positivas com sombras na parede, com o barulho do balanço dos galhos das árvores, os latidos dos cachorros etc;
7.Não transmita seus próprios medos, reforçando o sentimento da criança;
8.Preste atenção no dia a dia da criança, verificando se o medo não está interferindo na rotina.

Seu filho tem medo na hora de dormir? Como você lida com isso?

https://piccolouniverse.com/pt/amar/2088-medo-do-escuro-8-dicas-para-ajudar-seu-filho

A fearful child

A fearful child

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