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Natal e Réveillon: com quem devem ficar os filhos de pais separados?

A configuração familiar vem mudando de forma significativa ao longo dos anos. Encontrar filhos de pais separados tem se tornado algo cada vez mais corriqueiro. Naturalmente, as famílias se adaptam aos novos modelos e contornam possíveis dificuldades. Com a chegada do fim do ano, porém, os problemas atrelados à separação ficam mais evidentes: com quem as crianças devem passar as festas? Como elas lidam com o fato de passarem o Natal com a mãe e o ano novo com o pai (e vice-versa)?
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Pais que se envolvem na criação dos filhos são mais saudáveis, diz pesquisa

Pais que se envolvem na criação dos filhos são mais saudáveis, diz pesquisa

Bem-estar e sentimento de satisfação completam a vida dos pais ativos na criação dos filhos

Especialistas são unânimes em dizer o quanto os filhos podem se beneficiar da presença dos pais em sua criação. O que pouca gente para pra pensar é o quanto essa relação pode ser revolucionária e do bem para os pais também.
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Como lidar com o ciúme do irmão mais novo

Como lidar com o ciúme do irmão mais novo

Se ser filho único durante a infância pode ser um pouco solitário, ganhar um irmão pode se tornar bastante conturbado. É comum que o até então filho único sinta ciúmes do bebê, o que se coloca como um grande desafio para os pais. E esse desafio se torna ainda maior quando a mulher descobre estar grávida de gêmeos – aí, o ciúme é em dose dupla. No entanto, contornar a situação pode ser mais fácil se os pais conseguirem mostrar ao filho que ele não está sendo substituído e que não perderá atenção. “Mantenha a rotina que ele tinha antes da chegada dos irmãos, assim ele não sentirá que está perdendo ou que diminuiu o amor e os cuidados de seus pais”, sugere Rosângela Hasegawa, diretora do Berçário e colégio Evolve !Link https://colegioevolve.com.br/, de São Paulo.

Evitando o ciúme

Os ciúmes são mais comuns e acentuados em crianças que ainda não frequentam a escola e, portanto, têm suas relações interpessoais restritas ao ambiente familiar. Para evitar que o problema ganhe proporções, os pais devem reservar um tempo exclusivo para o filho mais velho. Além disso, como alerta Rosângela Hasegawa, solicitar a ajuda da criança para cuidar dos gêmeos pode ajudar não só a fazer com que ela se sinta envolvida no processo, como também a desenvolver o laço de amizade entre os irmãos. “Solicitar sua ajuda [da criança] mostra que ela é capaz, que o adulto confia nela”, explica Rosângela. Vale lembrar que a dica também vale para os casos em que a mulher está esperando apenas uma criança.
Uma boa maneira de incluir o irmão mais velho na nova rotina desde cedo é levá-lo às compras para o quarto dos irmãos. Quem dá a dica é o psicólogo clínico Luciano Passianotto !Link http://www.passianotto.com/ , também de São Paulo. Segundo Luciano, depois do nascimento, o mais velho pode até ajudar nos cuidados do bebê. No entanto, é preciso tomar cuidado, dando a ele tarefas condizentes com a sua idade. Uma criança de quatro anos, por exemplo, deve fazer apenas tarefas simples, como explica o especialista. “[O mais velho] Pode dar uma chupeta, distrair o bebê com um chocalho, cantar uma canção de ninar e conversar com seu irmãozinho”.

Retrocesso
Na maioria dos casos, a criança não expressa seu ciúme em palavras, mas sim com mudanças de comportamento. Um dos mais comuns é o retrocesso, quando ela volta a fazer coisas que fazia quando mais nova – tudo para ganhar mais atenção. Nesses casos, a diretora Rosângela sugere que os pais deem atenção à fala do mais velho e mostrem as vantagens que ele possui por ocupar essa posição. “Mostre as vantagens que ele tem por ser “grande” – ter amigos, dormir mais tarde, passear e brincar mais”, ensina a especialista.

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Como escolher o berçário para o seu filho?

Como escolher o berçário para o seu filho
A decisão de colocar o filho no Ensino Infantil não é nada fácil. Separar-se da criança ou até mesmo do bebê é, em muitos casos, doloroso para os pais. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil – que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.

“Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível”, afirma Ana Cássia.

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.

Estímulos e desenvolvimento
Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm “pena” de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais – que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo – a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, em São Paulo, explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais – quando as cuidadoras cantam para as crianças.

O Colégio trabalha com um sistema que permite tanto que os pais deixem os filhos todos os dias no colégio quanto em dias específicos. Para Lisley Amado, coordenadora pedagógica do Evolve, quanto maior a frequência da criança melhores os resultados alcançados, já que é necessária uma adaptação às cuidadoras e ao ambiente, além da vivência de um projeto, possibilitando o desenvolvimento de forma mais ampla.

Escolas especializadas
O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil – ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. “É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola”, compara a especialista.

No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante – que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. “O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe”, diz Lisley Amado, coordenadora do Evolve.

http://criandocriancas.blogspot.com.br/2015/08/como-escolher-o-bercario-para-o-seu.html

Como escolher o berçário para o seu filho

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A importância de pedir ajuda para cuidar do recém-nascido

A importância de pedir ajuda para cuidar do recém-nascido

Veja também como o pai do bebê e seus familiares podem ajudar nos cuidados com o recém-nascido.

Contar com a ajuda do marido e familiares para cuidar do recém-nascido é essencial. Afinal, cuidar de um recém-nascido não é fácil, é preciso acordar com frequência, se adaptar à amamentação, à nova rotina e muito mais. “A mãe está no pós-parto e tem que lidar com muitas mudanças ao mesmo tempo. Como por exemplo as hormonais, que pode levar a um quadro de depressão agravado pela falta de sono. A própria alteração do período de sono. O novo papel que ela tem que desempenhar como mãe de um recém-nascido. E por aí vai…”, observa psicopedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil.

Com a ajuda de outras pessoas a mãe consegue encontrar tempo para cuidar de si mesma e descansar. Quando a mãe descansa um pouco, ela consegue recuperar as energias dos momentos de tensão e expectativas vividos no final da gestação e no parto. Até mesmo a produção de leite pode melhorar.

Como os outros podem ajudar

Desde a gestação é importante que a futura mamãe tenha consciência de que não há problemas em pedir ajuda e que ela não será uma mãe pior por causa disso.“Ela já deve ter em mente que não precisa ser uma supermãe e dar conta de tudo sozinha”, observa Rosângela Hasegawa.

A ajuda do pai

O pai do seu filho deve ser um grande aliado nos cuidados com o bebê desde o nascimento. A única coisa que os pais não podem fazer é amamentar, contudo, eles podem realizar a troca de fraldas, o banho, colocar para dormir, fazer massagens,dar colo e conversar com o bebê. “Combine com o pai do bebê coisas que ele possa fazer. Lembrando que ele é o pai e tem responsabilidade sobre aquele pequeno ser”, destaca Rosângela Hasegawa. Saiba mais sobre a importância da relação entre pai e bebê aqui. Apesar de não poderem amamentar, os pais podem ajudar a mãe na amamentação, veja como aqui.

Ajuda dos familiares

Caso seja possível é interessante que a sua mãe, sogra ou outro familiar com experiência em cuidar de bebês fique um tempo na casa da nova mamãe ou que a nova mamãe fique um tempo na casa deste familiar. “Elas criaram os pais do bebê em questão, mal ou bem sabem o que fazer. Também são interessantes os cursos de gestante oferecidos pelas maternidades”, diz Rosângela Hasegawa.

Caso seus familiares morem por perto, você pode pedir para eles passarem na sua casa em momentos cruciais, por exemplo, quando você quer tomar um banho ou na hora do almoço. “No que ela puder ter ajuda para cuidar de si em seus cuidados básicos, melhor. Estará mais disponível e descansada para cuidar do bebê”, destaca Rosangela Hasegawa. Desde este primeiro contato entre avós e netos é importante que os avós entendam seu papel e não tentem interferir na criação dos netos, especialmente quando seus posicionamentos são divergentes e podem gerar conflitos. Saiba mais sobre o papel dos avós aqui.

Por fim, é essencial falar sobre como está se sentindo para seu companheiro, familiares ou amigos. Não tenha medo de comunicar essas pessoas sobre as necessidades que está sentindo. Veja dicas de como descansar nos primeiros dias com o recém-nascido aqui.

http://bebemamae.com/materias/a-importancia-de-pedir-ajuda-pra-cuidar-do-recem-nascido

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Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

Sorrir estimula e incentiva ainda mais esse comportamento, segundo pedagoga. Confira orientações.

Você está com sua criança em algum local e, sem mais nem menos, ela solta um palavrão e logo na frente de outras pessoas. Entre a surpresa e a vergonha do momento, você repreende a criança e até a ameaça com algum castigo caso isso aconteça novamente. Existem estratégias que podem ajudar a criança a perder o interesse em utilizar essas palavras inadequadas. Uma delas, segunda a coordenadora pedagógica do Colégio Evolve, Lisley Amado, é evitar achar graça e sorrir quando a criança falar um palavrão.

“Muitos pais e mães cometem o erro de achar ‘engraçadinho’ a criança falar um palavrão. O problema é que, quando sorriem, estimulam e incentivam ainda mais esse comportamento”, opina.

Na avaliação da psicóloga e psicopedagoga clínica Cynthia Wood, muitas vezes a criança fala um palavrão para chamar a atenção dos pais e mães e, quanto mais estes a retrucam, mais a criança aumenta a quantidade de palavrões na tentativa de provocar. “Neste caso, tanto pais quanto mães devem verificar o porquê disso estar acontecendo”, observa.

O que fazer quando sua criança fala um palavrão pela primeira vez ou não abandona esse hábito de forma alguma?

http://www.tempodemulher.com.br/amor-e-sexo/pais-e-filhos/pais-e-maes-devem-evitar-achar-graca-quando-a-crianca-falar-um-palavrao_-saiba-o-que-fazer-

 

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

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Atitudes altruístas trazem benefícios à saúde das crianças

Atitudes altruístas trazem benefícios à saúde das crianças, revela estudo.

Especialistas constataram também que filhos de famílias mais ricas são menos propensos a atos generosos.

Pode soar clichê, mas é verdade: fazer o bem faz bem. E isso é cientificamente comprovado. Pesquisas anteriores já haviam constatado os benefícios psicológicos e até físicos provocados por um comportamento generoso em adultos, mas, pela primeira vez, um estudo publicado no periódico americano Association for Psychological Science comprovou que crianças com atitudes altruístas têm benefícios que se refletem na saúde.

Você está criando um filho materialista?

A pesquisa foi realizada com 74 crianças em idade pré-escolar – na média, os participantes tinham 4 anos. Em um primeiro momento, os pesquisadores brincaram com os pequenos, um por vez, e explicaram que eles ganhariam moedas, que poderiam ser trocadas por presentes ao final. Com a autorização dos pais, os pesquisadores fixaram eletrodos no torso das crianças, com o intuito de monitorar os sinais fisiológicos, incluindo os batimentos cardíacos e o tônus vagal, indicador do funcionamento do sistema nervoso parassimpático. O nervo vagal se conecta com o cérebro e outros órgãos e, por isso, sua atividade serve com um medidor das respostas fisiológicas ao estresse. Ter o tônus vagal alto significa que a pessoa está se sentindo calma e segura, o que refelete em melhor saúde física, comportamento e habilidades sociais entre as crianças. No finalzinho da visita, as crianças tiveram a oportunidade de doar algumas de suas moedas para uma criança doente, que na verdade era apenas uma personagem inventada para o estudo.

Durante a experiência, os pesquisadores analisaram o tônus vagal das crianças em três momentos: instrução, quando elas foram informadas de que teriam as moedas; decisão, quando podiam escolher fazer a doação; e na conclusão, quando os pesquisadores entravam de novo na sala e fecharam a caixas de moedas sem espiar.

Os pesquisadores constataram que as crianças que doaram moedas tiveram uma maior flexibilidade no tônus vagal, o que indica uma melhor regulação fisiológica. No final do experimento, a doação em si foi associada a um tônus vagal mais alto. “Nossas descobertas sugerem que o fomento de tendências altruístas pode ser um caminho para a promoção de uma melhor saúde e bem-estar para todas as crianças”, conclui o líder da pesquisa, Jonas Miller, da Universidade da California Davis.

Quem muito tem…

Em uma segunda etapa, os pesquisadores se concentraram na relação entre a situação socioeconômica da família das crianças que participaram da experiência e a quantidade de moedas doadas por cada uma delas. Os pesquisadores observaram que crianças que pertenciam a famílias mais ricas foram menos generosas. “Isto mostra que certos aspectos da cultura do alto status socieconômico que têm sido observados em adultos, tais como aumento do foco em si mesmo e a diminuição da sensibilidade social , também podem estar presente em crianças a partir dos 4 anos de idade “, comentou Miller.

Como fazer do seu filho uma criança mais altruísta

Independente da situação social e financeira da família, os pais devem ter em mente que a generosidade pode ser ensinada, assim como se ensina a falar, a ler ou a contar. Aprender a ser altruísta na infância pode trazer muitos benefícios no futuro. “A atitude altruísta propicia o desenvolvimento de uma pessoa mais flexível e sensível ao outro, minimizando os efeitos corrosivos do egoísmo e da competição tão presentes na atualidade”, explica a psicóloga Isabel Abreu, do Colégio Mopi.

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A melhor maneira de estimular seu filho desde cedo a ter um comportamento mais solidário é por meio do seu próprio exemplo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade vão aos poucos interiorizando nas crianças posturas e virtudes que são presenciadas desde a primeira infância”, explica a pedagoga Jurema Esteban, diretora do Colégio Evolve (SP). No dia a dia, os pais podem incentivar a criança a perceber como o outro se sente e como certas atitudes que partem dela têm o poder de fazer alguém de sentir feliz – como emprestar um lápis ao colega, doar um brinquedo para crianças carentes e ajudar nas tarefas de casa. Agora no inverno, que tal pedir a ajuda do seu filho para separar as roupas que ele já não usa, ou que não lhe servem, para doação?

Os livros infantis também podem ajudar nesse processo. “A leitura de histórias que exemplificam o comportamento altruísta deve ser bastante estimulada. Narrativas lúdicas e divertidas podem transmitir crenças e valores que ajudam a criança a criar empatia pelos outros e a entenderem como as outras pessoas se sentem”, comenta a psicóloga. Converse sempre com o seu filho propondo que ele se coloque no lugar do personagem, dos amigos, dos irmãos: “Você ia gostar se você fosse na casa do seu amigo e ele não deixasse você brincar com nenhum brinquedo dele? Você ia ficar feliz ou chateado?”. A criança sabe a resposta e a partir de seus próprios sentimento pode fazer esse exercício de alteridade.

Mas é meu!

Se a criança mostrar que não está disposta a ajudar o amigo ou a doar alguma coisa sua em determinado momento, é melhor não insistir. “Nunca devemos forçar a criança a adotar atitudes altruístas, pois ela não estará aprendendo o verdadeiro sentido de sua ação, e o que ficará marcado neste caso será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada. Com esse sentimento construído ficará mais difícil de conseguirmos sensibilizá-la futuramente”, explica Jurema. Se seu filho tiver separado um brinquedo para doar e se arrepender na última hora, não force. Encontre algo para doar que não seja dela, pode até ser comprado, e reforce o exemplo positivo, ressaltando como a pessoa que vai receber o presente ficará feliz.

http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2015/07/atitudes-altruistas-trazem-beneficios-saude-das-criancas-revela-estudo.html

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