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Ensino híbrido, pós pandemia.

Refletindo sobre a tecnologia, que ganhou centralidade na comunicação, durante a pandemia, e se tornou ferramenta para a aprendizagem, acreditamos que a escola incorporará parte do que aprendeu nesse período. A tendência é termos uma escola com ensino híbrido.

Para este ano, a escola particular está focada em terminar o ano, e dar as condições necessárias para os seus estudantes seguirem em frente. Para o próximo ano, é cedo para definir, mas teremos outra escola, outro serviço, outro novo normal. Será outro grande desafio.

Como será a educação pós-pandemia? Em uma tentativa de estabelecer um panorama com diversas opiniões, acompanhem falas de especialistas para conhecer diversas perspectivas e expectativas para o campo educacional pós-pandemia.

“Acredito que teremos um modelo misto de educação. Isso não significa que todo mundo migrará para o EAD. Tudo o que estamos passando é um grande experimento de um EAD forçado em todos os níveis da educação. Com essa fase de experimentação, é possível termos uma ideia de como seria o mundo 100% on-line, mas também estamos descobrindo os percalços, a parte ruim da falta de convívio.  Genuinamente, o futuro da educação será um híbrido do que era o mundo pré-pandemia com o período pandêmico”.

“A crise atual pode ajudar na evolução dos modelos de aprendizado para que deixem de ser limitados no espaço e no tempo. No futuro, você poderá aprender onde e quando quiser, pois, o acesso à conectividade e à educação serão direitos universais e o papel do professor será amplamente habilitado pelo uso de novas tecnologias. A educação terá um modelo híbrido com o melhor dos dois mundos: a experiência vivencial da escola e a riqueza de recursos on-line. A escola terá seu papel consolidado como um ambiente de aprendizado, socialização e comunicação em que o aluno vai encontrar colegas e professores que se importam com sua educação integral como parte da família estendida”.

“O ensino a distância chegou de forma definitiva para a Educação Básica e agora todas as escolas necessitam ter ao menos uma solução que funcione remotamente. O futuro está em soluções híbridas, que valorizam o professor, a troca com o aluno e também garantem a qualidade no conteúdo aplicado.

“A educação do futuro deve ser essencialmente uma educação digital e ambiental. As futuras gerações necessitarão de um conhecimento profundo dos recursos ambientais e de como geri-los. Além do conhecimento sobre todo o universo e a cultura digital na qual estão inseridas. Criar um diálogo entre esses dois saberes – o digital e o ambiental – parece ser o grande desafio da educação do futuro pós-pandemia. A Covid-19 não é só um problema de saúde. É também um problema ambiental. A medida que novos vírus começam a surgir no ecossistema e os modelos de sociedade superpopulosos, com grandes aglomerações se tornam epicentro dos surtos de transmissão, uma nova organização da sociedade, do espaço urbano e uma nova educação de cidadãos se fazem necessários. ”

“Vejo no cenário pós-pandemia uma oportunidade sem precedentes para as instituições de ensino. O momento de se abrir para o novo. A pergunta que as escolas devem se fazer é: Como incorporar o que foi aprendido durante a pandemia para redesenhar sua estratégia futura? Como vamos mudar nossa forma ensinar e aprender? A pandemia da Covid-19 foi a catapulta das tendências que vinham aparecendo, provocando uma grande aceleração. Cabe às escolas discutir com agilidade, mas sem perder a profundidade, essas tendências e reescrever suas estratégias para um futuro que chega mais cedo. No currículo, devemos formar indivíduos capazes de solucionar problemas complexos, pensar de forma criativa e ter flexibilidade cognitiva, focando em competências socioemocionais.”

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Impactos da pandemia na Educação…blended learning!

A análise do Fórum Econômico Mundial sobre os possíveis impactos da pandemia na educação, revela uma mudança imediata: milhões de pessoas no planeta estão sendo educadas graças à brecha digital que trouxe novas abordagens pedagógicas via uso de tecnologias. Implementada como alternativa às salas de aula fechadas, essa via tecnológica conferiu inovação educacional a um setor que sempre resistiu aos ventos da mudança; sempre investiu em um modelo de aulas expositivas.

 Para conceituar melhor, essa modalidade integra as melhores práticas educacionais off-line e on-line; em inglês, inclusive, é reconhecido pelo termo “blended learning” – em livre tradução, misturar o processo de aprender. Nessa metodologia, há momentos em que o aluno estuda sozinho, aproveitando ferramentas on-line; em outros, a aprendizagem acontece de forma presencial, valorizando a interação entre alunos e o professor.

Os alunos deste século, os nativos digitais, estão imersos no mundo virtual – embora nem sempre com as competências e conhecimentos necessários para identificar seus riscos e suas oportunidades. É neste espaço digital que está a própria linguagem, a forma de expressão, as interações e, principalmente, as próprias fontes de informação. Neste sentido, o Ensino Híbrido traz para a sala de aula a realidade desta nova geração.

Neste momento que vivemos – no qual o presencial foi substituído pelo virtual –, ferramentas on-line como Hangouts Meet e Zoom têm servido a um momento síncrono e propiciado a facilidade na integração e troca maior entre alunos e professores; uma forma de vencer limitações impostas pelo contexto. Vimos escolas se adaptando, numa corrida desenfreada, para minimizar o impacto do distanciamento social no processo de aprendizagem e no ano letivo dos estudantes. Esse fato deixou evidente que estabelecimentos de ensino conectados com soluções tecnológicas têm mais capacidade de adaptação e também de adotar a mesma linguagem dos estudantes.

A tecnologia, que assumiu esse papel importante mesmo em escolas mais tradicionais, provavelmente manterá essa relevância na educação dentro da sala de aula.

Portanto, nesse exercício de enxergar o impacto da pandemia na educação no Brasil, acreditamos  que haverá a diminuição das aulas mais tradicionais e expositivas – elas devem ser substituídas por aquelas que trazem o estudante para o centro do processo de ensino; que são mais ativas; que falam a linguagem do estudante.

O aprendizado propiciado pelo Ensino Híbrido é mais personalizado, mais dinâmico. E, o mais importante, confere a pais e professores a possibilidade de acompanhar o processo de aprendizado e engajamento do aluno.

A partir dessas evidências, os educadores conseguem fazer intervenções mais rápidas. Interessante notar que o contexto das aulas online – que levou a sala de aula para dentro de casa, forçaram as famílias a acompanharem mais de perto o processo de educação das crianças e adolescentes.

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Desafios para as escolas na pandemia e pós pandemia

A pandemia tem trazido inúmeros desafios para a Educação, junto a eles a necessidade de adaptações, reflexões, ressignificações, mas, ao mesmo tempo, tem permitido oportunidades de aprendizagens em diferentes sentidos.

Não há dúvidas de que a educação terá muito a ganhar quando tudo isso acabar, pois de um modo rápido, criativo e competente conseguiu, reinventar seu trabalho presencial, tão repleto de interações sociais, de relações próximas, ‘do olho no olho’, transformando-o em algo virtual, mediado por computadores, tablets e celulares.

Dentre os principais legados que serão deixados após este período e, certamente, trarão impactos importantes destacamos: a imersão na cultura digital, o uso de novas tecnologias, somadas à possibilidade dos professores ampliarem suas estratégias de ensino, criando aulas interessantes e atrativas, bem como o planejamento de novas e diferentes possibilidades de interação, capazes de garantir o seu protagonismo e de seus alunos, adicionadas à construção de uma relação ainda mais próxima entre educadores e famílias.

Junto a eles, virão novos desafios, especialmente quando pensamos em como nos reconectaremos com as pessoas depois de tanto tempo de isolamento, como organizaremos nossos espaços físicos no retorno às aulas, como cuidaremos das questões emocionais e dos sentimentos que uma situação tão preocupante como esta traz. Acreditamos que as mudanças serão para melhor e todo este período, por mais intenso e doloroso, colocará a escola em outra condição em seus processos de ensino, de aprendizagem e, principalmente, no modo como as relações e interações acontecerão daqui pra frente.

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Como ficará a escola pós pandemia?

O primeiro semestre de 2020 foi palco de rupturas abruptas sem precedentes em todas as camadas sociais. A pandemia do novo coronavírus instaurou, rapidamente, mudanças que atravessaram a vida de todos pelo mundo, afetando – diretamente – todos os espaços de sociabilidade. Diante de tantas alterações e reestruturações, questionamentos e incertezas emergem novos olhares sobre fluxos, vivências e experiências cotidianas.

Neste momento de tantas incertezas, projetar como será a educação daqui para frente é algo complexo e, talvez, a única certeza que tenhamos é que, definitivamente, a educação não será mais a mesma após este período

Dessa forma, gestores, especialistas e empresários do setor articulam possíveis caminhos para um contexto pós-pandemia, repensando a utilização de tecnologias, metodologias pedagógicas e  relações socioemocionais,

 O momento é do ‘Re’: reinventar, repensar, refazer, ressignificar, reconstruir, remodelar. Professores e alunos valorizarão de maneira mais intensa uns aos outros, a parceria entre família e escola será mais efetiva e a delimitação dos conteúdos, de fato, essenciais será revista.

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Educação: os riscos da lição de casa em excesso

A lição de casa é parte fundamental do aprendizado: é através dela que as crianças podem fixar os conteúdos passados em aula e desenvolver suas habilidades na resolução de exercícios. No entanto, quando ela é excessiva – principalmente no caso dos pequenos que ainda estão na Educação Infantil – pode acabar trazendo mais aspectos negativos do que positivos, como desânimo com os estudos.
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Questão de gênero

 

Questão de gênero – CLAUDIA filhos

O sexo determina diferenças entre meninos e meninas, mas nosso papel é ajuda-los a desenvolver plenamente seu potencial.
Larissa Purvinni

Sim, os seres humanos nascem macho ou fêmea, dependendo da informação genética levada ao óvulo pelo espermatozoide. Essa diferenciação começa em torno da oitava semana de gestação e tem relação com os níveis de testosterona que predominam os meninos, influenciando no desenvolvimento cerebral, nas características sexuais e no comportamento, incluindo atividades como a escolha de brinquedos. “Algumas características podem ser mais evidentes em um sexo do que no outro, como capacidade de localização, habilidade matemática e coordenação motora nos meninos e na empatia e habilidades de linguagem nas meninas. Essas evidências são fruto das diferenças sutis entre o cérebro de meninos e o de meninas, quer seja através de ligações entre as diversas áreas corticais, e em virtude do código genético de cada gênero, quer seja da ação de hormônios no período gestacional, e depois no período da adolescência. A criação favorece ou reprime a expressão de habilidades de qualquer indivíduo e influencia a sua manifestação”, afirma Adriana Ladeira Cruz, neuropediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Já na 26ª semana de gestação é possível diferenciar o cérebro do feto masculino do cérebro do feto feminino a olho nu. Ao mesmo tempo, hoje é possível saber o sexo do bebê já na oitava semana de gestação e, a partir daí, começar a formar expectativas sobre como será aquela criança. A empresária Barbara Saleh atribui as diferenças notadas durante os nove meses ao temperamento mostrado até hoje pelos filhos, Kassem, 6, e Sueli, 2. “O Kassem era mais agitado, chutava mais. Já a Sueli era mais quieta. Quanto à amamentação, meninos sugam mais forte, e meninas são mais delicadas”, diz.
O célebre zoólogo Desmond Morris, no livro Meu Bebê: A Incrível capacidade de Evoluir Tanto em Tão Pouco Tempo, explica que, enquanto o cérebro masculino é maior do lado esquerdo, o feminino é levemente maior do direito. Considerando-se que o lado esquerdo se ocupa de pensamentos analíticos, enquanto o direito está relacionado com o pensamento intuitivo e a criatividade, pode ser que o mito sobre a intuição feminina tenha fundamento.
Com respostas emocionais, em geral as mulheres usam o córtex cerebral. Os homens recorrem a uma parte mais “antiga” do cérebro, a amígdala. Segundo Morris, estudos mostram que uma onda de testosterona na infância aumenta a amígdala, tornando-a visivelmente maior nos meninos. Resumindo: desde antes no nascimento, o cérebro masculino e o feminino têm estruturas, organização e operação diferentes.
Morris explica que as diferenças entre meninos e meninas datam tempos pré-históricos. “Enquanto os machos saíam em busca de alimento, as fêmeas faziam quase todas as demais tarefas e eram o centro da sociedade tribal. ” Conforme os machos se especializavam na caça, ficavam maiores e mais fortes, o que resultou em meninos maiores e mais pesados. Não à toa, ainda hoje as marcas olímpicas de homens e mulheres, numa modalidade esportiva em que ambos treinem o mesmo número de horas, são sempre diferentes, porque se baseiam numa vantagem biológica inicial que o treino não consegue superar, lembra Lisley Amado, psicopedagoga e coordenadora do Colégio Evolve, de São Paulo.

 

Questão de gênero

EvolveClaudia

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Como falar de morte com os alunos? Como abordar o tema em sala de aula?

Quando uma criança sofre uma perda – seja de um avô, de um tio ou até mesmo de um bichinho de estimação -, é muito importante que professores e familiares se apoiem, afinal, uma informação incorreta ou distorcida pode interferir na conscientização da perda e em sua aceitação. Contar uma mentira, dizer que a pessoa virou estrelinha ou que foi viajar somente prolongará o sofrimento da criança, que, quando se deparar com a verdade, vai se sentir enganada. Expor o assunto em toda a conversa é uma boa forma de identificar quais conceitos seus alunos possuem, se já passaram pela situação, como encaram a morte, o que se pode fazer para confortar alguém etc. Embora as crianças (sobretudo as mais novas) ainda não compreendam inteiramente a ideia de morte, o assunto deve ser discutido na escola para que elas tenham a oportunidade de trocar opiniões com os colegas e de encontrar apoio para encarar o sofrimento. Como o comportamento das pessoas ao redor interfere no enfrentamento das perdas, uma intervenção adequada no momento certo é de grande importância, podendo ajudar no encaminhamento do luto e no restabelecimento das condições emocionais dos pequenos.

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