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Natal e Réveillon: com quem devem ficar os filhos de pais separados?

A configuração familiar vem mudando de forma significativa ao longo dos anos. Encontrar filhos de pais separados tem se tornado algo cada vez mais corriqueiro. Naturalmente, as famílias se adaptam aos novos modelos e contornam possíveis dificuldades. Com a chegada do fim do ano, porém, os problemas atrelados à separação ficam mais evidentes: com quem as crianças devem passar as festas? Como elas lidam com o fato de passarem o Natal com a mãe e o ano novo com o pai (e vice-versa)?
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Pais que se envolvem na criação dos filhos são mais saudáveis, diz pesquisa

Pais que se envolvem na criação dos filhos são mais saudáveis, diz pesquisa

Bem-estar e sentimento de satisfação completam a vida dos pais ativos na criação dos filhos

Especialistas são unânimes em dizer o quanto os filhos podem se beneficiar da presença dos pais em sua criação. O que pouca gente para pra pensar é o quanto essa relação pode ser revolucionária e do bem para os pais também.
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Criança que beija os pais na boca desperta para o sexo mais cedo?

Criança que beija os pais na boca desperta para o sexo mais cedo?

Selinho nos filhos: pode ou não pode?

Uma psicóloga americana causou polêmica ao afirmar que beijo na boca entre pais e filhos deve ser evitado, pois seria um hábito muito sexual. Charlotte Reznick diz que crianças que recebem selinho dos pais, mesmo sendo um ato completamente inocente, podem tentar fazer o mesmo na escola, com os coleguinhas.

O hábito é diferente em cada país, de acordo com sua cultura. No Brasil, por exemplo, é menos comum. Isso faz com que exista uma certa estranheza por parte de alguns adultos, que interpretam o ato como algo sexualizado e imaginam que as crianças o verão também desta forma. Até mesmo entre especialistas o assunto gera polêmica.

Opinião contra

A psicopedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil, em São Paulo, ressalta que tudo deve acontecer na medida certa e com limites, para que seja saudável. “Beijar a criança na boca, tomar banho junto e dormir na mesma cama, agarradinhos, dependendo como é essa brincadeira, poderá sim está estimulando e desenvolver a erotização precoce”, alerta.

Segundo ela, a criança poderá sim considerar isso como natural e vir a fazer em outros adultos, o que não será correto. A orientação é explicar para que na família existe um casal que tem seus papéis, pai e mãe que namoram, dormem juntos e beijam na boca, mas a criança tem outro papel, o de filho. “Tudo deve ser colocado delicadamente, explicando o papel de cada um na família e colocando os limites. O carinho transmitido pelo tocar, massagear, abraçar e beijar os filhos é muito saudável e importante na sua formação, mas nada que seja semelhante aos toques, abraços e beijos que são trocados entre seus pais”, diz.

Ela destaca também a questão da saúde. “Nas relações entre pais e filhos quanto mais diálogo, carinho e contato melhor. Mas as crianças são muito vulneráveis, têm baixa imunidade para contágios e o beijo na boca, além de não ser adequado, pode ser um fator de transmissão de bactérias e vírus. Bebês e crianças pequenas não têm defesas para isso. E beijar a criança na boca não a fará ficar mais próxima do pai ou da mãe”, explica.

Opinião a favor

Já a psicóloga Cynthia Wood, da Clínica Crescendo e Acontecendo, também em São Paulo, acredita que o hábito não cause nenhum problema. “O selinho dado pelos pais nos filhos é um costume de algumas famílias e uma expressão de carinho sem conotação sexual. Essas crianças não têm as experiências que liguem essa demonstração de afeto com sua sexualidade, portanto não despertam uma sexualização precoce”, afirma.

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Como ensinar seu filho a ser altruísta

Como ensinar seu filho a ser altruísta

Estudos indicam que solidariedade é uma característica desenvolvida, não inata; saiba como incentivar seu filho a esse comportamento.

O altruísmo, entendido como a inclinação a ajudar os outros, gera inúmeros debates entre o meio científico. Seria essa uma característica inata ou algo que desenvolvemos ao longo da vida? De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o mais provável é que a segunda opção esteja correta.

O estudo foi realizado com 34 bebês entre um e dois anos de idade e refutou uma pesquisa anterior que defendia que mesmo crianças nessa idade já apresentavam características altruístas.

Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, um pesquisador sentava-se junto à criança e rolava uma bola para frente e para trás, interagindo com ela. Já no segundo, havia duas bolas, uma para o bebê e uma para o pesquisador que, propositalmente, deixava que ela escapasse, para observar se a criança teria a iniciativa de ajudá-lo.

Os resultados do estudo demonstraram que as crianças do primeiro grupo, que brincavam com o pesquisador, tiveram probabilidade três vezes maior de ajudar do que as do segundo grupo, sugerindo que o altruísmo depende do estabelecimento de uma relação.

Desenvolvendo o altruísmo

Se o altruísmo não é uma característica inerente ao ser humano, isso significa que ele pode ser desenvolvido com o tempo. Segundo a psicopedagoga e diretora do Colégio Evolve, Rosângela Hasegawa, os pais exercem grande influência nesse processo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade, vão, aos poucos, interiorizando nas crianças posturas e virtudes”, afirma.

Por esse motivo, os pais devem buscar dar sempre bons exemplos, da mesma forma que devem evitar o incentivo a atitudes egoístas. “Quando, por exemplo, a criança traz um brinquedo quebrado de volta para casa, ela é cobrada por não cuidar das suas coisas. Numa próxima situação, a criança temerá que os amigos quebrem seu brinquedo”, explica Rosângela.

Para mostrar ao filho que o altruísmo é algo positivo, Rosângela Hasegawa sugere o incentivo ao compartilhamento dos brinquedos da criança, dizendo que o colega ficará contente em brincar com ele, ao passo que uma negativa significará deixá-lo triste. Livros que tratem do altruísmo também são indicados, e, acima de tudo, os pais devem adotar eles mesmos atitudes altruístas, como praticar doações. “Somos o exemplo e mostramos o quanto a pessoa que recebeu a caridade ficará feliz ao poder se alimentar, brincar, usar roupas e calçados novos.”

O que não é indicado, porém, é forçar a criança a adotar esse tipo de atitude. Segundo Rosângela, o ato de obrigar a criança a adotar essa postura faz com que ela não entenda o verdadeiro sentido da ação, associando a caridade a sentimentos negativos. “O que ficará marcado, nestes casos, será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada”, ressalta.

http://chrisflores.net/comportamento/24/materia/4921/solidariedade.html

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Atitudes altruístas trazem benefícios à saúde das crianças

Atitudes altruístas trazem benefícios à saúde das crianças, revela estudo.

Especialistas constataram também que filhos de famílias mais ricas são menos propensos a atos generosos.

Pode soar clichê, mas é verdade: fazer o bem faz bem. E isso é cientificamente comprovado. Pesquisas anteriores já haviam constatado os benefícios psicológicos e até físicos provocados por um comportamento generoso em adultos, mas, pela primeira vez, um estudo publicado no periódico americano Association for Psychological Science comprovou que crianças com atitudes altruístas têm benefícios que se refletem na saúde.

Você está criando um filho materialista?

A pesquisa foi realizada com 74 crianças em idade pré-escolar – na média, os participantes tinham 4 anos. Em um primeiro momento, os pesquisadores brincaram com os pequenos, um por vez, e explicaram que eles ganhariam moedas, que poderiam ser trocadas por presentes ao final. Com a autorização dos pais, os pesquisadores fixaram eletrodos no torso das crianças, com o intuito de monitorar os sinais fisiológicos, incluindo os batimentos cardíacos e o tônus vagal, indicador do funcionamento do sistema nervoso parassimpático. O nervo vagal se conecta com o cérebro e outros órgãos e, por isso, sua atividade serve com um medidor das respostas fisiológicas ao estresse. Ter o tônus vagal alto significa que a pessoa está se sentindo calma e segura, o que refelete em melhor saúde física, comportamento e habilidades sociais entre as crianças. No finalzinho da visita, as crianças tiveram a oportunidade de doar algumas de suas moedas para uma criança doente, que na verdade era apenas uma personagem inventada para o estudo.

Durante a experiência, os pesquisadores analisaram o tônus vagal das crianças em três momentos: instrução, quando elas foram informadas de que teriam as moedas; decisão, quando podiam escolher fazer a doação; e na conclusão, quando os pesquisadores entravam de novo na sala e fecharam a caixas de moedas sem espiar.

Os pesquisadores constataram que as crianças que doaram moedas tiveram uma maior flexibilidade no tônus vagal, o que indica uma melhor regulação fisiológica. No final do experimento, a doação em si foi associada a um tônus vagal mais alto. “Nossas descobertas sugerem que o fomento de tendências altruístas pode ser um caminho para a promoção de uma melhor saúde e bem-estar para todas as crianças”, conclui o líder da pesquisa, Jonas Miller, da Universidade da California Davis.

Quem muito tem…

Em uma segunda etapa, os pesquisadores se concentraram na relação entre a situação socioeconômica da família das crianças que participaram da experiência e a quantidade de moedas doadas por cada uma delas. Os pesquisadores observaram que crianças que pertenciam a famílias mais ricas foram menos generosas. “Isto mostra que certos aspectos da cultura do alto status socieconômico que têm sido observados em adultos, tais como aumento do foco em si mesmo e a diminuição da sensibilidade social , também podem estar presente em crianças a partir dos 4 anos de idade “, comentou Miller.

Como fazer do seu filho uma criança mais altruísta

Independente da situação social e financeira da família, os pais devem ter em mente que a generosidade pode ser ensinada, assim como se ensina a falar, a ler ou a contar. Aprender a ser altruísta na infância pode trazer muitos benefícios no futuro. “A atitude altruísta propicia o desenvolvimento de uma pessoa mais flexível e sensível ao outro, minimizando os efeitos corrosivos do egoísmo e da competição tão presentes na atualidade”, explica a psicóloga Isabel Abreu, do Colégio Mopi.

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4 dicas para tornar seu filho uma pessoa solidária

A melhor maneira de estimular seu filho desde cedo a ter um comportamento mais solidário é por meio do seu próprio exemplo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade vão aos poucos interiorizando nas crianças posturas e virtudes que são presenciadas desde a primeira infância”, explica a pedagoga Jurema Esteban, diretora do Colégio Evolve (SP). No dia a dia, os pais podem incentivar a criança a perceber como o outro se sente e como certas atitudes que partem dela têm o poder de fazer alguém de sentir feliz – como emprestar um lápis ao colega, doar um brinquedo para crianças carentes e ajudar nas tarefas de casa. Agora no inverno, que tal pedir a ajuda do seu filho para separar as roupas que ele já não usa, ou que não lhe servem, para doação?

Os livros infantis também podem ajudar nesse processo. “A leitura de histórias que exemplificam o comportamento altruísta deve ser bastante estimulada. Narrativas lúdicas e divertidas podem transmitir crenças e valores que ajudam a criança a criar empatia pelos outros e a entenderem como as outras pessoas se sentem”, comenta a psicóloga. Converse sempre com o seu filho propondo que ele se coloque no lugar do personagem, dos amigos, dos irmãos: “Você ia gostar se você fosse na casa do seu amigo e ele não deixasse você brincar com nenhum brinquedo dele? Você ia ficar feliz ou chateado?”. A criança sabe a resposta e a partir de seus próprios sentimento pode fazer esse exercício de alteridade.

Mas é meu!

Se a criança mostrar que não está disposta a ajudar o amigo ou a doar alguma coisa sua em determinado momento, é melhor não insistir. “Nunca devemos forçar a criança a adotar atitudes altruístas, pois ela não estará aprendendo o verdadeiro sentido de sua ação, e o que ficará marcado neste caso será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada. Com esse sentimento construído ficará mais difícil de conseguirmos sensibilizá-la futuramente”, explica Jurema. Se seu filho tiver separado um brinquedo para doar e se arrepender na última hora, não force. Encontre algo para doar que não seja dela, pode até ser comprado, e reforce o exemplo positivo, ressaltando como a pessoa que vai receber o presente ficará feliz.

http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2015/07/atitudes-altruistas-trazem-beneficios-saude-das-criancas-revela-estudo.html

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