Posts found under: comportamento Archives - Colégio Evolve - Telefones: (11) 3502-7100 – (11) 99990-5440

Comportamento Infantil: Como ensinar o altruísmo

Pesquisa indica que o altruísmo é uma característica desenvolvida, não inata. A receita não é nova, mas precisa ser reforçada: os pais ainda são o melhor exemplo

O altruísmo, entendido como a inclinação a ajudar os outros, gera inúmeros debates entre o meio científico. Seria essa uma característica inata ou algo que desenvolvemos ao longo da vida? De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o mais provável é que a segunda opção esteja correta.
(mais…)

Leia mais...

Como ensinar seu filho a ser altruísta

Como ensinar seu filho a ser altruísta

Estudos indicam que solidariedade é uma característica desenvolvida, não inata; saiba como incentivar seu filho a esse comportamento.

O altruísmo, entendido como a inclinação a ajudar os outros, gera inúmeros debates entre o meio científico. Seria essa uma característica inata ou algo que desenvolvemos ao longo da vida? De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o mais provável é que a segunda opção esteja correta.

O estudo foi realizado com 34 bebês entre um e dois anos de idade e refutou uma pesquisa anterior que defendia que mesmo crianças nessa idade já apresentavam características altruístas.

Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, um pesquisador sentava-se junto à criança e rolava uma bola para frente e para trás, interagindo com ela. Já no segundo, havia duas bolas, uma para o bebê e uma para o pesquisador que, propositalmente, deixava que ela escapasse, para observar se a criança teria a iniciativa de ajudá-lo.

Os resultados do estudo demonstraram que as crianças do primeiro grupo, que brincavam com o pesquisador, tiveram probabilidade três vezes maior de ajudar do que as do segundo grupo, sugerindo que o altruísmo depende do estabelecimento de uma relação.

Desenvolvendo o altruísmo

Se o altruísmo não é uma característica inerente ao ser humano, isso significa que ele pode ser desenvolvido com o tempo. Segundo a psicopedagoga e diretora do Colégio Evolve, Rosângela Hasegawa, os pais exercem grande influência nesse processo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade, vão, aos poucos, interiorizando nas crianças posturas e virtudes”, afirma.

Por esse motivo, os pais devem buscar dar sempre bons exemplos, da mesma forma que devem evitar o incentivo a atitudes egoístas. “Quando, por exemplo, a criança traz um brinquedo quebrado de volta para casa, ela é cobrada por não cuidar das suas coisas. Numa próxima situação, a criança temerá que os amigos quebrem seu brinquedo”, explica Rosângela.

Para mostrar ao filho que o altruísmo é algo positivo, Rosângela Hasegawa sugere o incentivo ao compartilhamento dos brinquedos da criança, dizendo que o colega ficará contente em brincar com ele, ao passo que uma negativa significará deixá-lo triste. Livros que tratem do altruísmo também são indicados, e, acima de tudo, os pais devem adotar eles mesmos atitudes altruístas, como praticar doações. “Somos o exemplo e mostramos o quanto a pessoa que recebeu a caridade ficará feliz ao poder se alimentar, brincar, usar roupas e calçados novos.”

O que não é indicado, porém, é forçar a criança a adotar esse tipo de atitude. Segundo Rosângela, o ato de obrigar a criança a adotar essa postura faz com que ela não entenda o verdadeiro sentido da ação, associando a caridade a sentimentos negativos. “O que ficará marcado, nestes casos, será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada”, ressalta.

http://chrisflores.net/comportamento/24/materia/4921/solidariedade.html

evolve

Leia mais...

Medo do escuro: 8 dicas para ajudar seu filho

Medo do escuro: 8 dicas para ajudar seu filho

O medo da criança precisa ser respeitado.

Para algumas famílias, é rotina: o dia transcorre normalmente para os filhos, mas, chega a noite e, com ela, o medo do escuro. Na hora de dormir, só se for com o abajur ou, ainda, na cama dos pais, com alguma luz acesa por perto. Para passar a noite na casa da avó ou de um amigo é preciso planejar a presença de um dispositivo de luz por perto. O medo do escuro é comum na primeira infância, mas é possível ajudar a criança a sair mais cedo dessa situação que, sim, pode ser bastante aterrorizante para a criança e não deve nunca ser desrespeitada.

Para a pedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil, “o medo sentido pelas crianças é natural, pois vai ajudá-las a lidar com novas experiências e, ao mesmo tempo, protegê-las dos perigos”. É uma fase que costuma desaparecer por volta dos 6 anos, quando a criança passa a se sentir mais segura com seu entorno. Medos exagerados ou incapacitantes devem receber maior atenção. “Se preciso, os pais devem solicitar ajuda e ou orientação de profissionais especializados”, diz a pedagoga, que elaborou 8 dicas abaixo para ajudar os filhos a lidar com o medo da escuro.
1.Respeite o sentimento demonstrado pela criança, ou seja, o medo;
2.Mostre que é normal e que os adultos também conhecem esse sentimento;
3.Ouça a criança, explique o que está acontecendo e explore as diferentes formas de interpretar a situação;
4.Use objetos de estimação nas situações assustadoras, pois eles podem passar a sensação de proteção;
5.Coloque um abajur no quarto e, quando a criança adormecer, apague a luz;
6.Brinque usando um “faz de conta”, a partir das próprias fantasias, ou seja, crie histórias positivas com sombras na parede, com o barulho do balanço dos galhos das árvores, os latidos dos cachorros etc;
7.Não transmita seus próprios medos, reforçando o sentimento da criança;
8.Preste atenção no dia a dia da criança, verificando se o medo não está interferindo na rotina.

Seu filho tem medo na hora de dormir? Como você lida com isso?

https://piccolouniverse.com/pt/amar/2088-medo-do-escuro-8-dicas-para-ajudar-seu-filho

A fearful child

A fearful child

Leia mais...

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

Sorrir estimula e incentiva ainda mais esse comportamento, segundo pedagoga. Confira orientações.

Você está com sua criança em algum local e, sem mais nem menos, ela solta um palavrão e logo na frente de outras pessoas. Entre a surpresa e a vergonha do momento, você repreende a criança e até a ameaça com algum castigo caso isso aconteça novamente. Existem estratégias que podem ajudar a criança a perder o interesse em utilizar essas palavras inadequadas. Uma delas, segunda a coordenadora pedagógica do Colégio Evolve, Lisley Amado, é evitar achar graça e sorrir quando a criança falar um palavrão.

“Muitos pais e mães cometem o erro de achar ‘engraçadinho’ a criança falar um palavrão. O problema é que, quando sorriem, estimulam e incentivam ainda mais esse comportamento”, opina.

Na avaliação da psicóloga e psicopedagoga clínica Cynthia Wood, muitas vezes a criança fala um palavrão para chamar a atenção dos pais e mães e, quanto mais estes a retrucam, mais a criança aumenta a quantidade de palavrões na tentativa de provocar. “Neste caso, tanto pais quanto mães devem verificar o porquê disso estar acontecendo”, observa.

O que fazer quando sua criança fala um palavrão pela primeira vez ou não abandona esse hábito de forma alguma?

http://www.tempodemulher.com.br/amor-e-sexo/pais-e-filhos/pais-e-maes-devem-evitar-achar-graca-quando-a-crianca-falar-um-palavrao_-saiba-o-que-fazer-

 

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

evolve

Leia mais...

Atitudes altruístas trazem benefícios à saúde das crianças

Atitudes altruístas trazem benefícios à saúde das crianças, revela estudo.

Especialistas constataram também que filhos de famílias mais ricas são menos propensos a atos generosos.

Pode soar clichê, mas é verdade: fazer o bem faz bem. E isso é cientificamente comprovado. Pesquisas anteriores já haviam constatado os benefícios psicológicos e até físicos provocados por um comportamento generoso em adultos, mas, pela primeira vez, um estudo publicado no periódico americano Association for Psychological Science comprovou que crianças com atitudes altruístas têm benefícios que se refletem na saúde.

Você está criando um filho materialista?

A pesquisa foi realizada com 74 crianças em idade pré-escolar – na média, os participantes tinham 4 anos. Em um primeiro momento, os pesquisadores brincaram com os pequenos, um por vez, e explicaram que eles ganhariam moedas, que poderiam ser trocadas por presentes ao final. Com a autorização dos pais, os pesquisadores fixaram eletrodos no torso das crianças, com o intuito de monitorar os sinais fisiológicos, incluindo os batimentos cardíacos e o tônus vagal, indicador do funcionamento do sistema nervoso parassimpático. O nervo vagal se conecta com o cérebro e outros órgãos e, por isso, sua atividade serve com um medidor das respostas fisiológicas ao estresse. Ter o tônus vagal alto significa que a pessoa está se sentindo calma e segura, o que refelete em melhor saúde física, comportamento e habilidades sociais entre as crianças. No finalzinho da visita, as crianças tiveram a oportunidade de doar algumas de suas moedas para uma criança doente, que na verdade era apenas uma personagem inventada para o estudo.

Durante a experiência, os pesquisadores analisaram o tônus vagal das crianças em três momentos: instrução, quando elas foram informadas de que teriam as moedas; decisão, quando podiam escolher fazer a doação; e na conclusão, quando os pesquisadores entravam de novo na sala e fecharam a caixas de moedas sem espiar.

Os pesquisadores constataram que as crianças que doaram moedas tiveram uma maior flexibilidade no tônus vagal, o que indica uma melhor regulação fisiológica. No final do experimento, a doação em si foi associada a um tônus vagal mais alto. “Nossas descobertas sugerem que o fomento de tendências altruístas pode ser um caminho para a promoção de uma melhor saúde e bem-estar para todas as crianças”, conclui o líder da pesquisa, Jonas Miller, da Universidade da California Davis.

Quem muito tem…

Em uma segunda etapa, os pesquisadores se concentraram na relação entre a situação socioeconômica da família das crianças que participaram da experiência e a quantidade de moedas doadas por cada uma delas. Os pesquisadores observaram que crianças que pertenciam a famílias mais ricas foram menos generosas. “Isto mostra que certos aspectos da cultura do alto status socieconômico que têm sido observados em adultos, tais como aumento do foco em si mesmo e a diminuição da sensibilidade social , também podem estar presente em crianças a partir dos 4 anos de idade “, comentou Miller.

Como fazer do seu filho uma criança mais altruísta

Independente da situação social e financeira da família, os pais devem ter em mente que a generosidade pode ser ensinada, assim como se ensina a falar, a ler ou a contar. Aprender a ser altruísta na infância pode trazer muitos benefícios no futuro. “A atitude altruísta propicia o desenvolvimento de uma pessoa mais flexível e sensível ao outro, minimizando os efeitos corrosivos do egoísmo e da competição tão presentes na atualidade”, explica a psicóloga Isabel Abreu, do Colégio Mopi.

Leia também

As crianças são naturalmente altruístas?
4 dicas para tornar seu filho uma pessoa solidária

A melhor maneira de estimular seu filho desde cedo a ter um comportamento mais solidário é por meio do seu próprio exemplo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade vão aos poucos interiorizando nas crianças posturas e virtudes que são presenciadas desde a primeira infância”, explica a pedagoga Jurema Esteban, diretora do Colégio Evolve (SP). No dia a dia, os pais podem incentivar a criança a perceber como o outro se sente e como certas atitudes que partem dela têm o poder de fazer alguém de sentir feliz – como emprestar um lápis ao colega, doar um brinquedo para crianças carentes e ajudar nas tarefas de casa. Agora no inverno, que tal pedir a ajuda do seu filho para separar as roupas que ele já não usa, ou que não lhe servem, para doação?

Os livros infantis também podem ajudar nesse processo. “A leitura de histórias que exemplificam o comportamento altruísta deve ser bastante estimulada. Narrativas lúdicas e divertidas podem transmitir crenças e valores que ajudam a criança a criar empatia pelos outros e a entenderem como as outras pessoas se sentem”, comenta a psicóloga. Converse sempre com o seu filho propondo que ele se coloque no lugar do personagem, dos amigos, dos irmãos: “Você ia gostar se você fosse na casa do seu amigo e ele não deixasse você brincar com nenhum brinquedo dele? Você ia ficar feliz ou chateado?”. A criança sabe a resposta e a partir de seus próprios sentimento pode fazer esse exercício de alteridade.

Mas é meu!

Se a criança mostrar que não está disposta a ajudar o amigo ou a doar alguma coisa sua em determinado momento, é melhor não insistir. “Nunca devemos forçar a criança a adotar atitudes altruístas, pois ela não estará aprendendo o verdadeiro sentido de sua ação, e o que ficará marcado neste caso será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada. Com esse sentimento construído ficará mais difícil de conseguirmos sensibilizá-la futuramente”, explica Jurema. Se seu filho tiver separado um brinquedo para doar e se arrepender na última hora, não force. Encontre algo para doar que não seja dela, pode até ser comprado, e reforce o exemplo positivo, ressaltando como a pessoa que vai receber o presente ficará feliz.

http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2015/07/atitudes-altruistas-trazem-beneficios-saude-das-criancas-revela-estudo.html

evolve11

Leia mais...
Rua Clementine Brenne, 385 | Morumbi – São Paulo / SP – CEP:05659-000 | contato@colegioevolve.com.br
Telefones: (11) 3502-7100 – (11) 99990-5440