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A Tecnologia como auxílio na Educação

A Tecnologia como auxílio na Educação

Atualmente grandes escolas estão adotando a Tecnologia Educacional como uma ferramenta de auxílio dentro da sala de aula. Imagine ler um livro com uma tela bem colorida, com textos claros e uma interface multi-touch que permite virar as páginas apenas deslizando os dedos.
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Mais que local de aprendizado, sala de aula deve ser vista como espaço social.

Tal como o espaço geográfico de um
Nesses casos, outros tipos de organização das carteiras podebairro ou cidade, formado a partir das necessidades de sociais, econômicas e culturais das comunidades, as salas de aula devem conter uma organização própria que atenda à dinâmica de convivência e aprendizado dos alunos na escola. Por ser um espaço social, o professor deve trabalhá-lo de forma a alcançar o desenvolvimento do conhecimento em seus alunos, tanto a partir de técnicas didáticas quanto estimulando a interação e colaboração entre eles.

A disposição dos objetos no espaço é umas das premissas para um bom desempenho nas atividades propostas pelo professor. Em aulas onde a atenção do aluno deve estar focada em ouvir o educador, a tradicional disposição em fileiras parece ser a mais adequada, mas é importante criar dinâmicas que favoreçam o contato entre os colegas e construção do saber coletivo.
m ser levadas em conta. Caso o professor pretenda orientar trabalhos escritos ou discussões em pequenos grupos, é aconselhável separar as carteiras em grupos de quatro ou cinco. Se o objetivo for que a sala, como um todo, entre em algum tipo de discussão coletiva ou realize alguma dinâmica de aproximação e socialização, disposições em U ou em círculo garantem o contato visual entre todos os alunos, condição essencial para a interação verbal.

As paredes também podem ser utilizadas como um bom estímulo para a criação de responsabilidade e senso artístico nos alunos, além de, se bem aproveitadas, servirem como um espaço de valorização da produção coletiva. Desde pequenas, as crianças podem ser incentivadas com regras de boa convivência em forma de desenhos e cartazes que elas podem ajudar a confeccionar e a colar. Outra ideia é utilizar as paredes como mural para os trabalhos temáticos desenvolvidos em sala ou para lembranças de momentos de confraternização vividos pelos alunos.

Essas ideias podem ser mantidas e adaptadas de acordo com a evolução da faixa etária dos estudantes. Desenhos podem dar espaço a pesquisas sobre variados temas, colagens, redações e produções mais típicas do ensino fundamental ou até do ensino médio. Pensando sempre por áreas, o professor pode produzir paredes temáticas a respeito do ensinará durante o período letivo e reservar espaços de autonomia do próprio aluno, desde que preserve o bom senso e adequação de seu conteúdo ao ambiente escolar.

Outra medida que pode desenvolver a responsabilidade do estudante é estabelecer um local que sirva como um cronograma da sala. Nele, o professor pode planejar as aulas do mês, estipular datas de provas e entregas de trabalho e informar continuamente sobre novas atividades. Revezar os alunos na tarefa de atualizá-lo estimula o compromisso dos colegas para com os demais e colabora para o fortalecimento do senso de direitos e deveres.

A sala de aula deve ser vista como um espaço social, não só de interação de professores e alunos, como de produção científico-cultural e de desenvolvimento do saber. Como tal, ele deve ser remodelado e replanejado de acordo com as necessidades do momento educacional da criança e do adolescente, e deve favorecer a dinâmica da colaboração coletiva e da responsabilidade para com o próximo. Cabe ao educador conduzir esse espaço na direção correta, mas permitir a autonomia e participação de seus alunos nesse processo.

Rosangela Hasegawa

Planeta Educação

evolve

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Educação: lição de casa precisa ser repensada

O ensino deve ser complementar ao aprendizado escolar e não extensão dele

A lição de casa é parte fundamental do aprendizado: é através dela que as crianças podem fixar os conteúdos passados em aula e desenvolver suas habilidades na resolução de exercícios. No entanto, quando ela é excessiva? Principalmente no caso dos pequenos que ainda estão na Educação Infantil? Pode acabar trazendo mais aspectos negativos do que positivos, como desânimo com os estudos.

De acordo com Rosângela Hasegawa, pedagoga e diretora do Berçário e Colégio Evolve, o cenário atual, caracterizado cada vez mais por escolas que oferecem o período ampliado e o integral, a lição de casa deve ser repensada.

Pensando no tempo que as crianças passam na escola, nem precisaria existir a lição de casa. O tempo da lição deve ser o mínimo possível, pois ela deve complementar o aprendizado escolar e não ser uma extensão dele.

O jeito certo

O tempo gasto com a lição de casa deve aumentar gradativamente de acordo com a idade dos alunos. Segundo a presidente da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia), Luciana Barros de Almeida, esse tempo deve ser de no máximo 20 minutos para as crianças entre 3 e 6 anos de idade, e de 30 a 40 minutos para aqueles que se encontram na faixa entre 7 e 12 anos.

Em todos os casos, porém, a lição precisa ser discutida em aula, para que o aluno chegue em casa mais preparado para realizá-la.

A lição de casa precisa ser orientada pela professora em classe, explicitando o que ela espera do aluno naquela produção.

Outro fator muito importante na hora de planejar as tarefas de casa é saber que listas intermináveis, cheias de exercícios, não colaboram para o aprendizado? Muito pelo contrário.

A pedagoga Rosângela Hasegawa sugere:

O ideal é propor desafios com dois ou três exercícios.

Papel dos pais

Além da necessidade dos professores e educadores discutirem e repensarem a lição de casa, as especialistas destacam a importância dos pais estarem atentos e disponíveis para os filhos na hora dos estudos, estabelecendo horários para sua realização. Isso porque a criança pode acabar procrastinando ou fazendo a lição de qualquer maneira, mesmo quando sua proposta está adequada. Rosângela pede atenção.

Geralmente as crianças não gostam de lição de casa. É difícil tirá-las de outra atividade para que a façam.

Por isso, é fundamental que os pais estabeleçam uma rotina e que reservem um tempinho para os pequenos.

A necessidade de rotina se dá para ambas as partes para a criança e para a família que precisa dar exclusividade a esta atividade.

Mas é sempre bom lembrar: os pais não devem dar as respostas aos filhos, apenas auxiliá-los, estimulando-os a pesquisar e chegar às respostas corretas por conta própria.

A dúvida instiga a curiosidade e o pensamento.

Outra dica é estabelecer que a criança faça a atividade de uma vez, em vez de ir dando pequenos intervalos. Segundo Luciana Barros de Almeida, isso é importante.

Não só pela sequência e elaboração de pensamento, mas também pelo estabelecimento de rotina quanto à planejamento e execução da proposta.

R7

NossaSenhora

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Dia Nacional de Educação Infantil: escola e família devem ser parceiras

Pedagoga diz que a família deve ajudar a criança crescer como pessoa e a escola a desenvolvê-la integralmente

No Dia Nacional de Educação Infantil, comemorado nesta terça-feira (25), o programa Cotidiano traz a tona a discussão do que compete aos pais e o que compete às escolas. A pedagoga e diretora de colégio paulistano, Jurema Esteban, diz que a família deve ajudar a criança a crescer como pessoa e a escola ajudá-lo a se desenvolver integralmente, no seu aspecto físico, psicológico, intelectual, social, como um complemento da ação da família.

Segundo a pedagoga, o exemplo é a melhor forma de se educar, então, se os pais dão bons exemplos em casa, essa criança absolve e traz para a escola. Ela diz que com essa vida moderna, em que os pais deixam a criança na escola de manhã e só buscam à noite, a educação fica por conta da escola, mas há um limite que a escola não consegue ultrapassar.

Jurena Esteban diz que só vamos mudar o país para melhor por meio da educação, e por isso tem que haver parceria entre a escola e a família, para complementar a formação da criança junto à família.

A pedagoga explica ainda as linhas pedagógicas mais utilizadas pelas escolas: “as linhas tradicionais são as que o professor ensina e o aluno tem que corresponder se ele aprendeu ou não, através das provas. A linha construtivista, que hoje em dia é o que mais se aplica nas escolas modernas de educação infantil, se acredita que a criança chega e já tem um conhecimento de vida, e traz um histórico da família, vocabulário, então ela vai compartilhar com os coleguinhas o que ela já sabe, e também vai aprender com os colegas”, esclarece.

Confira a análise sobre o binômio escola família nesta entrevista ao Cotidiano, apresentado por Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília que ao ar de segunda a sexta-feira, às 14h.

Radio EBC

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