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Colégio Evolve

O Colégio Evolve Berçário e Educação Infantil foi construído em uma ampla área de 1.500m² atendendo às especificações de um projeto arquitetônico especialmente criado para abrigar com conforto e segurança uma escola de educação infantil.

Nossos espaços são claros e arejados, dispostos ao redor de um pátio central repleto de iluminação natural. Essa conformação confere grande visibilidade interna e mínima visibilidade externa, o que possibilita maior acesso visual aos coordenadores e diretores em relação a todas as atividades desenvolvidas a cada momento dentro da escola, ao mesmo tempo em que preserva nossas crianças de qualquer possibilidade de observação externa.

MISSÃO: Cuidar e educar crianças de 0 a 6 anos, complementando o papel da família e atendendo às necessidades sócio-afetivas, cognitivas e motoras. O Colégio Evolve entende que educar é formar indivíduos atuantes e transformadores da nossa sociedade.

VISÃO: Ser um espaço de convivência que priorize as interações entre as crianças, os educadores e os conhecimentos do mundo que os cerca.

VALORES: Acreditamos que somente os valores tradicionais da família, do trabalho e da virtude são capazes de construir uma sociedade mais harmônica, feliz e próspera.

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Como ensinar seu bebê a usar o banheiro?

Como ensinar seu bebê a usar o banheiro?

“De que maneira posso ajudar meu filho a usar o banheiro?” “Como saber se meu filho está pronto para usar o banheiro?” Essas são algumas das principais questões levantadas pelas mamães sobre quais as melhores formas de ensinar o filho a usar o banheiro. Por isso, conheça algumas dicas de como ajudar a criança neste processo.

*Saiba quando seu bebê está pronto: geralmente, o momento em que a criança está pronta para usar o banheiro varia dos 18 meses aos três anos de idade. Perceba, primeiramente, se sua criança demonstra interesse no banheiro e na maneira com que as pessoas o utilizam. Observe, também, se seu filho consegue entender instruções e palavras relativas ao banheiro, e a necessidade de utilizar o toalete.

*Processo de aprendizagem é lento: tenha em mente que o processo para ensinar seu filho a usar o banheiro é lento. Por isso, tente ser o mais paciente e positivo com a criança. Entenda, também, que até os cinco de anos de idade, é muito comum que seu filho continue fazendo xixi na cama e sujando os lençóis.

*Peniquinho: utilizar um peniquinho é a forma mais fácil de ensinar uma criança a usar o banheiro. Considere, também, a compra de um peniquinho que tenha assento removível e que você possa colocar no vaso sanitário. Caso você opte pelo vaso sanitário desde o começo, certifique-se de pegar uma escadinha para seu filho, para deixa-lo mais firme e seguro enquanto está sentado.

*Escolha o horário apropriado: defina um horário para ensinar seu filho a usar o banheiro. Assim, você acostuma a criança a utilizar o banheiro em uma certa hora do dia, criando uma rotina. Escolha, também, um período em que você passe muito tempo do dia com seu filho em casa, pois, assim, você poderá dar atenção plena a ele, além de incentivo e apoio.

http://babyguide.uol.com.br/maes/de-mae-para-mae

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Alfabetização Precoce

Pequenos notáveis: como proceder quando
a alfabetização acontece “muito cedo”
O contato das crianças com a informação tem se dado cada vez mais precocemente. Computadores, tablets e smartphones são figuras conhecidas mesmo pelos mais novos. Não à toa, os processos de aprendizagem e de alfabetização também têm começado cada vez mais cedo. Mas, como os pais devem agir? De que maneira devem estimular o filho a desenvolver suas habilidades? E quando o estímulo é demais?

De acordo a coordenadora pedagógica do Colégio Evolve , Lisley Amado, é preciso ter equilíbrio. “Quando a família percebe que a criança tem interesse, que já está aprendendo coisas relacionadas à escrita, é preciso respeitar o momento e dar respostas às perguntas dela. No entanto, não se pode forçá-la a ter resultados, pois ela está um momento de descoberta”, explica.

Lisley também conta que não é porque a criança reconhece algumas palavras que ela já está alfabetizada. Isso porque a alfabetização envolve a interpretação de textos, o que costuma acontecer por volta dos 7 anos. Antes disso, a criança ainda está em processo de letramento, quando apenas reconhece palavras estáveis — como o próprio nome ou o nome dos pais –, as repete e até escreve, mas não consegue compreender o significado de um texto. Desta forma, nem sempre o reconhecimento de palavras significa que a criança seja, de fato, precoce.
Ainda assim, se os pais perceberem que existe o interesse da criança em desenvolver seu aprendizado, é preciso permitir que isso aconteça, sempre com o cuidado de não exagerar na dose, enchendo-a de livros, por exemplo. Segundo a psicopedagoga clínica Quézia Bombonatto, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), os estímulos podem ser simples, como permitir que a criança participe da elaboração de uma lista de supermercado ou oferecer alguns livros. Assim, o processo acontecerá naturalmente, sem “pesar” na quantidade de informações e nem podar o desenvolvimento da criança.
Na escola, segundo Lisley Amado, os estímulos são divididos por faixa etária, mas tudo depende do desenvolvimento da turma. “Para as crianças de 2 anos, esses estímulos acontecem quando elas acompanham uma história, veem o próprio nome nos materiais. Para as mais velhas, os estímulos vão ficando mais complexos”, conta.
Mas também pode ocorrer o processo inverso. Os pais podem perceber que o filho está atrasado com relação aos colegas. Nesses casos, segundo Quézia Bombonatto, não há motivo para preocupações. Muitas vezes, a criança ainda está dentro do desenvolvimento previsto para sua faixa etária, e os colegas que estão um pouco avançados. “É preciso respeitar o tempo de cada um. O problema acontece quando a criança apresenta um déficit com relação às habilidades que já deveriam ter sido desenvolvidas em sua idade”. E, neste caso, conforme a especialista, é preciso estimulá-la um pouco mais em casa. Nos casos em que não há grandes avanços, recomenda-se a procura de um profissional.

http://noticias.r7.com/dino/jovem/pequenos-notaveis-como-proceder-quando-a-alfabetizacao-acontece-muito-cedo-20052015

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Dicas para descansar nos primeiros dias com o bebê

Dicas para descansar nos primeiros dias com o bebê.

Confira estratégias que ajudam a mãe a relaxar um pouco com o recém-nascido.

Sabemos que os primeiros dias com o recém-nascido não são nada fáceis. O pequeno acorda com frequência, a mãe ainda está se adaptando à amamentação e à nova vida. Contudo, é essencial que a mãe consiga descansar pelo menos um pouco. “Isto porque com o descanso a produção de leite para a amamentação é maior. Além disso, também ajuda a mulher a recuperar as energias dos momentos de tensão e expectativas vividos no final da gestação e no parto”, explica a enfermeira e berçarista Kelly Barros, do colégio Evolve de Educação Infantil.

Por isso, confira algumas atitudes que ajudam a mãe a descansar um pouco nos primeiros dias com o bebê:

Cochile com o bebê

O recém-nascido passa a maior parte do tempo dormindo, por isso, é importante que a mãe aproveite esses momentos para dormir também. “Assim, ela consegue recuperar suas energias e estar tranquila para os cuidados constantes com seu bebê”, diz Kelly Barros.

Participação do pai

É essencial que o pai participe dos cuidados com o bebê desde os primeiros dias de vida. A única atividade que ele não pode exercer é amamentar, contudo ele é plenamente capaz de trocar fraldas, dar banho, entre outras. Veja dicas de como o pai pode ser mais participativo na criação do bebê aqui.

Peça ajuda

Nos primeiros dias com o bebê, não tenha vergonha de pedir ajuda aos familiares e amigos. “O auxílio dos familiares é sempre bem-vindo, pois alivia a tensão e a preocupação da mãe e o bebê se sente acolhido e protegido por todos”, constata Kelly Barros. Entenda a importância dos avós na criação dos netos aqui.

Programe-se

Uma boa dica é preparar algumas refeições no final da gestação e deixá-las congeladas para serem consumidas nos primeiros dias com o bebê. “Pode ser uma boa ideia pela praticidade, porém a mãe deve se alimentar muito bem, e alimentos frescos e saudáveis também devem fazer parte da dieta, principalmente pelo fato de estar amamentando e se recuperando de um parto, seja ele normal ou cesárea”, orienta Kelly Barros.

Comece a criar uma rotina

As mães podem começar a criar uma rotina para ela e para o bebê, como horários para banho, visitas e cochilos. Veja outras dicas de como criar uma rotina para o bebê aqui.

Tudo em paz

É interessante que a mãe procure se manter o mais tranquila dentro do possível. “Também é importante manter a paz no ambiente”, afirma Kelly Barros. Assim, evite músicas altas ou a televisão no volume máximo e visitas frequentes e com muitas pessoas.

http://bebemamae.com/materias/dicas-para-descansar-nos-primeiros-dias-com-o-bebe

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Como falar de morte com as crianças

Como falar de morte com as crianças

Sinceridade é o melhor caminho para abordar o assunto, por mais doloroso que seja.

Já reparou na quantidade de notícias ruins que os programas de TV mostram todos os dias? Crimes, tragédias, situações e violência e morte. A vantagem é que podemos escolher o que vemos e mais ainda, podemos evitar que as crianças assistam tais tipos de programas.

Mas há fatalidades que podem ocorrer na vida da gente e que nem sempre podemos preservar nossos filhos. É o caso, por exemplo, em que morre um parente próximo da família. Ou até mesmo um bichinho de estimação. Como contar e explicar para uma criança pequena o que é a morte?

O tema é delicado e, em muitos casos, os pais se usam de mentiras para poupar os filhos do sofrimento. No entanto, de acordo com especialistas, a medida tem justamente o efeito contrário, prolongando a dor.

“Quando não sabemos o que realmente aconteceu, imaginamos. E a imaginação é poderosa, tem asas que alcançam voos altos e seguem o rumo de nossas apreensões e emoções. Nada mais saudável que saber a verdade, por mais dura que possa ser, pois nos permite lidar com a realidade como ela é, sem armadilhas”, explica a psicóloga Ana Cássia Maturano.

Isso significa que dizer que “o vovô foi viajar” ou que o “cachorro fugiu” não são as opções mais adequadas. Para a educadora Jurema Esteban, diretora do colégio Evolve, a sinceridade é o melhor caminho. Os pais devem, então, deixar claro que a pessoa morreu e não voltará mais.

A partir desse ponto, cada criança reagirá de uma forma – e os pais devem estar prontos para lidar com a situação.

“As explicações devem seguir o curso de sua curiosidade”, ensina Jurema. “Algumas crianças farão muitas perguntas como, por exemplo, o que acontece depois da morte. O melhor é sermos francos e honestos. Se não soubermos o que responder, devemos dizer isso.”

E a escola?

O que pode ajudar nesse processo de compreensão e aceitação da morte é um apoio mútuo entre familiares e professores. De acordo com a diretora do Evolve, o papel da escola nesses casos é fundamental e pode acelerar a superação.

“O trabalho em conjunto com a família ajuda a superar a crise com mais facilidade, principalmente quando envolve crianças muito pequenas.”

A especialista também sugere a utilização de livros que abordem o tema de forma lúdica. O universo das histórias pode ser grande aliado de pais e professores nesses momentos. “Quando a criança está passando por um momento de luto, os livros mais indicados são aqueles que mostram que a perda e tristeza podem ser transformadas em boas lembranças”.

http://www.chrisflores.net/comportamento/24/materia/4843/comofalardemortecomascriancas.html

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Desfralde – A hora certa de tirar a fralda dos bebês

A hora certa de tirar a fralda dos bebês

Quando a criança se aproxima dos 2 anos, é chegado o momento de iniciar o processo de retirada da fralda. Um processo difícil e que exige paciência e comprometimento dos pais e, no caso das crianças que frequentam colégios infantis, também dos educadores.
Com pais e mães trabalhando em período integral, aumenta a necessidade de deixar o filho sob o cuidado de profissionais também durante todo o dia. Por isso, o processo de desfralde exige um trabalho em conjunto, pautado pelo diálogo, como explica a pedagoga e diretora do Colégio Evolve, Jurema Esteban. “Pais e educadores devem avaliar, juntos, se a criança está preparada e também se os pais se encontram num momento propício.”
Para fazer essa análise, a psicóloga e coordenadora do Colégio Madre Alix, Susana Ório, explica que alguns critérios podem ajudar. “Os pais devem avaliar a maturidade psicóloga da criança. Uma dica é notar se ela já desenvolveu certa coordenação motora e se já tem a percepção que está com vontade de ir ao banheiro.”
Se pais e educadores perceberem que é chegado o momento do desfralde, o processo deve ser gradativo. Além disso, devem estar preparados para que vários “escapes” aconteçam, até que a criança possa, finalmente, estar pronta para abandonar o uso da fralda.

A pedagoga Jurema Esteban ajuda com 5 dicas para o processo de desfralde:

1. Levar a criança regularmente ao banheiro, mesmo que ela não demonstre vontade;

2. Fazer elogios sempre que a criança utilizar o banheiro corretamente;

3. No caso de “escapes”, explicar, calmamente, que o lugar de xixi ou cocô é no vaso sanitário;

4. Vestir a criança com roupas que ela possa retirar com facilidade;

5. Esquecer as fraldas, ao menos durante o dia.

http://noticias.r7.com/dino/saude/a-hora-certa-de-tirar-a-fralda-dos-bebes-17042015

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Grupo de pais no Whatsapp

Nada de chateação: grupo de WhatsApp dá tranquilidade a pais

Conversas em grupos através do aplicativo se tornam meio de comunicação entre mães e pais

Nada de bilhetes na agenda ou reunião de pais – a moda agora, entre quem tem filhos no mesmo colégio, é se comunicar por meio de redes sociais como o Facebook e por aplicativos de troca de mensagens, como o WhatsApp. De temas de estudo a eventos da escola, passando até pela troca de uniformes, tudo é discutido no ambiente virtual.

As pautas do grupo de WhatsApp das mães do 2º ano do ensino fundamental do Colégio Farroupilha, de Porto Alegre, dão uma medida de quão variados são os temas tratados nesses grupos. “A maioria dos assuntos tem a ver com os nossos filhos, mas a gente fala de tudo! Nas eleições, rolou muito papo eleitoral. Nas manifestações também, quem ia, quem não ia”, explica Daniela Cidade, jornalista e mãe da Sofia, 7 anos. “Esses dias, discutíamos se o recreio deveria ser livre ou se a escola deveria propor brincadeiras, como era no ano passado”, diz. Um piquenique também foi organizado com ajuda do aplicativo.

O grupo começou com as mães do 1º ano em abril de 2014 e continua ativo, conforme o progresso da vida escolar das crianças. Hoje, todas as 24 mães da turma fazem parte do grupo. “Foi o tempo de iniciar o primeiro ano e nos conhecermos melhor. Logo, alguém já se organizou e hoje sem dúvida é o principal meio de comunicação. Eu, por exemplo, raramente levo minha filha na escola, passo semanas sem colocar o pé na escola e acabo sempre sabendo de tudo, continuo informada.”

O que é falado no grupo dá conta e vai além do conteúdo oferecido pelas escolas oficialmente, seja pelo site ou pela página em redes sociais como o Facebook. “O grupo centraliza as informações que mais importam”, diz Ana Erthal, que é mãe, participa de um grupo no WhatsApp pra discutir os assuntos referentes à filha no 5º ano do Colégio Nossa Senhora das Graças, em Nova Friburgo (RJ), e é professora de Entretenimento Digital da ESPM Rio e doutoranda em novas tecnologias da comunicação pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). “Tínhamos um grupo no Facebook, mas a partir do momento que passamos a usar o WhatsApp, o Facebook morreu”, afirma.

Ana lembra que o grupo também ajuda os pais a terem uma visão mais ampla da vida do filho na escola. Antes desse recurso, as histórias sempre chegavam aos pais única e exclusivamente pelos filhos. No grupo, outras versões da mesma história aparecem e permitem que o pai perceba as nuances de uma história, o que o filho preferiu não contar e ao que deu mais atenção.

Grupos mistos
Em um dos grupos de mães dos quais Janaína Teixeira, consultora na área de recursos humanos e mãe de Joana, 6, e Joaquim, 3, participa, são aceitas mães com filhos de todas as idades, mas sempre da mesma escola. “Tenho amiga que tem filho no colegial e a minha está na educação infantil. É interessante porque vou passar por todas as coisas que ela já passou”, diz Janaína. A iniciativa também rendeu economia, já que mães de diferentes anos trocam uniformes entre si. “Combinamos tudo pelo WhatsApp”, afirma.

Foi pelo aplicativo que Janaína também conseguiu dar apoio a uma mãe que tinha matriculado as três filhas na escola. Ela foi logo incluída no grupo de WhatsApp e passou a ter acesso a preciosas dicas que agilizaram a integração das meninas.

Laços
“Com o grupo, comecei a ver que tinha muita coisa em comum com outras mães – afinal, temos filhos que não só tem a mesma idade, como estudam juntos na mesma escola. Fomos nos aproximando”, reforça Alessandra Herszkowicz Collodoro, empresária e mãe da Pietra, 2 anos, que estuda no Colégio Evolve, em São Paulo.

Por enquanto, o assunto ainda é os filhos. “O foco tem sido as crianças, a própria escola, a nossa troca de experiências dentro e fora da escola e muita coisa em comum com relação as crianças”, diz. “Tenho certeza que isso ainda vai mudar bastante e entraremos em assuntos mais variados”, estima.

Segundo Alessandra, o grupo surgiu quando duas mães enviaram bilhetes na agenda propondo a criação de um grupo para facilitar a interação entre os pais. “Foi uma adesão em massa, todas acharam a ideia muito válida e no dia seguinte ao bilhete, a gente já tinha criado o grupo”, conta. São 16 mães na turma e todas estão no grupo. “É um grupo bem intenso, mais até que grupos que tenho com a minha família. Vira quase um grupo de terapia”, confessa.

Confusão virtual
Mas nem tudo são flores no clubinho virtual de pais. A mãe de dois alunos de uma escola de educação infantil de Porto Alegre lembra de um caso de briga entre pais pelo WhatsApp. Durante os preparativos da formatura nessa pré-escola, uma das mães decidiu que o filho não participaria da festa e deu a entender que as outras mães eram fúteis por topar fazer a cerimônia. “Teve bate boca no WhatsApp e algumas mães acabaram saindo do grupo, foi um escândalo”, lembra essa mãe.

http://noticias.terra.com.br/educacao/nada-de-chateacao-grupo-de-whatsapp-da-tranquilidade-a-pais,617f01196716c410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

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