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Como escolher o berçário para o seu filho?

Como escolher o berçário para o seu filho
A decisão de colocar o filho no Ensino Infantil não é nada fácil. Separar-se da criança ou até mesmo do bebê é, em muitos casos, doloroso para os pais. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil – que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.

“Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível”, afirma Ana Cássia.

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.

Estímulos e desenvolvimento
Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm “pena” de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais – que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo – a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, em São Paulo, explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais – quando as cuidadoras cantam para as crianças.

O Colégio trabalha com um sistema que permite tanto que os pais deixem os filhos todos os dias no colégio quanto em dias específicos. Para Lisley Amado, coordenadora pedagógica do Evolve, quanto maior a frequência da criança melhores os resultados alcançados, já que é necessária uma adaptação às cuidadoras e ao ambiente, além da vivência de um projeto, possibilitando o desenvolvimento de forma mais ampla.

Escolas especializadas
O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil – ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. “É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola”, compara a especialista.

No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante – que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. “O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe”, diz Lisley Amado, coordenadora do Evolve.

http://criandocriancas.blogspot.com.br/2015/08/como-escolher-o-bercario-para-o-seu.html

Como escolher o berçário para o seu filho

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Como falar de morte com os alunos? Como abordar o tema em sala de aula?

Quando uma criança sofre uma perda – seja de um avô, de um tio ou até mesmo de um bichinho de estimação -, é muito importante que professores e familiares se apoiem, afinal, uma informação incorreta ou distorcida pode interferir na conscientização da perda e em sua aceitação. Contar uma mentira, dizer que a pessoa virou estrelinha ou que foi viajar somente prolongará o sofrimento da criança, que, quando se deparar com a verdade, vai se sentir enganada. Expor o assunto em toda a conversa é uma boa forma de identificar quais conceitos seus alunos possuem, se já passaram pela situação, como encaram a morte, o que se pode fazer para confortar alguém etc. Embora as crianças (sobretudo as mais novas) ainda não compreendam inteiramente a ideia de morte, o assunto deve ser discutido na escola para que elas tenham a oportunidade de trocar opiniões com os colegas e de encontrar apoio para encarar o sofrimento. Como o comportamento das pessoas ao redor interfere no enfrentamento das perdas, uma intervenção adequada no momento certo é de grande importância, podendo ajudar no encaminhamento do luto e no restabelecimento das condições emocionais dos pequenos.

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A importância de pedir ajuda para cuidar do recém-nascido

A importância de pedir ajuda para cuidar do recém-nascido

Veja também como o pai do bebê e seus familiares podem ajudar nos cuidados com o recém-nascido.

Contar com a ajuda do marido e familiares para cuidar do recém-nascido é essencial. Afinal, cuidar de um recém-nascido não é fácil, é preciso acordar com frequência, se adaptar à amamentação, à nova rotina e muito mais. “A mãe está no pós-parto e tem que lidar com muitas mudanças ao mesmo tempo. Como por exemplo as hormonais, que pode levar a um quadro de depressão agravado pela falta de sono. A própria alteração do período de sono. O novo papel que ela tem que desempenhar como mãe de um recém-nascido. E por aí vai…”, observa psicopedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil.

Com a ajuda de outras pessoas a mãe consegue encontrar tempo para cuidar de si mesma e descansar. Quando a mãe descansa um pouco, ela consegue recuperar as energias dos momentos de tensão e expectativas vividos no final da gestação e no parto. Até mesmo a produção de leite pode melhorar.

Como os outros podem ajudar

Desde a gestação é importante que a futura mamãe tenha consciência de que não há problemas em pedir ajuda e que ela não será uma mãe pior por causa disso.“Ela já deve ter em mente que não precisa ser uma supermãe e dar conta de tudo sozinha”, observa Rosângela Hasegawa.

A ajuda do pai

O pai do seu filho deve ser um grande aliado nos cuidados com o bebê desde o nascimento. A única coisa que os pais não podem fazer é amamentar, contudo, eles podem realizar a troca de fraldas, o banho, colocar para dormir, fazer massagens,dar colo e conversar com o bebê. “Combine com o pai do bebê coisas que ele possa fazer. Lembrando que ele é o pai e tem responsabilidade sobre aquele pequeno ser”, destaca Rosângela Hasegawa. Saiba mais sobre a importância da relação entre pai e bebê aqui. Apesar de não poderem amamentar, os pais podem ajudar a mãe na amamentação, veja como aqui.

Ajuda dos familiares

Caso seja possível é interessante que a sua mãe, sogra ou outro familiar com experiência em cuidar de bebês fique um tempo na casa da nova mamãe ou que a nova mamãe fique um tempo na casa deste familiar. “Elas criaram os pais do bebê em questão, mal ou bem sabem o que fazer. Também são interessantes os cursos de gestante oferecidos pelas maternidades”, diz Rosângela Hasegawa.

Caso seus familiares morem por perto, você pode pedir para eles passarem na sua casa em momentos cruciais, por exemplo, quando você quer tomar um banho ou na hora do almoço. “No que ela puder ter ajuda para cuidar de si em seus cuidados básicos, melhor. Estará mais disponível e descansada para cuidar do bebê”, destaca Rosangela Hasegawa. Desde este primeiro contato entre avós e netos é importante que os avós entendam seu papel e não tentem interferir na criação dos netos, especialmente quando seus posicionamentos são divergentes e podem gerar conflitos. Saiba mais sobre o papel dos avós aqui.

Por fim, é essencial falar sobre como está se sentindo para seu companheiro, familiares ou amigos. Não tenha medo de comunicar essas pessoas sobre as necessidades que está sentindo. Veja dicas de como descansar nos primeiros dias com o recém-nascido aqui.

http://bebemamae.com/materias/a-importancia-de-pedir-ajuda-pra-cuidar-do-recem-nascido

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Como ensinar seu filho a ser altruísta

Como ensinar seu filho a ser altruísta

Estudos indicam que solidariedade é uma característica desenvolvida, não inata; saiba como incentivar seu filho a esse comportamento.

O altruísmo, entendido como a inclinação a ajudar os outros, gera inúmeros debates entre o meio científico. Seria essa uma característica inata ou algo que desenvolvemos ao longo da vida? De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o mais provável é que a segunda opção esteja correta.

O estudo foi realizado com 34 bebês entre um e dois anos de idade e refutou uma pesquisa anterior que defendia que mesmo crianças nessa idade já apresentavam características altruístas.

Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, um pesquisador sentava-se junto à criança e rolava uma bola para frente e para trás, interagindo com ela. Já no segundo, havia duas bolas, uma para o bebê e uma para o pesquisador que, propositalmente, deixava que ela escapasse, para observar se a criança teria a iniciativa de ajudá-lo.

Os resultados do estudo demonstraram que as crianças do primeiro grupo, que brincavam com o pesquisador, tiveram probabilidade três vezes maior de ajudar do que as do segundo grupo, sugerindo que o altruísmo depende do estabelecimento de uma relação.

Desenvolvendo o altruísmo

Se o altruísmo não é uma característica inerente ao ser humano, isso significa que ele pode ser desenvolvido com o tempo. Segundo a psicopedagoga e diretora do Colégio Evolve, Rosângela Hasegawa, os pais exercem grande influência nesse processo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade, vão, aos poucos, interiorizando nas crianças posturas e virtudes”, afirma.

Por esse motivo, os pais devem buscar dar sempre bons exemplos, da mesma forma que devem evitar o incentivo a atitudes egoístas. “Quando, por exemplo, a criança traz um brinquedo quebrado de volta para casa, ela é cobrada por não cuidar das suas coisas. Numa próxima situação, a criança temerá que os amigos quebrem seu brinquedo”, explica Rosângela.

Para mostrar ao filho que o altruísmo é algo positivo, Rosângela Hasegawa sugere o incentivo ao compartilhamento dos brinquedos da criança, dizendo que o colega ficará contente em brincar com ele, ao passo que uma negativa significará deixá-lo triste. Livros que tratem do altruísmo também são indicados, e, acima de tudo, os pais devem adotar eles mesmos atitudes altruístas, como praticar doações. “Somos o exemplo e mostramos o quanto a pessoa que recebeu a caridade ficará feliz ao poder se alimentar, brincar, usar roupas e calçados novos.”

O que não é indicado, porém, é forçar a criança a adotar esse tipo de atitude. Segundo Rosângela, o ato de obrigar a criança a adotar essa postura faz com que ela não entenda o verdadeiro sentido da ação, associando a caridade a sentimentos negativos. “O que ficará marcado, nestes casos, será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada”, ressalta.

http://chrisflores.net/comportamento/24/materia/4921/solidariedade.html

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Medo do escuro: 8 dicas para ajudar seu filho

Medo do escuro: 8 dicas para ajudar seu filho

O medo da criança precisa ser respeitado.

Para algumas famílias, é rotina: o dia transcorre normalmente para os filhos, mas, chega a noite e, com ela, o medo do escuro. Na hora de dormir, só se for com o abajur ou, ainda, na cama dos pais, com alguma luz acesa por perto. Para passar a noite na casa da avó ou de um amigo é preciso planejar a presença de um dispositivo de luz por perto. O medo do escuro é comum na primeira infância, mas é possível ajudar a criança a sair mais cedo dessa situação que, sim, pode ser bastante aterrorizante para a criança e não deve nunca ser desrespeitada.

Para a pedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil, “o medo sentido pelas crianças é natural, pois vai ajudá-las a lidar com novas experiências e, ao mesmo tempo, protegê-las dos perigos”. É uma fase que costuma desaparecer por volta dos 6 anos, quando a criança passa a se sentir mais segura com seu entorno. Medos exagerados ou incapacitantes devem receber maior atenção. “Se preciso, os pais devem solicitar ajuda e ou orientação de profissionais especializados”, diz a pedagoga, que elaborou 8 dicas abaixo para ajudar os filhos a lidar com o medo da escuro.
1.Respeite o sentimento demonstrado pela criança, ou seja, o medo;
2.Mostre que é normal e que os adultos também conhecem esse sentimento;
3.Ouça a criança, explique o que está acontecendo e explore as diferentes formas de interpretar a situação;
4.Use objetos de estimação nas situações assustadoras, pois eles podem passar a sensação de proteção;
5.Coloque um abajur no quarto e, quando a criança adormecer, apague a luz;
6.Brinque usando um “faz de conta”, a partir das próprias fantasias, ou seja, crie histórias positivas com sombras na parede, com o barulho do balanço dos galhos das árvores, os latidos dos cachorros etc;
7.Não transmita seus próprios medos, reforçando o sentimento da criança;
8.Preste atenção no dia a dia da criança, verificando se o medo não está interferindo na rotina.

Seu filho tem medo na hora de dormir? Como você lida com isso?

https://piccolouniverse.com/pt/amar/2088-medo-do-escuro-8-dicas-para-ajudar-seu-filho

A fearful child

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Volta às aulas

Segundo especialistas, a readaptação deve começar uma semana antes em casa. E nada de cobrar os filhos em excesso logo nos primeiros dias.

Acabaram as férias da criançada e é hora de retornar para o período escolar.As responsabilidades voltam e o período exige a readaptação de horários para pais, mães e os filhos. O início das aulas, os amigos e professores novos, a ansiedade pelo novo ambiente escolar, a dificuldade de crianças e adolescentes “entrarem” no novo ritmo. Quer algumas dicas básicas para começar o ano bem e lidar com essa fase de maneira tranquila? Não encha os pequenos com várias cobranças logo no começo do ano e comece a readaptação um tempo antes do primeiro dia de aula.

Inclusive, neste caso, a dica da coordenadora pedagógica do Colégio Joana D Arc, em São Paulo, Cristina Carvalho, é que pais, mães e crianças comecem a reorganizar os novos horários, dormindo bem e na hora certa, cerca de uma semana antes das aulas voltarem. “Outra coisa importante é a alimentação, principalmente pela manhã. Antes de ir para a escola é fundamental que seu filho esteja alimentado, e esse é um ponto que muitos pais deixam passar. É preciso lembrar que ela vai ficar algumas horas em sala de aula e, portanto, uma boa alimentação pode fazer toda a diferença”, diz.

A psicóloga e psicopedagoga do Centro Crescendo e Acontecendo, Cynthia Wood Passianotto, também segue o mesmo raciocínio: começar os preparativos uma semana antes do início das aulas ajuda a regularizar a rotina da criança. “Nesta última semana de férias procure fazer, gradualmente, com que seu filho volte a ter mais disciplina com os horários. Assim ele vai sofrer menos no primeiro dia de aula. Pouco a pouco a criança deve voltar a dormir e acordar no horário, bem como ir diminuindo o horário do videogame e das brincadeiras para que se crie uma rotina de estudos escolares”, recomenda.

Que erros evitar nesse retorno às aulas?

Na avaliação de Cristina Carvalho, o erro principal dos pais é o excesso de cobrança. “Isso é o que gera ansiedade na criança. É preciso valorizar o lado positivo do estudo, aquilo que vai ser bom para elas, e também respeitar o ritmo de cada uma. Nós adultos devemos tornar as coisas mais leves, suavizar a rotina escolar. Os pais devem falar menos e deixar as crianças livres. Certamente isso vai diminuir a ansiedade e tornar as coisas bem mais fáceis “, opina Cristina.

Nada de despedidas longas e “dolorosas” na hora de deixar as crianças na escola. “Isso traduz a insegurança dos pais no momento de deixar a criança na escola”, conta Silvia Prado, coordenadora pedagógica do colégio Nossa Senhora do Morumbi. Cynthia Wood Passianotto considera um erro achar que o início do ano letivo será apenas a retomada do ano anterior. “Sendo que em um novo ano terão novas matérias, novo professor e mudanças que ocasionam ansiedade. Outro erro é achar que retomar a rotina escolar é algo fácil após as longas férias de verão, e que esta adaptação – se não for bem planejada – ocorrerá com facilidade”, afirma.

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Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

Sorrir estimula e incentiva ainda mais esse comportamento, segundo pedagoga. Confira orientações.

Você está com sua criança em algum local e, sem mais nem menos, ela solta um palavrão e logo na frente de outras pessoas. Entre a surpresa e a vergonha do momento, você repreende a criança e até a ameaça com algum castigo caso isso aconteça novamente. Existem estratégias que podem ajudar a criança a perder o interesse em utilizar essas palavras inadequadas. Uma delas, segunda a coordenadora pedagógica do Colégio Evolve, Lisley Amado, é evitar achar graça e sorrir quando a criança falar um palavrão.

“Muitos pais e mães cometem o erro de achar ‘engraçadinho’ a criança falar um palavrão. O problema é que, quando sorriem, estimulam e incentivam ainda mais esse comportamento”, opina.

Na avaliação da psicóloga e psicopedagoga clínica Cynthia Wood, muitas vezes a criança fala um palavrão para chamar a atenção dos pais e mães e, quanto mais estes a retrucam, mais a criança aumenta a quantidade de palavrões na tentativa de provocar. “Neste caso, tanto pais quanto mães devem verificar o porquê disso estar acontecendo”, observa.

O que fazer quando sua criança fala um palavrão pela primeira vez ou não abandona esse hábito de forma alguma?

http://www.tempodemulher.com.br/amor-e-sexo/pais-e-filhos/pais-e-maes-devem-evitar-achar-graca-quando-a-crianca-falar-um-palavrao_-saiba-o-que-fazer-

 

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

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