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Dia Nacional de Educação Infantil: escola e família devem ser parceiras

Pedagoga diz que a família deve ajudar a criança crescer como pessoa e a escola a desenvolvê-la integralmente

No Dia Nacional de Educação Infantil, comemorado nesta terça-feira (25), o programa Cotidiano traz a tona a discussão do que compete aos pais e o que compete às escolas. A pedagoga e diretora de colégio paulistano, Jurema Esteban, diz que a família deve ajudar a criança a crescer como pessoa e a escola ajudá-lo a se desenvolver integralmente, no seu aspecto físico, psicológico, intelectual, social, como um complemento da ação da família.

Segundo a pedagoga, o exemplo é a melhor forma de se educar, então, se os pais dão bons exemplos em casa, essa criança absolve e traz para a escola. Ela diz que com essa vida moderna, em que os pais deixam a criança na escola de manhã e só buscam à noite, a educação fica por conta da escola, mas há um limite que a escola não consegue ultrapassar.

Jurena Esteban diz que só vamos mudar o país para melhor por meio da educação, e por isso tem que haver parceria entre a escola e a família, para complementar a formação da criança junto à família.

A pedagoga explica ainda as linhas pedagógicas mais utilizadas pelas escolas: “as linhas tradicionais são as que o professor ensina e o aluno tem que corresponder se ele aprendeu ou não, através das provas. A linha construtivista, que hoje em dia é o que mais se aplica nas escolas modernas de educação infantil, se acredita que a criança chega e já tem um conhecimento de vida, e traz um histórico da família, vocabulário, então ela vai compartilhar com os coleguinhas o que ela já sabe, e também vai aprender com os colegas”, esclarece.

Confira a análise sobre o binômio escola família nesta entrevista ao Cotidiano, apresentado por Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília que ao ar de segunda a sexta-feira, às 14h.

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Fonoaudióloga

Com muita alegria, recebemos no Evolve, Viviane Gurfinkel, fonoaudióloga, para um bate papo com as famílias.

Viviane é especialista em Motricidade Orofacial e Fisiologia aplicada à Fonoaudiologia.
É Presidente da Diretoria Executiva da ASSIMP – Associação Internacional do Método Padovan.
Trabalha com Beatriz Padovan desde 1984.

O método Padovan pode ser aplicado como reabilitação ou prevenção/manutenção de todas as funções motoras e cognitivas.
Utiliza-se o Método Padovan de Reorganização Neurofucional para recuperar funções perdidas, funções nunca adquiridas, ou ainda para preparar o organismo para que possa adquirir funções e capacidades para as quais tenha potencial e que, por falta de estímulos ou por outro motivo qualquer, não tenha tido a oportunidade de se manifestar.

A técnica pode ser aplicada em todas as faixas etárias, do bebê à terceira idade, com excelentes resultados.

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Ética na Infância – Jurema Esteban na RedeVida

Ética na Infância

Dalcides Biscalquin, apresentador do Programa Escolhas da Vida, na Rede Vida TV, mais uma vez nos convida para falarmos em seu programa sobre ética na infância.

Jurema Esteban, Gestora e Diretora Pedagógica do Colégio Evolve fala sobre o tema e orienta os pais qual a melhor forma de trabalhar o assunto junto as crianças

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Como escolher o berçário para o seu filho?

Como escolher o berçário para o seu filho
A decisão de colocar o filho no Ensino Infantil não é nada fácil. Separar-se da criança ou até mesmo do bebê é, em muitos casos, doloroso para os pais. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil – que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.

“Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível”, afirma Ana Cássia.

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.

Estímulos e desenvolvimento
Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm “pena” de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais – que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo – a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, em São Paulo, explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais – quando as cuidadoras cantam para as crianças.

O Colégio trabalha com um sistema que permite tanto que os pais deixem os filhos todos os dias no colégio quanto em dias específicos. Para Lisley Amado, coordenadora pedagógica do Evolve, quanto maior a frequência da criança melhores os resultados alcançados, já que é necessária uma adaptação às cuidadoras e ao ambiente, além da vivência de um projeto, possibilitando o desenvolvimento de forma mais ampla.

Escolas especializadas
O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil – ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. “É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola”, compara a especialista.

No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante – que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. “O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe”, diz Lisley Amado, coordenadora do Evolve.

http://criandocriancas.blogspot.com.br/2015/08/como-escolher-o-bercario-para-o-seu.html

Como escolher o berçário para o seu filho

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Como falar de morte com os alunos? Como abordar o tema em sala de aula?

Quando uma criança sofre uma perda – seja de um avô, de um tio ou até mesmo de um bichinho de estimação -, é muito importante que professores e familiares se apoiem, afinal, uma informação incorreta ou distorcida pode interferir na conscientização da perda e em sua aceitação. Contar uma mentira, dizer que a pessoa virou estrelinha ou que foi viajar somente prolongará o sofrimento da criança, que, quando se deparar com a verdade, vai se sentir enganada. Expor o assunto em toda a conversa é uma boa forma de identificar quais conceitos seus alunos possuem, se já passaram pela situação, como encaram a morte, o que se pode fazer para confortar alguém etc. Embora as crianças (sobretudo as mais novas) ainda não compreendam inteiramente a ideia de morte, o assunto deve ser discutido na escola para que elas tenham a oportunidade de trocar opiniões com os colegas e de encontrar apoio para encarar o sofrimento. Como o comportamento das pessoas ao redor interfere no enfrentamento das perdas, uma intervenção adequada no momento certo é de grande importância, podendo ajudar no encaminhamento do luto e no restabelecimento das condições emocionais dos pequenos.

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A importância de pedir ajuda para cuidar do recém-nascido

A importância de pedir ajuda para cuidar do recém-nascido

Veja também como o pai do bebê e seus familiares podem ajudar nos cuidados com o recém-nascido.

Contar com a ajuda do marido e familiares para cuidar do recém-nascido é essencial. Afinal, cuidar de um recém-nascido não é fácil, é preciso acordar com frequência, se adaptar à amamentação, à nova rotina e muito mais. “A mãe está no pós-parto e tem que lidar com muitas mudanças ao mesmo tempo. Como por exemplo as hormonais, que pode levar a um quadro de depressão agravado pela falta de sono. A própria alteração do período de sono. O novo papel que ela tem que desempenhar como mãe de um recém-nascido. E por aí vai…”, observa psicopedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil.

Com a ajuda de outras pessoas a mãe consegue encontrar tempo para cuidar de si mesma e descansar. Quando a mãe descansa um pouco, ela consegue recuperar as energias dos momentos de tensão e expectativas vividos no final da gestação e no parto. Até mesmo a produção de leite pode melhorar.

Como os outros podem ajudar

Desde a gestação é importante que a futura mamãe tenha consciência de que não há problemas em pedir ajuda e que ela não será uma mãe pior por causa disso.“Ela já deve ter em mente que não precisa ser uma supermãe e dar conta de tudo sozinha”, observa Rosângela Hasegawa.

A ajuda do pai

O pai do seu filho deve ser um grande aliado nos cuidados com o bebê desde o nascimento. A única coisa que os pais não podem fazer é amamentar, contudo, eles podem realizar a troca de fraldas, o banho, colocar para dormir, fazer massagens,dar colo e conversar com o bebê. “Combine com o pai do bebê coisas que ele possa fazer. Lembrando que ele é o pai e tem responsabilidade sobre aquele pequeno ser”, destaca Rosângela Hasegawa. Saiba mais sobre a importância da relação entre pai e bebê aqui. Apesar de não poderem amamentar, os pais podem ajudar a mãe na amamentação, veja como aqui.

Ajuda dos familiares

Caso seja possível é interessante que a sua mãe, sogra ou outro familiar com experiência em cuidar de bebês fique um tempo na casa da nova mamãe ou que a nova mamãe fique um tempo na casa deste familiar. “Elas criaram os pais do bebê em questão, mal ou bem sabem o que fazer. Também são interessantes os cursos de gestante oferecidos pelas maternidades”, diz Rosângela Hasegawa.

Caso seus familiares morem por perto, você pode pedir para eles passarem na sua casa em momentos cruciais, por exemplo, quando você quer tomar um banho ou na hora do almoço. “No que ela puder ter ajuda para cuidar de si em seus cuidados básicos, melhor. Estará mais disponível e descansada para cuidar do bebê”, destaca Rosangela Hasegawa. Desde este primeiro contato entre avós e netos é importante que os avós entendam seu papel e não tentem interferir na criação dos netos, especialmente quando seus posicionamentos são divergentes e podem gerar conflitos. Saiba mais sobre o papel dos avós aqui.

Por fim, é essencial falar sobre como está se sentindo para seu companheiro, familiares ou amigos. Não tenha medo de comunicar essas pessoas sobre as necessidades que está sentindo. Veja dicas de como descansar nos primeiros dias com o recém-nascido aqui.

http://bebemamae.com/materias/a-importancia-de-pedir-ajuda-pra-cuidar-do-recem-nascido

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Como ensinar seu filho a ser altruísta

Como ensinar seu filho a ser altruísta

Estudos indicam que solidariedade é uma característica desenvolvida, não inata; saiba como incentivar seu filho a esse comportamento.

O altruísmo, entendido como a inclinação a ajudar os outros, gera inúmeros debates entre o meio científico. Seria essa uma característica inata ou algo que desenvolvemos ao longo da vida? De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o mais provável é que a segunda opção esteja correta.

O estudo foi realizado com 34 bebês entre um e dois anos de idade e refutou uma pesquisa anterior que defendia que mesmo crianças nessa idade já apresentavam características altruístas.

Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, um pesquisador sentava-se junto à criança e rolava uma bola para frente e para trás, interagindo com ela. Já no segundo, havia duas bolas, uma para o bebê e uma para o pesquisador que, propositalmente, deixava que ela escapasse, para observar se a criança teria a iniciativa de ajudá-lo.

Os resultados do estudo demonstraram que as crianças do primeiro grupo, que brincavam com o pesquisador, tiveram probabilidade três vezes maior de ajudar do que as do segundo grupo, sugerindo que o altruísmo depende do estabelecimento de uma relação.

Desenvolvendo o altruísmo

Se o altruísmo não é uma característica inerente ao ser humano, isso significa que ele pode ser desenvolvido com o tempo. Segundo a psicopedagoga e diretora do Colégio Evolve, Rosângela Hasegawa, os pais exercem grande influência nesse processo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade, vão, aos poucos, interiorizando nas crianças posturas e virtudes”, afirma.

Por esse motivo, os pais devem buscar dar sempre bons exemplos, da mesma forma que devem evitar o incentivo a atitudes egoístas. “Quando, por exemplo, a criança traz um brinquedo quebrado de volta para casa, ela é cobrada por não cuidar das suas coisas. Numa próxima situação, a criança temerá que os amigos quebrem seu brinquedo”, explica Rosângela.

Para mostrar ao filho que o altruísmo é algo positivo, Rosângela Hasegawa sugere o incentivo ao compartilhamento dos brinquedos da criança, dizendo que o colega ficará contente em brincar com ele, ao passo que uma negativa significará deixá-lo triste. Livros que tratem do altruísmo também são indicados, e, acima de tudo, os pais devem adotar eles mesmos atitudes altruístas, como praticar doações. “Somos o exemplo e mostramos o quanto a pessoa que recebeu a caridade ficará feliz ao poder se alimentar, brincar, usar roupas e calçados novos.”

O que não é indicado, porém, é forçar a criança a adotar esse tipo de atitude. Segundo Rosângela, o ato de obrigar a criança a adotar essa postura faz com que ela não entenda o verdadeiro sentido da ação, associando a caridade a sentimentos negativos. “O que ficará marcado, nestes casos, será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada”, ressalta.

http://chrisflores.net/comportamento/24/materia/4921/solidariedade.html

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