Trabalhando os sentimentos- Alegria

Trabalhando os sentimentos- Alegria

Novembro chegou! E com ele, a motivação e a satisfação de trabalharmos a Alegria, com todos os nossos alunos.

Vale a pena conhecer o conceito de alegria para alguns poetas, filósofos,compositores.

Para o poeta inglês William Shakespeare, a alegria evita mil males e prolonga a vida.

Arthur Schopenhauer, filósofo alemão disse: A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças, do que nos nossos bolsos.

Para Vinicius de Moraes: a alegria é uma luz no coração. Já para a Olivia
Menezes de Souza, 04 anos, aluna do Evolve, a alegria é diversão, é gostar de todo mundo.

Temos uma predisposição natural para sermos alegres, durante a infância.
Nossas lembranças de momentos felizes são tão abundantes e plenas, que é fácil identificar numerosas imagens que a traduzem: mergulhar numa onda para pegar jacaré, pular corda, balançar, viajar…

Com a idade, os bons momentos costumam escassear e são cada vez mais
intercalados por emoções como tristeza, desencanto, amargura. Mas o que será que temos de tão precioso, quando crianças, que perdemos durante a vida?

A primeira resposta: vitalidade.
“O contrário da alegria não é a tristeza. É a falta de energia vital”, afirma
categoricamente o pensador e professor gaúcho Mário Sergio Cortela, sendo muito importante destacar essa diferença. 
No campo da biologia, temos de entender que os estados emocionais positivos, como a alegria, a gratidão e a compaixão, criam um padrão neuronal positivo.

Enfim, uma pessoa alegre é aquela que é capaz de entrar em contato com suas emoções e expressá-las com gentileza e intensidade.

Temos três alternativas básicas na maneira de olhar a vida: ou a consideramos plena e cheia de sentido, ou a vemos como triste e traiçoeira, ou ainda a encaramos como uma mistura agridoce das duas coisas.

As três maneiras têm o seu momento justo, mas aquela que nos aproxima mais do jeito de ser de uma criança é olhar para o mundo com um coração novo em folha. E o que quer dizer isso exatamente? É colocar-se em estado de descoberta por tudo o que acontece.

Você já reparou que quando estamos alegres somos capazes de rir de qualquer bobagem? Então, é preciso redescobrir o encantamento que nos cerca.

Para exercitar essa nova possibilidade, é possível começar com algo simples,como, por exemplo, deter sua atenção nos processos da natureza, como deitar no gramado e observar as formiguinhas. Procurar um arco-íris no céu, depois da chuva.

Alegria x felicidade
“A pesquisa me ensinou que felicidade e alegria são experiências diferentes”,nos diz a pesquisadora Brené Brown. Ela afirma que a felicidade está ligada às circunstâncias, enquanto a alegria está relacionada ao espírito e à gratidão de estarmos vivos. “As duas experiências vão e vem. Ninguém é feliz ou alegre o tempo todo. Porém, ambas são importantes para nós. ”  

Além de todas as reflexões feitas, por meio deste texto, ressaltamos que uma atitude importante a ser trabalhada também é a resiliência.
É ela que nos faz suportar os momentos não tão alegres, auxiliando-nos a
construir uma nova possibilidade de alegria, sem perder o equilíbrio.

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