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Desfralde – A hora certa de tirar a fralda dos bebês

A hora certa de tirar a fralda dos bebês

Quando a criança se aproxima dos 2 anos, é chegado o momento de iniciar o processo de retirada da fralda. Um processo difícil e que exige paciência e comprometimento dos pais e, no caso das crianças que frequentam colégios infantis, também dos educadores.
Com pais e mães trabalhando em período integral, aumenta a necessidade de deixar o filho sob o cuidado de profissionais também durante todo o dia. Por isso, o processo de desfralde exige um trabalho em conjunto, pautado pelo diálogo, como explica a pedagoga e diretora do Colégio Evolve, Jurema Esteban. “Pais e educadores devem avaliar, juntos, se a criança está preparada e também se os pais se encontram num momento propício.”
Para fazer essa análise, a psicóloga e coordenadora do Colégio Madre Alix, Susana Ório, explica que alguns critérios podem ajudar. “Os pais devem avaliar a maturidade psicóloga da criança. Uma dica é notar se ela já desenvolveu certa coordenação motora e se já tem a percepção que está com vontade de ir ao banheiro.”
Se pais e educadores perceberem que é chegado o momento do desfralde, o processo deve ser gradativo. Além disso, devem estar preparados para que vários “escapes” aconteçam, até que a criança possa, finalmente, estar pronta para abandonar o uso da fralda.

A pedagoga Jurema Esteban ajuda com 5 dicas para o processo de desfralde:

1. Levar a criança regularmente ao banheiro, mesmo que ela não demonstre vontade;

2. Fazer elogios sempre que a criança utilizar o banheiro corretamente;

3. No caso de “escapes”, explicar, calmamente, que o lugar de xixi ou cocô é no vaso sanitário;

4. Vestir a criança com roupas que ela possa retirar com facilidade;

5. Esquecer as fraldas, ao menos durante o dia.

http://noticias.r7.com/dino/saude/a-hora-certa-de-tirar-a-fralda-dos-bebes-17042015

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Grupo de pais no Whatsapp

Nada de chateação: grupo de WhatsApp dá tranquilidade a pais

Conversas em grupos através do aplicativo se tornam meio de comunicação entre mães e pais

Nada de bilhetes na agenda ou reunião de pais – a moda agora, entre quem tem filhos no mesmo colégio, é se comunicar por meio de redes sociais como o Facebook e por aplicativos de troca de mensagens, como o WhatsApp. De temas de estudo a eventos da escola, passando até pela troca de uniformes, tudo é discutido no ambiente virtual.

As pautas do grupo de WhatsApp das mães do 2º ano do ensino fundamental do Colégio Farroupilha, de Porto Alegre, dão uma medida de quão variados são os temas tratados nesses grupos. “A maioria dos assuntos tem a ver com os nossos filhos, mas a gente fala de tudo! Nas eleições, rolou muito papo eleitoral. Nas manifestações também, quem ia, quem não ia”, explica Daniela Cidade, jornalista e mãe da Sofia, 7 anos. “Esses dias, discutíamos se o recreio deveria ser livre ou se a escola deveria propor brincadeiras, como era no ano passado”, diz. Um piquenique também foi organizado com ajuda do aplicativo.

O grupo começou com as mães do 1º ano em abril de 2014 e continua ativo, conforme o progresso da vida escolar das crianças. Hoje, todas as 24 mães da turma fazem parte do grupo. “Foi o tempo de iniciar o primeiro ano e nos conhecermos melhor. Logo, alguém já se organizou e hoje sem dúvida é o principal meio de comunicação. Eu, por exemplo, raramente levo minha filha na escola, passo semanas sem colocar o pé na escola e acabo sempre sabendo de tudo, continuo informada.”

O que é falado no grupo dá conta e vai além do conteúdo oferecido pelas escolas oficialmente, seja pelo site ou pela página em redes sociais como o Facebook. “O grupo centraliza as informações que mais importam”, diz Ana Erthal, que é mãe, participa de um grupo no WhatsApp pra discutir os assuntos referentes à filha no 5º ano do Colégio Nossa Senhora das Graças, em Nova Friburgo (RJ), e é professora de Entretenimento Digital da ESPM Rio e doutoranda em novas tecnologias da comunicação pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). “Tínhamos um grupo no Facebook, mas a partir do momento que passamos a usar o WhatsApp, o Facebook morreu”, afirma.

Ana lembra que o grupo também ajuda os pais a terem uma visão mais ampla da vida do filho na escola. Antes desse recurso, as histórias sempre chegavam aos pais única e exclusivamente pelos filhos. No grupo, outras versões da mesma história aparecem e permitem que o pai perceba as nuances de uma história, o que o filho preferiu não contar e ao que deu mais atenção.

Grupos mistos
Em um dos grupos de mães dos quais Janaína Teixeira, consultora na área de recursos humanos e mãe de Joana, 6, e Joaquim, 3, participa, são aceitas mães com filhos de todas as idades, mas sempre da mesma escola. “Tenho amiga que tem filho no colegial e a minha está na educação infantil. É interessante porque vou passar por todas as coisas que ela já passou”, diz Janaína. A iniciativa também rendeu economia, já que mães de diferentes anos trocam uniformes entre si. “Combinamos tudo pelo WhatsApp”, afirma.

Foi pelo aplicativo que Janaína também conseguiu dar apoio a uma mãe que tinha matriculado as três filhas na escola. Ela foi logo incluída no grupo de WhatsApp e passou a ter acesso a preciosas dicas que agilizaram a integração das meninas.

Laços
“Com o grupo, comecei a ver que tinha muita coisa em comum com outras mães – afinal, temos filhos que não só tem a mesma idade, como estudam juntos na mesma escola. Fomos nos aproximando”, reforça Alessandra Herszkowicz Collodoro, empresária e mãe da Pietra, 2 anos, que estuda no Colégio Evolve, em São Paulo.

Por enquanto, o assunto ainda é os filhos. “O foco tem sido as crianças, a própria escola, a nossa troca de experiências dentro e fora da escola e muita coisa em comum com relação as crianças”, diz. “Tenho certeza que isso ainda vai mudar bastante e entraremos em assuntos mais variados”, estima.

Segundo Alessandra, o grupo surgiu quando duas mães enviaram bilhetes na agenda propondo a criação de um grupo para facilitar a interação entre os pais. “Foi uma adesão em massa, todas acharam a ideia muito válida e no dia seguinte ao bilhete, a gente já tinha criado o grupo”, conta. São 16 mães na turma e todas estão no grupo. “É um grupo bem intenso, mais até que grupos que tenho com a minha família. Vira quase um grupo de terapia”, confessa.

Confusão virtual
Mas nem tudo são flores no clubinho virtual de pais. A mãe de dois alunos de uma escola de educação infantil de Porto Alegre lembra de um caso de briga entre pais pelo WhatsApp. Durante os preparativos da formatura nessa pré-escola, uma das mães decidiu que o filho não participaria da festa e deu a entender que as outras mães eram fúteis por topar fazer a cerimônia. “Teve bate boca no WhatsApp e algumas mães acabaram saindo do grupo, foi um escândalo”, lembra essa mãe.

http://noticias.terra.com.br/educacao/nada-de-chateacao-grupo-de-whatsapp-da-tranquilidade-a-pais,617f01196716c410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

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Como tirar a chupeta do bebê

Como tirar a chupeta do bebê

Três especialistas dão dicas de como fazer seu filho deixar de usar o acessório de uma vez por todas

Oferecer a chupeta ao bebê é uma das maneiras mais eficazes de acalmá-lo. Esse talvez seja um consenso entre as mães e pais, que, ao verem o filho chorar, acabam enxergando no acessório um poderoso aliado.

Por outro lado, existe uma grande preocupação com possíveis malefícios causados pela chupeta e dúvidas com relação à hora certa de tirar o hábito dos pequenos. A boa notícia é que, até certa idade, se a chupeta atender a certos requisitos, como possuir material e formato adequados, seu uso é permitido, afirma Angélica Musa, dentista e especialista em gestão de saúde na Markiodonto Assistência Odontológica. “Atendendo esses requisitos, dentro dessa constatação de que pode acalmar, não podemos considerar que seja nociva.”

Angélica explica que, apesar de não ser considerada nociva, deve se restringir até a criança completar, no máximo, dois anos e meio. Estender seu uso pode gerar má formação óssea, comprometendo a formação do palato (céu da boca), que fica mais fundo.

“Se o uso é permanente e a chupeta tem um formato que não seja ortodôntico, acaba fazendo com que o palato fique ogival, fundo, e as crianças ficam com os dentes proeminentes, pra frente”, explica a especialista.

Hora de tirar

Quando a criança atinge por volta de um ano e meio de idade é aconselhável iniciar o processo de retirada da chupeta.
“O processo deve ser gradativo”, explica Jurema Esteban, pedagoga e diretora do Colégio Evolve. Ela explica que isso pode ser feito por meio de um trato com a criança, que só poderá usar a chupeta durante a noite, para dormir.

“Depois, para tirar efetivamente, a chupeta pode ser substituída por um bichinho de pelúcia, ou pode-se contar a historinha de dar a chupeta para o coelhinho da páscoa, para o Papai Noel”, ensina a diretora pedagógica. Para ela, também vale a estratégia de conversar e dizer que a criança já está crescendo, que não é mais um bebê. “Essas táticas costumam funcionar muito bem”.

Após a retirada da chupeta, não é aconselhável voltar atrás, afirma Jurema. “Aí tem que acabar com as chupetas de casa, da casa da vovó. Para na hora que tirar, tirar de vez”, ensina. Outra estratégia é fazer furinhos no bico, que perderá a sucção e, consequentemente, diminuirá o interesse da criança por ela, afirma a dentista Angélica.

Chupetas personalizadas

Diante do uso da chupeta quase como um acessório, surgiram no mercado chupetas customizadas, com pedrinhas de strass coladas em sua parte externa. Apesar da beleza ou do estilo desses modelos, seu uso não é indicado, pois pode oferecer riscos.

“Essas pedrinhas podem se soltar e o bebê aspirar”, explica Yechiel Moises Chencinski, pediatra da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Outros problemas apontados pelo pediatra são o risco das fitas que se prendem as chupetas asfixiarem o bebê, ou as tintas usadas em sua confecção serem alergênicas.

Acompanhamento profissional

Para que tanto o uso da chupeta quanto o processo de sua retirada possam ocorrer de forma segura e sem traumas, o mais indicado é que os pais procurem o pediatra e o odontopediatra, que poderão orientar os pais.

“Assim que nasce o primeiro dente, recomenda-se uma primeira consulta com odontopediatra (o especialista em crianças) para orientação a respeito de escovação, pastas, flúor e limitações e acompanhamento em caso de uso de chupetas”, afirma Yechiel.

http://chrisflores.net/bebes/35/materia/4733/chupeta.html

chupeta

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Reflexologia para Crianças

Neste mês de março, trabalhando a cultura oriental, o Colégio Evolve introduz mais um aprendizado, o da técnica milenar oriental, a Massagem Reflexologia para crianças .
Rosângela Hasegawa, mantenedora do Evolve, entrevista a psicoterapeuta Dra. Etles, especialista em massagem para crianças.
Etles transmitirá aos nossos pequeninos alunos a forma básica e prática dessa automassagem, que muito contribuirá para seu desenvolvimento.
A técnica é simples, muito prática e lúdica, a criança aprende brincando e terá vontade de trocar e ensinar essa forma de brincar aos pais, irmãos, amiguinhos e pessoas de seu convívio.
O toque é a mais sublime forma de trocar carinho e amor.

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Final da licença maternidade

Está acabando a licença maternidade? Dicas para quem pretende deixar o bebê no berçário

A decisão de colocar o filho no Ensino Infantil não é nada fácil. Separar-se da criança ou até mesmo do bebê é, em muitos casos, doloroso para os pais. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil – que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.
“Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível”, afirma Ana Cássia.

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.
Estímulos e desenvolvimento

Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm “pena” de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais – que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo – a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, (de SP), explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais – quando as cuidadoras cantam para as crianças.

Escolas especializadas
O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil – ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. “É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola”, compara a especialista.
No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante – que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. “O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe”, diz Lisley Amado.

Informações:

Ana Cássia Maturano
Psicóloga e psicopedagoga clínica, coautora do livro Puericultura Princípios e Práticas (Editora Atheneu)

http://www.brasiliakids.com.br/

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Como escolher a escola para o seu Filho

Sem estresse na hora de escolher o berçário do seu filho
Está acabando sua licença maternidade? Saiba tudo o que levar em conta antes de decidir quem cuidará do seu bebê enquanto você trabalha.

Se tem um assunto que deixa apertado o coração de qualquer mamãe é justamente o momento em que precisa voltar ao trabalho e deixar o bebê na creche. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil – que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.

“Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível”, afirma Ana Cássia.

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.

Estímulos e desenvolvimento

Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm “pena” de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais – que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo – a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, em São Paulo, explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais – quando as cuidadoras cantam para as crianças.

Para Lisley Amado, coordenadora pedagógica do Evolve, quanto maior a frequência da criança melhores os resultados alcançados, já que é necessária uma adaptação às cuidadoras e ao ambiente, além da vivência de um projeto, possibilitando o desenvolvimento de forma mais ampla.

Escolas especializadas

O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil – ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. “É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola”, compara a especialista.

No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante – que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. “O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe”, diz Lisley Amado, coordenadora do Evolve.

http://www.chrisflores.net/seubolso/14/materia/4708/novarotina.html

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Pais falantes estimulam os filhos a falarem mais cedo.

PAIS FALANTES ESTIMULAM OS FILHOS A FALAREM MAIS CEDO. SAIBA MAIS!
Especialistas alertam que algumas crianças não falam cedo porque podem ter algum probleminha na audição. Otorrino e fono devem ser aliados nessa hora. Confira!

Ficar na expectativa para que o bebê fale as primeiras palavras é algo muito aguardado pelos pais. E apesar de algumas crianças demorarem um pouco mais na formação das primeiras sílabas, isso não deve ser encarado como um problema, ok? Isso porque os especialistas alertam que cada criança tem seu tempo para desenvolver as habilidades próprias. Sem contar que, sem perceber, algumas atitudes de pais e mães também podem atrapalhar esse desenvolvimento da linguagem da criança. Alguns deles é reforçar a palavra errada que o filho acabou de dizer, além de pronunciar palavras no diminutivo, inventar nomes para objetos de uso da criança ou mesmo criar um vocabulário dentro da família com as palavras erradas ditas pela criança. Portanto, antes de continuar a leitura jpa elimine do vocabulário a tão conhecida “tetê”. O correto é dizer “mamadeira”.

“Antecipar a palavra que a criança vai dizer ou entregar o que ela pede só porque ela está apontando também são práticas que facilitam para o adulto, mas não favorecem o aprendizado do pequeno. Podemos estimular isso desde a barriga da mãe. Muitas pesquisas têm demonstrado que a criança está imersa em sons e linguagem desde os primeiros meses de gestação. Fale com seu filho, ouça música, conte histórias a ele e continue com esses hábitos durante a vida”, recomenda Georgia Vassimon, professora do curso de Especialização Formação em Psicopedagogia do Instituto Sedes Sapientiae.

LEIA AINDA: 7 dicas para facilitar a volta às aulas das crianças

E muito cuidado. A proteção excessiva por parte de alguns pais e mães também pode ser algo que limita o desenvolvimento da fala da criança. “É preciso ter atenção quanto à proteção em excesso. O seu filho precisa sentir a necessidade de falar. É um processo novo e difícil para ele. Se ele aponta e tem o que quer na mão, sempre usará esta atitude e não será forçado a falar. Outros equívocos são repetir a palavra errada que o filho diz, abusar dos diminutivos ou se utilizar de uma linguagem infantilizada e diferente”, diz Jurema Esteban, pedagoga e coordenadora-geral do Colégio Evolve, em São Paulo.

É importante salientar que o desenvolvimento da fala difere em cada criança. “A fala, como a maioria das aprendizagens e aquisições dos pequenos, não tem uma idade determinada. Seu desenvolvimento vai depender dos estímulos, interações e do próprio desenvolvimento psicomotor da criança. Mas, em geral, essa fase tem início por volta do primeiro ano do bebê”, pontua Georgia. Jurema explica ainda que as crianças começam a falar as primeiras palavras e emitir sons entre os 12 e 18 meses. “Com aproximadamente dois anos o vocabulário expande diariamente e começam a se formar frases simples”, diz a pedagoga.

Outra atitude que os pais devem evitar é estigmatizar a criança ao comparar seu desenvolvimento com o de outras. Então, evite dizer esse é “o falante, o esperto, o outro é tímido, não se coloca”. São muitos exemplos em que os adultos, por pequenas diferenças de desenvolvimento, ampliam e classificam as crianças sem ter ideia do quanto podem estigmatizá-las. Essas atitudes diminuem o seu filho e o esforço que ele está fazendo para crescer. “As crianças são diferentes. Algumas são mais verbais e outras constroem narrativas na ação simbolizando os acontecimentos. E o que é importante nessa fase é que iniciem a simbolização”, observa a professora do Instituto Sedes Sapientiae.

Quer mais dicas sobre como estimular seu filho a desenvolver as habilidades da fala?

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Dengue

Surto de dengue muda a rotina dos moradores da Zona Oeste

A incidência da doença cresce a uma taxa de 13% por semana na cidade de São Paulo, e a maioria dos casos concentra-se em bairros como Jaguaré e Lapa

O repelente, o inseticida elétrico e a vela de citronela, escudos contra qualquer mosquito e pernilongo, têm se tornado nas últimas semanas itens de necessidade básica na Zona Oeste. O crescimento do número de casos de dengue na cidade, com alta concentração em bairros como Jaguaré, Lapa e Rio Pequeno, mandou muita gente para o hospital e mudou os hábitos dos moradores da região. Quem foi infectado e baixou no pronto-socorro com febre alta, dores no corpo e no fundo dos olhos teme ser picado novamente pelo Aedes aegypti. “A segunda vez é mais perigosa”, diz a estudante Eleni Isabel Rodrigues Godaroulies, de 10 anos. Moradora do Alto de Pinheiros, ela ficou afastada por dez dias da escola no início de abril por causa da doença. Agora, ajuda a mãe, Teresa Cristina Rodrigues, a eliminar os possíveis focos da praga em casa, colocando areia nos vasos de planta, por exemplo.
+ Com cuidado, é possível correr durante a gravidez
Desde o começo do ano, a capital registrou mais de 5 000 casos e quatro mortes.Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde divulgados na semana passada, a taxa atual de crescimento da infecção é de preocupantes 13% por semana.Se prosseguir nesse ritmo, a tendência é superar o cenário de 2010, quando a dengue contaminou quase 6 000 pessoas, recorde na história da cidade.
tabela dengue evolução do problema

Na Zona Oeste a questão ainda é mais grave. A área concentra a maioria dos registros da metrópole. A taxa média de incidência da doença na capital é de 45,3 casos a cada grupo de 100 000 habitantes. Alguns bairros da região superam em muito esse índice. No Jaguaré, onde o problema atingiu proporções alarmantes, a ocorrência é de 1 578,3 por grupo de 100 000 habitantes. Lapa e Vila Leopoldina têm taxas de 533,9 e 121,6, respectivamente. “Além de a temperatura ter sido elevada no começo deste ano, o que cria as condições ideais para a proliferação do Aedes, há favelas no limite com Osasco e Taboão da Serra com graves problemas de infraestrutura urbana, que contribuem para a proliferação do mosquito”, explica a médica Bronislawa Ciotek de Castro,do Programa de Combate à Dengue da Coordenação de Vigilância em Saúde do município (Covisa).
+ Número de crianças atendidas em consultórios de psicologia dobra
Alguns hospitais da Zona Oeste criaram áreas específicas para cuidar dos pacientes com os sintomas da doença. Até as primeiras semanas deste mês, foram atendidas 678 infectadas na unidade Morumbi do Hospital São Luiz. O Albert Einstein recebeu em sua emergência 360 casos até abril. Com a queda de temperatura verificada em maio, o número baixou. “A média diária caiu de quinze para oito”, afirma Antonio da Silva Bastos Neto, gerente do pronto-socorro do Einstein.
+ Propagandas por SMS irritam donos de celulares
O surto de dengue mudou também a rotina de professores e alunos na Zona Oeste. Com unidades no Alto da Lapa, Alto de Pinheiros e na Vila Madalena, o Colégio Oswald de Andrade intensificou os cuidados com os lugares que podem ser foco do mosquito, e o tema virou objeto de debate em sala de aula. O Colégio Madre Alix, no Jardim Paulistano, envolveu crianças a partir de 2 anos e meio em atividades de prevenção. Elas são orientadas a recolher os brinquedos, como os baldinhos de areia, que, se deixados ao ar livre, podem acumular água e se tornar criadouros. “Fazemos tudo de forma lúdica para não amedrontar a turma”,diz a coordenadora pedagógica Marta Cesaro.

Cuidados semelhantes são adotados em condomínios residenciais. O administrador Roberto Cardinalli, de 30 anos, morador das Perdizes, teve dengue há um mês. Depois disso, redobrou a vigilância em sua casa. “Mas, se no apartamento de baixo não fazem o mesmo, estamos todos em risco”, diz. Ele tem razão. De acordo com a Covisa, cerca de 90% dos trasmissores estão dentro de casa. Uma fêmea pode contaminar até 300 pessoas num raio de 500 metros. Devido a isso, a entidade reforçou as ações de bloqueio e combate nas áreas afetadas. De janeiro ao início de maio foram visitados cerca de 2,2 milhões de imóveis na capital. “Políticas públicas são inócuas se não há conscientizaçãoda população”, afirma Fredi Quijano, epidemiologista da Faculdadede Saúde Pública da USP.
* Cuidados básicos
– Preencha vasos de planta com areia
– Jogue fora tampas, latas e embalagens plásticas. As recicláveis, como garrafas PET, devem ser guardadas fora do alcance da chuva
– Guarde de boca para baixo latas, baldes, potes e outros frascos
– Mantenha fechadas as caixas-d’água com tampa sem rachaduras ou utilize tela tipo mosquiteiro
– Trate a água da piscina com cloro ou a mantenha coberta
– Pneus devem ser furados ou guardados em locais cobertos
– Brinquedos, lonas, aquários, bacias também devem ficar longe da chuva

http://vejasp.abril.com.br/materia/surto-dengue-sp/

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