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Dicas para descansar nos primeiros dias com o bebê

Dicas para descansar nos primeiros dias com o bebê.

Confira estratégias que ajudam a mãe a relaxar um pouco com o recém-nascido.

Sabemos que os primeiros dias com o recém-nascido não são nada fáceis. O pequeno acorda com frequência, a mãe ainda está se adaptando à amamentação e à nova vida. Contudo, é essencial que a mãe consiga descansar pelo menos um pouco. “Isto porque com o descanso a produção de leite para a amamentação é maior. Além disso, também ajuda a mulher a recuperar as energias dos momentos de tensão e expectativas vividos no final da gestação e no parto”, explica a enfermeira e berçarista Kelly Barros, do colégio Evolve de Educação Infantil.

Por isso, confira algumas atitudes que ajudam a mãe a descansar um pouco nos primeiros dias com o bebê:

Cochile com o bebê

O recém-nascido passa a maior parte do tempo dormindo, por isso, é importante que a mãe aproveite esses momentos para dormir também. “Assim, ela consegue recuperar suas energias e estar tranquila para os cuidados constantes com seu bebê”, diz Kelly Barros.

Participação do pai

É essencial que o pai participe dos cuidados com o bebê desde os primeiros dias de vida. A única atividade que ele não pode exercer é amamentar, contudo ele é plenamente capaz de trocar fraldas, dar banho, entre outras. Veja dicas de como o pai pode ser mais participativo na criação do bebê aqui.

Peça ajuda

Nos primeiros dias com o bebê, não tenha vergonha de pedir ajuda aos familiares e amigos. “O auxílio dos familiares é sempre bem-vindo, pois alivia a tensão e a preocupação da mãe e o bebê se sente acolhido e protegido por todos”, constata Kelly Barros. Entenda a importância dos avós na criação dos netos aqui.

Programe-se

Uma boa dica é preparar algumas refeições no final da gestação e deixá-las congeladas para serem consumidas nos primeiros dias com o bebê. “Pode ser uma boa ideia pela praticidade, porém a mãe deve se alimentar muito bem, e alimentos frescos e saudáveis também devem fazer parte da dieta, principalmente pelo fato de estar amamentando e se recuperando de um parto, seja ele normal ou cesárea”, orienta Kelly Barros.

Comece a criar uma rotina

As mães podem começar a criar uma rotina para ela e para o bebê, como horários para banho, visitas e cochilos. Veja outras dicas de como criar uma rotina para o bebê aqui.

Tudo em paz

É interessante que a mãe procure se manter o mais tranquila dentro do possível. “Também é importante manter a paz no ambiente”, afirma Kelly Barros. Assim, evite músicas altas ou a televisão no volume máximo e visitas frequentes e com muitas pessoas.

http://bebemamae.com/materias/dicas-para-descansar-nos-primeiros-dias-com-o-bebe

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Como falar de morte com as crianças

Como falar de morte com as crianças

Sinceridade é o melhor caminho para abordar o assunto, por mais doloroso que seja.

Já reparou na quantidade de notícias ruins que os programas de TV mostram todos os dias? Crimes, tragédias, situações e violência e morte. A vantagem é que podemos escolher o que vemos e mais ainda, podemos evitar que as crianças assistam tais tipos de programas.

Mas há fatalidades que podem ocorrer na vida da gente e que nem sempre podemos preservar nossos filhos. É o caso, por exemplo, em que morre um parente próximo da família. Ou até mesmo um bichinho de estimação. Como contar e explicar para uma criança pequena o que é a morte?

O tema é delicado e, em muitos casos, os pais se usam de mentiras para poupar os filhos do sofrimento. No entanto, de acordo com especialistas, a medida tem justamente o efeito contrário, prolongando a dor.

“Quando não sabemos o que realmente aconteceu, imaginamos. E a imaginação é poderosa, tem asas que alcançam voos altos e seguem o rumo de nossas apreensões e emoções. Nada mais saudável que saber a verdade, por mais dura que possa ser, pois nos permite lidar com a realidade como ela é, sem armadilhas”, explica a psicóloga Ana Cássia Maturano.

Isso significa que dizer que “o vovô foi viajar” ou que o “cachorro fugiu” não são as opções mais adequadas. Para a educadora Jurema Esteban, diretora do colégio Evolve, a sinceridade é o melhor caminho. Os pais devem, então, deixar claro que a pessoa morreu e não voltará mais.

A partir desse ponto, cada criança reagirá de uma forma – e os pais devem estar prontos para lidar com a situação.

“As explicações devem seguir o curso de sua curiosidade”, ensina Jurema. “Algumas crianças farão muitas perguntas como, por exemplo, o que acontece depois da morte. O melhor é sermos francos e honestos. Se não soubermos o que responder, devemos dizer isso.”

E a escola?

O que pode ajudar nesse processo de compreensão e aceitação da morte é um apoio mútuo entre familiares e professores. De acordo com a diretora do Evolve, o papel da escola nesses casos é fundamental e pode acelerar a superação.

“O trabalho em conjunto com a família ajuda a superar a crise com mais facilidade, principalmente quando envolve crianças muito pequenas.”

A especialista também sugere a utilização de livros que abordem o tema de forma lúdica. O universo das histórias pode ser grande aliado de pais e professores nesses momentos. “Quando a criança está passando por um momento de luto, os livros mais indicados são aqueles que mostram que a perda e tristeza podem ser transformadas em boas lembranças”.

http://www.chrisflores.net/comportamento/24/materia/4843/comofalardemortecomascriancas.html

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Desfralde – A hora certa de tirar a fralda dos bebês

A hora certa de tirar a fralda dos bebês

Quando a criança se aproxima dos 2 anos, é chegado o momento de iniciar o processo de retirada da fralda. Um processo difícil e que exige paciência e comprometimento dos pais e, no caso das crianças que frequentam colégios infantis, também dos educadores.
Com pais e mães trabalhando em período integral, aumenta a necessidade de deixar o filho sob o cuidado de profissionais também durante todo o dia. Por isso, o processo de desfralde exige um trabalho em conjunto, pautado pelo diálogo, como explica a pedagoga e diretora do Colégio Evolve, Jurema Esteban. “Pais e educadores devem avaliar, juntos, se a criança está preparada e também se os pais se encontram num momento propício.”
Para fazer essa análise, a psicóloga e coordenadora do Colégio Madre Alix, Susana Ório, explica que alguns critérios podem ajudar. “Os pais devem avaliar a maturidade psicóloga da criança. Uma dica é notar se ela já desenvolveu certa coordenação motora e se já tem a percepção que está com vontade de ir ao banheiro.”
Se pais e educadores perceberem que é chegado o momento do desfralde, o processo deve ser gradativo. Além disso, devem estar preparados para que vários “escapes” aconteçam, até que a criança possa, finalmente, estar pronta para abandonar o uso da fralda.

A pedagoga Jurema Esteban ajuda com 5 dicas para o processo de desfralde:

1. Levar a criança regularmente ao banheiro, mesmo que ela não demonstre vontade;

2. Fazer elogios sempre que a criança utilizar o banheiro corretamente;

3. No caso de “escapes”, explicar, calmamente, que o lugar de xixi ou cocô é no vaso sanitário;

4. Vestir a criança com roupas que ela possa retirar com facilidade;

5. Esquecer as fraldas, ao menos durante o dia.

http://noticias.r7.com/dino/saude/a-hora-certa-de-tirar-a-fralda-dos-bebes-17042015

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Grupo de pais no Whatsapp

Nada de chateação: grupo de WhatsApp dá tranquilidade a pais

Conversas em grupos através do aplicativo se tornam meio de comunicação entre mães e pais

Nada de bilhetes na agenda ou reunião de pais – a moda agora, entre quem tem filhos no mesmo colégio, é se comunicar por meio de redes sociais como o Facebook e por aplicativos de troca de mensagens, como o WhatsApp. De temas de estudo a eventos da escola, passando até pela troca de uniformes, tudo é discutido no ambiente virtual.

As pautas do grupo de WhatsApp das mães do 2º ano do ensino fundamental do Colégio Farroupilha, de Porto Alegre, dão uma medida de quão variados são os temas tratados nesses grupos. “A maioria dos assuntos tem a ver com os nossos filhos, mas a gente fala de tudo! Nas eleições, rolou muito papo eleitoral. Nas manifestações também, quem ia, quem não ia”, explica Daniela Cidade, jornalista e mãe da Sofia, 7 anos. “Esses dias, discutíamos se o recreio deveria ser livre ou se a escola deveria propor brincadeiras, como era no ano passado”, diz. Um piquenique também foi organizado com ajuda do aplicativo.

O grupo começou com as mães do 1º ano em abril de 2014 e continua ativo, conforme o progresso da vida escolar das crianças. Hoje, todas as 24 mães da turma fazem parte do grupo. “Foi o tempo de iniciar o primeiro ano e nos conhecermos melhor. Logo, alguém já se organizou e hoje sem dúvida é o principal meio de comunicação. Eu, por exemplo, raramente levo minha filha na escola, passo semanas sem colocar o pé na escola e acabo sempre sabendo de tudo, continuo informada.”

O que é falado no grupo dá conta e vai além do conteúdo oferecido pelas escolas oficialmente, seja pelo site ou pela página em redes sociais como o Facebook. “O grupo centraliza as informações que mais importam”, diz Ana Erthal, que é mãe, participa de um grupo no WhatsApp pra discutir os assuntos referentes à filha no 5º ano do Colégio Nossa Senhora das Graças, em Nova Friburgo (RJ), e é professora de Entretenimento Digital da ESPM Rio e doutoranda em novas tecnologias da comunicação pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). “Tínhamos um grupo no Facebook, mas a partir do momento que passamos a usar o WhatsApp, o Facebook morreu”, afirma.

Ana lembra que o grupo também ajuda os pais a terem uma visão mais ampla da vida do filho na escola. Antes desse recurso, as histórias sempre chegavam aos pais única e exclusivamente pelos filhos. No grupo, outras versões da mesma história aparecem e permitem que o pai perceba as nuances de uma história, o que o filho preferiu não contar e ao que deu mais atenção.

Grupos mistos
Em um dos grupos de mães dos quais Janaína Teixeira, consultora na área de recursos humanos e mãe de Joana, 6, e Joaquim, 3, participa, são aceitas mães com filhos de todas as idades, mas sempre da mesma escola. “Tenho amiga que tem filho no colegial e a minha está na educação infantil. É interessante porque vou passar por todas as coisas que ela já passou”, diz Janaína. A iniciativa também rendeu economia, já que mães de diferentes anos trocam uniformes entre si. “Combinamos tudo pelo WhatsApp”, afirma.

Foi pelo aplicativo que Janaína também conseguiu dar apoio a uma mãe que tinha matriculado as três filhas na escola. Ela foi logo incluída no grupo de WhatsApp e passou a ter acesso a preciosas dicas que agilizaram a integração das meninas.

Laços
“Com o grupo, comecei a ver que tinha muita coisa em comum com outras mães – afinal, temos filhos que não só tem a mesma idade, como estudam juntos na mesma escola. Fomos nos aproximando”, reforça Alessandra Herszkowicz Collodoro, empresária e mãe da Pietra, 2 anos, que estuda no Colégio Evolve, em São Paulo.

Por enquanto, o assunto ainda é os filhos. “O foco tem sido as crianças, a própria escola, a nossa troca de experiências dentro e fora da escola e muita coisa em comum com relação as crianças”, diz. “Tenho certeza que isso ainda vai mudar bastante e entraremos em assuntos mais variados”, estima.

Segundo Alessandra, o grupo surgiu quando duas mães enviaram bilhetes na agenda propondo a criação de um grupo para facilitar a interação entre os pais. “Foi uma adesão em massa, todas acharam a ideia muito válida e no dia seguinte ao bilhete, a gente já tinha criado o grupo”, conta. São 16 mães na turma e todas estão no grupo. “É um grupo bem intenso, mais até que grupos que tenho com a minha família. Vira quase um grupo de terapia”, confessa.

Confusão virtual
Mas nem tudo são flores no clubinho virtual de pais. A mãe de dois alunos de uma escola de educação infantil de Porto Alegre lembra de um caso de briga entre pais pelo WhatsApp. Durante os preparativos da formatura nessa pré-escola, uma das mães decidiu que o filho não participaria da festa e deu a entender que as outras mães eram fúteis por topar fazer a cerimônia. “Teve bate boca no WhatsApp e algumas mães acabaram saindo do grupo, foi um escândalo”, lembra essa mãe.

http://noticias.terra.com.br/educacao/nada-de-chateacao-grupo-de-whatsapp-da-tranquilidade-a-pais,617f01196716c410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

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Como tirar a chupeta do bebê

Como tirar a chupeta do bebê

Três especialistas dão dicas de como fazer seu filho deixar de usar o acessório de uma vez por todas

Oferecer a chupeta ao bebê é uma das maneiras mais eficazes de acalmá-lo. Esse talvez seja um consenso entre as mães e pais, que, ao verem o filho chorar, acabam enxergando no acessório um poderoso aliado.

Por outro lado, existe uma grande preocupação com possíveis malefícios causados pela chupeta e dúvidas com relação à hora certa de tirar o hábito dos pequenos. A boa notícia é que, até certa idade, se a chupeta atender a certos requisitos, como possuir material e formato adequados, seu uso é permitido, afirma Angélica Musa, dentista e especialista em gestão de saúde na Markiodonto Assistência Odontológica. “Atendendo esses requisitos, dentro dessa constatação de que pode acalmar, não podemos considerar que seja nociva.”

Angélica explica que, apesar de não ser considerada nociva, deve se restringir até a criança completar, no máximo, dois anos e meio. Estender seu uso pode gerar má formação óssea, comprometendo a formação do palato (céu da boca), que fica mais fundo.

“Se o uso é permanente e a chupeta tem um formato que não seja ortodôntico, acaba fazendo com que o palato fique ogival, fundo, e as crianças ficam com os dentes proeminentes, pra frente”, explica a especialista.

Hora de tirar

Quando a criança atinge por volta de um ano e meio de idade é aconselhável iniciar o processo de retirada da chupeta.
“O processo deve ser gradativo”, explica Jurema Esteban, pedagoga e diretora do Colégio Evolve. Ela explica que isso pode ser feito por meio de um trato com a criança, que só poderá usar a chupeta durante a noite, para dormir.

“Depois, para tirar efetivamente, a chupeta pode ser substituída por um bichinho de pelúcia, ou pode-se contar a historinha de dar a chupeta para o coelhinho da páscoa, para o Papai Noel”, ensina a diretora pedagógica. Para ela, também vale a estratégia de conversar e dizer que a criança já está crescendo, que não é mais um bebê. “Essas táticas costumam funcionar muito bem”.

Após a retirada da chupeta, não é aconselhável voltar atrás, afirma Jurema. “Aí tem que acabar com as chupetas de casa, da casa da vovó. Para na hora que tirar, tirar de vez”, ensina. Outra estratégia é fazer furinhos no bico, que perderá a sucção e, consequentemente, diminuirá o interesse da criança por ela, afirma a dentista Angélica.

Chupetas personalizadas

Diante do uso da chupeta quase como um acessório, surgiram no mercado chupetas customizadas, com pedrinhas de strass coladas em sua parte externa. Apesar da beleza ou do estilo desses modelos, seu uso não é indicado, pois pode oferecer riscos.

“Essas pedrinhas podem se soltar e o bebê aspirar”, explica Yechiel Moises Chencinski, pediatra da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Outros problemas apontados pelo pediatra são o risco das fitas que se prendem as chupetas asfixiarem o bebê, ou as tintas usadas em sua confecção serem alergênicas.

Acompanhamento profissional

Para que tanto o uso da chupeta quanto o processo de sua retirada possam ocorrer de forma segura e sem traumas, o mais indicado é que os pais procurem o pediatra e o odontopediatra, que poderão orientar os pais.

“Assim que nasce o primeiro dente, recomenda-se uma primeira consulta com odontopediatra (o especialista em crianças) para orientação a respeito de escovação, pastas, flúor e limitações e acompanhamento em caso de uso de chupetas”, afirma Yechiel.

http://chrisflores.net/bebes/35/materia/4733/chupeta.html

chupeta

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Reflexologia para Crianças

Neste mês de março, trabalhando a cultura oriental, o Colégio Evolve introduz mais um aprendizado, o da técnica milenar oriental, a Massagem Reflexologia para crianças .
Rosângela Hasegawa, mantenedora do Evolve, entrevista a psicoterapeuta Dra. Etles, especialista em massagem para crianças.
Etles transmitirá aos nossos pequeninos alunos a forma básica e prática dessa automassagem, que muito contribuirá para seu desenvolvimento.
A técnica é simples, muito prática e lúdica, a criança aprende brincando e terá vontade de trocar e ensinar essa forma de brincar aos pais, irmãos, amiguinhos e pessoas de seu convívio.
O toque é a mais sublime forma de trocar carinho e amor.

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Final da licença maternidade

Está acabando a licença maternidade? Dicas para quem pretende deixar o bebê no berçário

A decisão de colocar o filho no Ensino Infantil não é nada fácil. Separar-se da criança ou até mesmo do bebê é, em muitos casos, doloroso para os pais. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil – que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.
“Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível”, afirma Ana Cássia.

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.
Estímulos e desenvolvimento

Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm “pena” de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais – que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo – a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, (de SP), explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais – quando as cuidadoras cantam para as crianças.

Escolas especializadas
O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil – ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. “É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola”, compara a especialista.
No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante – que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. “O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe”, diz Lisley Amado.

Informações:

Ana Cássia Maturano
Psicóloga e psicopedagoga clínica, coautora do livro Puericultura Princípios e Práticas (Editora Atheneu)

http://www.brasiliakids.com.br/

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