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Desenvolvimento da Fala

Pesquisas realizadas pelas universidades de Washington e de Connecticut, nos Estados Unidos, apontam que conversar com seu filho de forma infantilizada pode ajudar no desenvolvimento da fala e aumentar o vocabulário da criança.
É comum quando o bebê nasce, o tom das conversas pela casa mudar: as vozes ficam mais agudas, as sílabas se alongam, as vogais se arrastam e cheios de bicos e caretas são os diálogos com o bebê.

No entanto, é preciso estar atento ao uso da fala infantilizada, a mesma não deve conter erros.
Muitos pais veem graça quando a criança pronuncia as palavras de maneira errada e começam a repeti-las quando conversam com a criança, mas isso só reforça o erro e retarda o aprendizado.
Importante frisar que devemos sempre pronunciar a palavra corretamente e não incentivar erros de pronuncias.
Ao adotar esse estímulo é necessário estar atento à hora de parar, pois o bebê cresce e começa a falar e esse estímulo pode ter efeito contrário, atrapalhando o desenvolvimento oral e a memória auditiva, assim, quando a criança já anda e tem contato com outras pessoas, não precisa mais desse apoio linguístico.
Não basta falar, falar e falar com a criança, o mais importante é trabalhar a interação e o envolvimento com a linguagem, é preciso engajar a criança na conversa e fazer com que ela balbucie em resposta, quanto mais isso acontecer, melhor será o desenvolvimento da fala.
Portanto, é aconselhável aos pais que falem normalmente, acompanhando assim, a evolução e o crescimento dos filhos.

É de grande importância também, que os pais e professores mantenham o contato visual durante os diálogos, pois nessa fase o que chama a atenção das crianças são: a linguagem corporal, a expressão fácil e o tom da voz.

Lembramos também, que a comunicação gestual não pode ocupar o lugar da fala. Muitas vezes as crianças descobrem que ao apontar para um objeto, os adultos tentam adivinhar o que ela deseja e o entrega. É fundamental que estimulem a criança a falar o que deseja, se ainda assim ela não falar, a dica é que ao entregar o brinquedo fale o nome dele.
Outro aspecto a observar é a alimentação, pois através dela os músculos faciais são fortalecidos e isso terá um impacto direto na aquisição da fala. Por isso, os alimentos mais consistentes, de diferentes tipos, podem desenvolver a mastigação, e por consequência, as articulações e músculos do rosto.

Além dos estímulos que falamos até a agora, o desenvolvimento da fala também é influenciado pelas características das crianças. O desenvolvimento completo da linguagem demora de quatro a cinco anos para ser concluído.

A criança de 3 anos pode trocar o “r” pelo “l” ou o “p” pelo “b”, por exemplo, dando à sua fala um tom infantilizado. Os pais não devem reforçar essa linguagem, pois o filho dessa idade tem condições de aprender a se expressar corretamente.
Atenção à uma possível regressão na linguagem, essa pode vir devido a mudança de rotina, nascimento de um irmão ou a entrada na escola.
Nessas situações, evitem correções agressivas ou broncas, basta repetir corretamente as palavras ditas.

Lisley de Rezende Amado
Coordenadora Pedagógica do Evolve

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Brinquedos Educativos

Nós do colégio Evolve sabemos a importância do brincar nesta faixa etária e preocupados com a qualidade de ensino dos nossos alunos, trabalhamos com frequência em sala de aula os brinquedos educativos.
São muito úteis para o processo de aprendizagem, eles servem de estímulo para a criatividade. Com eles trabalhamos na criança a percepção, memorização, o social, cognitivo, afetivo-emocional, coordenação motora fina e a lógica.

As crianças do G2-B fizeram uma atividade direcionada em sala de aula, onde foram orientados para se sentarem em duplas, utilizando-se da brincadeira pé com pé, com isso conseguimos trabalhar melhor com os nossos pequenos algumas estratégias, como a persistência, a parceria com o colega, o equilíbrio, o foco e principalmente a concentração.
Sendo que também o objetivo maior nesta atividade é trabalhar o dividir e o emprestar. Sabemos o quanto é difícil para eles compartilharem os brinquedos e outros objetos. Essa é uma característica do desenvolvimento infantil chamada de egocentrismo. Ela não conhece outras perspectivas diferentes das suas e acredita que todo mundo percebe, sente e pensa da mesma maneira, ou seja, o mundo gira em torno dela.
Nesse sentido, nós assumimos grande responsabilidade ao ajudar as crianças a superar a fase do egocentrismo com tranquilidade mediando situações de conflito, onde esses sentimentos, aos poucos, substituem o ato egocêntrico.

Nossa atividade foi um sucesso, nossos pequenos conseguiram atingir todos os propósitos, objetivos e superaram os desafios.
Parabéns a toda turminha do G2-B.
Um grande beijo nestes rostinhos lindos.

Diane Azevedo
Professora Colégio Evolve

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França

O mês de maio já se foi e deixou boas lembranças para a turminha do G1 que aprendeu muito sobre a França.
Foram muitas as curiosidades e os pontos turísticos conhecidos
como: Arco do Triunfo, Catedral de Notre Dame, Jardim de Luxemburgo e Museu do Louvre.
Em Artes, as crianças confeccionaram a bandeira francesa, fizeram a releitura da obra “Water Lily Pond” de Claude Monet e uma réplica da Torre Eiffel , que exposta no Mini campo,foi cenário de um delicioso piquenique ao ar livre.

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Colégio Evolve

O Colégio Evolve Berçário e Educação Infantil foi construído em uma ampla área de 1.500m² atendendo às especificações de um projeto arquitetônico especialmente criado para abrigar com conforto e segurança uma escola de educação infantil.

Nossos espaços são claros e arejados, dispostos ao redor de um pátio central repleto de iluminação natural. Essa conformação confere grande visibilidade interna e mínima visibilidade externa, o que possibilita maior acesso visual aos coordenadores e diretores em relação a todas as atividades desenvolvidas a cada momento dentro da escola, ao mesmo tempo em que preserva nossas crianças de qualquer possibilidade de observação externa.

MISSÃO: Cuidar e educar crianças de 0 a 6 anos, complementando o papel da família e atendendo às necessidades sócio-afetivas, cognitivas e motoras. O Colégio Evolve entende que educar é formar indivíduos atuantes e transformadores da nossa sociedade.

VISÃO: Ser um espaço de convivência que priorize as interações entre as crianças, os educadores e os conhecimentos do mundo que os cerca.

VALORES: Acreditamos que somente os valores tradicionais da família, do trabalho e da virtude são capazes de construir uma sociedade mais harmônica, feliz e próspera.

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Como ensinar seu bebê a usar o banheiro?

Como ensinar seu bebê a usar o banheiro?

“De que maneira posso ajudar meu filho a usar o banheiro?” “Como saber se meu filho está pronto para usar o banheiro?” Essas são algumas das principais questões levantadas pelas mamães sobre quais as melhores formas de ensinar o filho a usar o banheiro. Por isso, conheça algumas dicas de como ajudar a criança neste processo.

*Saiba quando seu bebê está pronto: geralmente, o momento em que a criança está pronta para usar o banheiro varia dos 18 meses aos três anos de idade. Perceba, primeiramente, se sua criança demonstra interesse no banheiro e na maneira com que as pessoas o utilizam. Observe, também, se seu filho consegue entender instruções e palavras relativas ao banheiro, e a necessidade de utilizar o toalete.

*Processo de aprendizagem é lento: tenha em mente que o processo para ensinar seu filho a usar o banheiro é lento. Por isso, tente ser o mais paciente e positivo com a criança. Entenda, também, que até os cinco de anos de idade, é muito comum que seu filho continue fazendo xixi na cama e sujando os lençóis.

*Peniquinho: utilizar um peniquinho é a forma mais fácil de ensinar uma criança a usar o banheiro. Considere, também, a compra de um peniquinho que tenha assento removível e que você possa colocar no vaso sanitário. Caso você opte pelo vaso sanitário desde o começo, certifique-se de pegar uma escadinha para seu filho, para deixa-lo mais firme e seguro enquanto está sentado.

*Escolha o horário apropriado: defina um horário para ensinar seu filho a usar o banheiro. Assim, você acostuma a criança a utilizar o banheiro em uma certa hora do dia, criando uma rotina. Escolha, também, um período em que você passe muito tempo do dia com seu filho em casa, pois, assim, você poderá dar atenção plena a ele, além de incentivo e apoio.

http://babyguide.uol.com.br/maes/de-mae-para-mae

banheiroevolve

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Alfabetização Precoce

Pequenos notáveis: como proceder quando
a alfabetização acontece “muito cedo”
O contato das crianças com a informação tem se dado cada vez mais precocemente. Computadores, tablets e smartphones são figuras conhecidas mesmo pelos mais novos. Não à toa, os processos de aprendizagem e de alfabetização também têm começado cada vez mais cedo. Mas, como os pais devem agir? De que maneira devem estimular o filho a desenvolver suas habilidades? E quando o estímulo é demais?

De acordo a coordenadora pedagógica do Colégio Evolve , Lisley Amado, é preciso ter equilíbrio. “Quando a família percebe que a criança tem interesse, que já está aprendendo coisas relacionadas à escrita, é preciso respeitar o momento e dar respostas às perguntas dela. No entanto, não se pode forçá-la a ter resultados, pois ela está um momento de descoberta”, explica.

Lisley também conta que não é porque a criança reconhece algumas palavras que ela já está alfabetizada. Isso porque a alfabetização envolve a interpretação de textos, o que costuma acontecer por volta dos 7 anos. Antes disso, a criança ainda está em processo de letramento, quando apenas reconhece palavras estáveis — como o próprio nome ou o nome dos pais –, as repete e até escreve, mas não consegue compreender o significado de um texto. Desta forma, nem sempre o reconhecimento de palavras significa que a criança seja, de fato, precoce.
Ainda assim, se os pais perceberem que existe o interesse da criança em desenvolver seu aprendizado, é preciso permitir que isso aconteça, sempre com o cuidado de não exagerar na dose, enchendo-a de livros, por exemplo. Segundo a psicopedagoga clínica Quézia Bombonatto, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), os estímulos podem ser simples, como permitir que a criança participe da elaboração de uma lista de supermercado ou oferecer alguns livros. Assim, o processo acontecerá naturalmente, sem “pesar” na quantidade de informações e nem podar o desenvolvimento da criança.
Na escola, segundo Lisley Amado, os estímulos são divididos por faixa etária, mas tudo depende do desenvolvimento da turma. “Para as crianças de 2 anos, esses estímulos acontecem quando elas acompanham uma história, veem o próprio nome nos materiais. Para as mais velhas, os estímulos vão ficando mais complexos”, conta.
Mas também pode ocorrer o processo inverso. Os pais podem perceber que o filho está atrasado com relação aos colegas. Nesses casos, segundo Quézia Bombonatto, não há motivo para preocupações. Muitas vezes, a criança ainda está dentro do desenvolvimento previsto para sua faixa etária, e os colegas que estão um pouco avançados. “É preciso respeitar o tempo de cada um. O problema acontece quando a criança apresenta um déficit com relação às habilidades que já deveriam ter sido desenvolvidas em sua idade”. E, neste caso, conforme a especialista, é preciso estimulá-la um pouco mais em casa. Nos casos em que não há grandes avanços, recomenda-se a procura de um profissional.

http://noticias.r7.com/dino/jovem/pequenos-notaveis-como-proceder-quando-a-alfabetizacao-acontece-muito-cedo-20052015

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