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A importância de pedir ajuda para cuidar do recém-nascido

A importância de pedir ajuda para cuidar do recém-nascido

Veja também como o pai do bebê e seus familiares podem ajudar nos cuidados com o recém-nascido.

Contar com a ajuda do marido e familiares para cuidar do recém-nascido é essencial. Afinal, cuidar de um recém-nascido não é fácil, é preciso acordar com frequência, se adaptar à amamentação, à nova rotina e muito mais. “A mãe está no pós-parto e tem que lidar com muitas mudanças ao mesmo tempo. Como por exemplo as hormonais, que pode levar a um quadro de depressão agravado pela falta de sono. A própria alteração do período de sono. O novo papel que ela tem que desempenhar como mãe de um recém-nascido. E por aí vai…”, observa psicopedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil.

Com a ajuda de outras pessoas a mãe consegue encontrar tempo para cuidar de si mesma e descansar. Quando a mãe descansa um pouco, ela consegue recuperar as energias dos momentos de tensão e expectativas vividos no final da gestação e no parto. Até mesmo a produção de leite pode melhorar.

Como os outros podem ajudar

Desde a gestação é importante que a futura mamãe tenha consciência de que não há problemas em pedir ajuda e que ela não será uma mãe pior por causa disso.“Ela já deve ter em mente que não precisa ser uma supermãe e dar conta de tudo sozinha”, observa Rosângela Hasegawa.

A ajuda do pai

O pai do seu filho deve ser um grande aliado nos cuidados com o bebê desde o nascimento. A única coisa que os pais não podem fazer é amamentar, contudo, eles podem realizar a troca de fraldas, o banho, colocar para dormir, fazer massagens,dar colo e conversar com o bebê. “Combine com o pai do bebê coisas que ele possa fazer. Lembrando que ele é o pai e tem responsabilidade sobre aquele pequeno ser”, destaca Rosângela Hasegawa. Saiba mais sobre a importância da relação entre pai e bebê aqui. Apesar de não poderem amamentar, os pais podem ajudar a mãe na amamentação, veja como aqui.

Ajuda dos familiares

Caso seja possível é interessante que a sua mãe, sogra ou outro familiar com experiência em cuidar de bebês fique um tempo na casa da nova mamãe ou que a nova mamãe fique um tempo na casa deste familiar. “Elas criaram os pais do bebê em questão, mal ou bem sabem o que fazer. Também são interessantes os cursos de gestante oferecidos pelas maternidades”, diz Rosângela Hasegawa.

Caso seus familiares morem por perto, você pode pedir para eles passarem na sua casa em momentos cruciais, por exemplo, quando você quer tomar um banho ou na hora do almoço. “No que ela puder ter ajuda para cuidar de si em seus cuidados básicos, melhor. Estará mais disponível e descansada para cuidar do bebê”, destaca Rosangela Hasegawa. Desde este primeiro contato entre avós e netos é importante que os avós entendam seu papel e não tentem interferir na criação dos netos, especialmente quando seus posicionamentos são divergentes e podem gerar conflitos. Saiba mais sobre o papel dos avós aqui.

Por fim, é essencial falar sobre como está se sentindo para seu companheiro, familiares ou amigos. Não tenha medo de comunicar essas pessoas sobre as necessidades que está sentindo. Veja dicas de como descansar nos primeiros dias com o recém-nascido aqui.

http://bebemamae.com/materias/a-importancia-de-pedir-ajuda-pra-cuidar-do-recem-nascido

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Como ensinar seu filho a ser altruísta

Como ensinar seu filho a ser altruísta

Estudos indicam que solidariedade é uma característica desenvolvida, não inata; saiba como incentivar seu filho a esse comportamento.

O altruísmo, entendido como a inclinação a ajudar os outros, gera inúmeros debates entre o meio científico. Seria essa uma característica inata ou algo que desenvolvemos ao longo da vida? De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o mais provável é que a segunda opção esteja correta.

O estudo foi realizado com 34 bebês entre um e dois anos de idade e refutou uma pesquisa anterior que defendia que mesmo crianças nessa idade já apresentavam características altruístas.

Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, um pesquisador sentava-se junto à criança e rolava uma bola para frente e para trás, interagindo com ela. Já no segundo, havia duas bolas, uma para o bebê e uma para o pesquisador que, propositalmente, deixava que ela escapasse, para observar se a criança teria a iniciativa de ajudá-lo.

Os resultados do estudo demonstraram que as crianças do primeiro grupo, que brincavam com o pesquisador, tiveram probabilidade três vezes maior de ajudar do que as do segundo grupo, sugerindo que o altruísmo depende do estabelecimento de uma relação.

Desenvolvendo o altruísmo

Se o altruísmo não é uma característica inerente ao ser humano, isso significa que ele pode ser desenvolvido com o tempo. Segundo a psicopedagoga e diretora do Colégio Evolve, Rosângela Hasegawa, os pais exercem grande influência nesse processo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade, vão, aos poucos, interiorizando nas crianças posturas e virtudes”, afirma.

Por esse motivo, os pais devem buscar dar sempre bons exemplos, da mesma forma que devem evitar o incentivo a atitudes egoístas. “Quando, por exemplo, a criança traz um brinquedo quebrado de volta para casa, ela é cobrada por não cuidar das suas coisas. Numa próxima situação, a criança temerá que os amigos quebrem seu brinquedo”, explica Rosângela.

Para mostrar ao filho que o altruísmo é algo positivo, Rosângela Hasegawa sugere o incentivo ao compartilhamento dos brinquedos da criança, dizendo que o colega ficará contente em brincar com ele, ao passo que uma negativa significará deixá-lo triste. Livros que tratem do altruísmo também são indicados, e, acima de tudo, os pais devem adotar eles mesmos atitudes altruístas, como praticar doações. “Somos o exemplo e mostramos o quanto a pessoa que recebeu a caridade ficará feliz ao poder se alimentar, brincar, usar roupas e calçados novos.”

O que não é indicado, porém, é forçar a criança a adotar esse tipo de atitude. Segundo Rosângela, o ato de obrigar a criança a adotar essa postura faz com que ela não entenda o verdadeiro sentido da ação, associando a caridade a sentimentos negativos. “O que ficará marcado, nestes casos, será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada”, ressalta.

http://chrisflores.net/comportamento/24/materia/4921/solidariedade.html

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Medo do escuro: 8 dicas para ajudar seu filho

Medo do escuro: 8 dicas para ajudar seu filho

O medo da criança precisa ser respeitado.

Para algumas famílias, é rotina: o dia transcorre normalmente para os filhos, mas, chega a noite e, com ela, o medo do escuro. Na hora de dormir, só se for com o abajur ou, ainda, na cama dos pais, com alguma luz acesa por perto. Para passar a noite na casa da avó ou de um amigo é preciso planejar a presença de um dispositivo de luz por perto. O medo do escuro é comum na primeira infância, mas é possível ajudar a criança a sair mais cedo dessa situação que, sim, pode ser bastante aterrorizante para a criança e não deve nunca ser desrespeitada.

Para a pedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil, “o medo sentido pelas crianças é natural, pois vai ajudá-las a lidar com novas experiências e, ao mesmo tempo, protegê-las dos perigos”. É uma fase que costuma desaparecer por volta dos 6 anos, quando a criança passa a se sentir mais segura com seu entorno. Medos exagerados ou incapacitantes devem receber maior atenção. “Se preciso, os pais devem solicitar ajuda e ou orientação de profissionais especializados”, diz a pedagoga, que elaborou 8 dicas abaixo para ajudar os filhos a lidar com o medo da escuro.
1.Respeite o sentimento demonstrado pela criança, ou seja, o medo;
2.Mostre que é normal e que os adultos também conhecem esse sentimento;
3.Ouça a criança, explique o que está acontecendo e explore as diferentes formas de interpretar a situação;
4.Use objetos de estimação nas situações assustadoras, pois eles podem passar a sensação de proteção;
5.Coloque um abajur no quarto e, quando a criança adormecer, apague a luz;
6.Brinque usando um “faz de conta”, a partir das próprias fantasias, ou seja, crie histórias positivas com sombras na parede, com o barulho do balanço dos galhos das árvores, os latidos dos cachorros etc;
7.Não transmita seus próprios medos, reforçando o sentimento da criança;
8.Preste atenção no dia a dia da criança, verificando se o medo não está interferindo na rotina.

Seu filho tem medo na hora de dormir? Como você lida com isso?

https://piccolouniverse.com/pt/amar/2088-medo-do-escuro-8-dicas-para-ajudar-seu-filho

A fearful child

A fearful child

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Volta às aulas

Segundo especialistas, a readaptação deve começar uma semana antes em casa. E nada de cobrar os filhos em excesso logo nos primeiros dias.

Acabaram as férias da criançada e é hora de retornar para o período escolar.As responsabilidades voltam e o período exige a readaptação de horários para pais, mães e os filhos. O início das aulas, os amigos e professores novos, a ansiedade pelo novo ambiente escolar, a dificuldade de crianças e adolescentes “entrarem” no novo ritmo. Quer algumas dicas básicas para começar o ano bem e lidar com essa fase de maneira tranquila? Não encha os pequenos com várias cobranças logo no começo do ano e comece a readaptação um tempo antes do primeiro dia de aula.

Inclusive, neste caso, a dica da coordenadora pedagógica do Colégio Joana D Arc, em São Paulo, Cristina Carvalho, é que pais, mães e crianças comecem a reorganizar os novos horários, dormindo bem e na hora certa, cerca de uma semana antes das aulas voltarem. “Outra coisa importante é a alimentação, principalmente pela manhã. Antes de ir para a escola é fundamental que seu filho esteja alimentado, e esse é um ponto que muitos pais deixam passar. É preciso lembrar que ela vai ficar algumas horas em sala de aula e, portanto, uma boa alimentação pode fazer toda a diferença”, diz.

A psicóloga e psicopedagoga do Centro Crescendo e Acontecendo, Cynthia Wood Passianotto, também segue o mesmo raciocínio: começar os preparativos uma semana antes do início das aulas ajuda a regularizar a rotina da criança. “Nesta última semana de férias procure fazer, gradualmente, com que seu filho volte a ter mais disciplina com os horários. Assim ele vai sofrer menos no primeiro dia de aula. Pouco a pouco a criança deve voltar a dormir e acordar no horário, bem como ir diminuindo o horário do videogame e das brincadeiras para que se crie uma rotina de estudos escolares”, recomenda.

Que erros evitar nesse retorno às aulas?

Na avaliação de Cristina Carvalho, o erro principal dos pais é o excesso de cobrança. “Isso é o que gera ansiedade na criança. É preciso valorizar o lado positivo do estudo, aquilo que vai ser bom para elas, e também respeitar o ritmo de cada uma. Nós adultos devemos tornar as coisas mais leves, suavizar a rotina escolar. Os pais devem falar menos e deixar as crianças livres. Certamente isso vai diminuir a ansiedade e tornar as coisas bem mais fáceis “, opina Cristina.

Nada de despedidas longas e “dolorosas” na hora de deixar as crianças na escola. “Isso traduz a insegurança dos pais no momento de deixar a criança na escola”, conta Silvia Prado, coordenadora pedagógica do colégio Nossa Senhora do Morumbi. Cynthia Wood Passianotto considera um erro achar que o início do ano letivo será apenas a retomada do ano anterior. “Sendo que em um novo ano terão novas matérias, novo professor e mudanças que ocasionam ansiedade. Outro erro é achar que retomar a rotina escolar é algo fácil após as longas férias de verão, e que esta adaptação – se não for bem planejada – ocorrerá com facilidade”, afirma.

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Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

Sorrir estimula e incentiva ainda mais esse comportamento, segundo pedagoga. Confira orientações.

Você está com sua criança em algum local e, sem mais nem menos, ela solta um palavrão e logo na frente de outras pessoas. Entre a surpresa e a vergonha do momento, você repreende a criança e até a ameaça com algum castigo caso isso aconteça novamente. Existem estratégias que podem ajudar a criança a perder o interesse em utilizar essas palavras inadequadas. Uma delas, segunda a coordenadora pedagógica do Colégio Evolve, Lisley Amado, é evitar achar graça e sorrir quando a criança falar um palavrão.

“Muitos pais e mães cometem o erro de achar ‘engraçadinho’ a criança falar um palavrão. O problema é que, quando sorriem, estimulam e incentivam ainda mais esse comportamento”, opina.

Na avaliação da psicóloga e psicopedagoga clínica Cynthia Wood, muitas vezes a criança fala um palavrão para chamar a atenção dos pais e mães e, quanto mais estes a retrucam, mais a criança aumenta a quantidade de palavrões na tentativa de provocar. “Neste caso, tanto pais quanto mães devem verificar o porquê disso estar acontecendo”, observa.

O que fazer quando sua criança fala um palavrão pela primeira vez ou não abandona esse hábito de forma alguma?

http://www.tempodemulher.com.br/amor-e-sexo/pais-e-filhos/pais-e-maes-devem-evitar-achar-graca-quando-a-crianca-falar-um-palavrao_-saiba-o-que-fazer-

 

Pais e mães devem evitar achar graça quando a criança falar um palavrão; saiba o que fazer!

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Atitudes altruístas trazem benefícios à saúde das crianças

Atitudes altruístas trazem benefícios à saúde das crianças, revela estudo.

Especialistas constataram também que filhos de famílias mais ricas são menos propensos a atos generosos.

Pode soar clichê, mas é verdade: fazer o bem faz bem. E isso é cientificamente comprovado. Pesquisas anteriores já haviam constatado os benefícios psicológicos e até físicos provocados por um comportamento generoso em adultos, mas, pela primeira vez, um estudo publicado no periódico americano Association for Psychological Science comprovou que crianças com atitudes altruístas têm benefícios que se refletem na saúde.

Você está criando um filho materialista?

A pesquisa foi realizada com 74 crianças em idade pré-escolar – na média, os participantes tinham 4 anos. Em um primeiro momento, os pesquisadores brincaram com os pequenos, um por vez, e explicaram que eles ganhariam moedas, que poderiam ser trocadas por presentes ao final. Com a autorização dos pais, os pesquisadores fixaram eletrodos no torso das crianças, com o intuito de monitorar os sinais fisiológicos, incluindo os batimentos cardíacos e o tônus vagal, indicador do funcionamento do sistema nervoso parassimpático. O nervo vagal se conecta com o cérebro e outros órgãos e, por isso, sua atividade serve com um medidor das respostas fisiológicas ao estresse. Ter o tônus vagal alto significa que a pessoa está se sentindo calma e segura, o que refelete em melhor saúde física, comportamento e habilidades sociais entre as crianças. No finalzinho da visita, as crianças tiveram a oportunidade de doar algumas de suas moedas para uma criança doente, que na verdade era apenas uma personagem inventada para o estudo.

Durante a experiência, os pesquisadores analisaram o tônus vagal das crianças em três momentos: instrução, quando elas foram informadas de que teriam as moedas; decisão, quando podiam escolher fazer a doação; e na conclusão, quando os pesquisadores entravam de novo na sala e fecharam a caixas de moedas sem espiar.

Os pesquisadores constataram que as crianças que doaram moedas tiveram uma maior flexibilidade no tônus vagal, o que indica uma melhor regulação fisiológica. No final do experimento, a doação em si foi associada a um tônus vagal mais alto. “Nossas descobertas sugerem que o fomento de tendências altruístas pode ser um caminho para a promoção de uma melhor saúde e bem-estar para todas as crianças”, conclui o líder da pesquisa, Jonas Miller, da Universidade da California Davis.

Quem muito tem…

Em uma segunda etapa, os pesquisadores se concentraram na relação entre a situação socioeconômica da família das crianças que participaram da experiência e a quantidade de moedas doadas por cada uma delas. Os pesquisadores observaram que crianças que pertenciam a famílias mais ricas foram menos generosas. “Isto mostra que certos aspectos da cultura do alto status socieconômico que têm sido observados em adultos, tais como aumento do foco em si mesmo e a diminuição da sensibilidade social , também podem estar presente em crianças a partir dos 4 anos de idade “, comentou Miller.

Como fazer do seu filho uma criança mais altruísta

Independente da situação social e financeira da família, os pais devem ter em mente que a generosidade pode ser ensinada, assim como se ensina a falar, a ler ou a contar. Aprender a ser altruísta na infância pode trazer muitos benefícios no futuro. “A atitude altruísta propicia o desenvolvimento de uma pessoa mais flexível e sensível ao outro, minimizando os efeitos corrosivos do egoísmo e da competição tão presentes na atualidade”, explica a psicóloga Isabel Abreu, do Colégio Mopi.

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4 dicas para tornar seu filho uma pessoa solidária

A melhor maneira de estimular seu filho desde cedo a ter um comportamento mais solidário é por meio do seu próprio exemplo. “Quando os pais dão bons exemplos de generosidade vão aos poucos interiorizando nas crianças posturas e virtudes que são presenciadas desde a primeira infância”, explica a pedagoga Jurema Esteban, diretora do Colégio Evolve (SP). No dia a dia, os pais podem incentivar a criança a perceber como o outro se sente e como certas atitudes que partem dela têm o poder de fazer alguém de sentir feliz – como emprestar um lápis ao colega, doar um brinquedo para crianças carentes e ajudar nas tarefas de casa. Agora no inverno, que tal pedir a ajuda do seu filho para separar as roupas que ele já não usa, ou que não lhe servem, para doação?

Os livros infantis também podem ajudar nesse processo. “A leitura de histórias que exemplificam o comportamento altruísta deve ser bastante estimulada. Narrativas lúdicas e divertidas podem transmitir crenças e valores que ajudam a criança a criar empatia pelos outros e a entenderem como as outras pessoas se sentem”, comenta a psicóloga. Converse sempre com o seu filho propondo que ele se coloque no lugar do personagem, dos amigos, dos irmãos: “Você ia gostar se você fosse na casa do seu amigo e ele não deixasse você brincar com nenhum brinquedo dele? Você ia ficar feliz ou chateado?”. A criança sabe a resposta e a partir de seus próprios sentimento pode fazer esse exercício de alteridade.

Mas é meu!

Se a criança mostrar que não está disposta a ajudar o amigo ou a doar alguma coisa sua em determinado momento, é melhor não insistir. “Nunca devemos forçar a criança a adotar atitudes altruístas, pois ela não estará aprendendo o verdadeiro sentido de sua ação, e o que ficará marcado neste caso será um sentimento ruim, de tristeza ou de ser contrariada. Com esse sentimento construído ficará mais difícil de conseguirmos sensibilizá-la futuramente”, explica Jurema. Se seu filho tiver separado um brinquedo para doar e se arrepender na última hora, não force. Encontre algo para doar que não seja dela, pode até ser comprado, e reforce o exemplo positivo, ressaltando como a pessoa que vai receber o presente ficará feliz.

http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2015/07/atitudes-altruistas-trazem-beneficios-saude-das-criancas-revela-estudo.html

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Desenvolvimento da Fala

Pesquisas realizadas pelas universidades de Washington e de Connecticut, nos Estados Unidos, apontam que conversar com seu filho de forma infantilizada pode ajudar no desenvolvimento da fala e aumentar o vocabulário da criança.
É comum quando o bebê nasce, o tom das conversas pela casa mudar: as vozes ficam mais agudas, as sílabas se alongam, as vogais se arrastam e cheios de bicos e caretas são os diálogos com o bebê.

No entanto, é preciso estar atento ao uso da fala infantilizada, a mesma não deve conter erros.
Muitos pais veem graça quando a criança pronuncia as palavras de maneira errada e começam a repeti-las quando conversam com a criança, mas isso só reforça o erro e retarda o aprendizado.
Importante frisar que devemos sempre pronunciar a palavra corretamente e não incentivar erros de pronuncias.
Ao adotar esse estímulo é necessário estar atento à hora de parar, pois o bebê cresce e começa a falar e esse estímulo pode ter efeito contrário, atrapalhando o desenvolvimento oral e a memória auditiva, assim, quando a criança já anda e tem contato com outras pessoas, não precisa mais desse apoio linguístico.
Não basta falar, falar e falar com a criança, o mais importante é trabalhar a interação e o envolvimento com a linguagem, é preciso engajar a criança na conversa e fazer com que ela balbucie em resposta, quanto mais isso acontecer, melhor será o desenvolvimento da fala.
Portanto, é aconselhável aos pais que falem normalmente, acompanhando assim, a evolução e o crescimento dos filhos.

É de grande importância também, que os pais e professores mantenham o contato visual durante os diálogos, pois nessa fase o que chama a atenção das crianças são: a linguagem corporal, a expressão fácil e o tom da voz.

Lembramos também, que a comunicação gestual não pode ocupar o lugar da fala. Muitas vezes as crianças descobrem que ao apontar para um objeto, os adultos tentam adivinhar o que ela deseja e o entrega. É fundamental que estimulem a criança a falar o que deseja, se ainda assim ela não falar, a dica é que ao entregar o brinquedo fale o nome dele.
Outro aspecto a observar é a alimentação, pois através dela os músculos faciais são fortalecidos e isso terá um impacto direto na aquisição da fala. Por isso, os alimentos mais consistentes, de diferentes tipos, podem desenvolver a mastigação, e por consequência, as articulações e músculos do rosto.

Além dos estímulos que falamos até a agora, o desenvolvimento da fala também é influenciado pelas características das crianças. O desenvolvimento completo da linguagem demora de quatro a cinco anos para ser concluído.

A criança de 3 anos pode trocar o “r” pelo “l” ou o “p” pelo “b”, por exemplo, dando à sua fala um tom infantilizado. Os pais não devem reforçar essa linguagem, pois o filho dessa idade tem condições de aprender a se expressar corretamente.
Atenção à uma possível regressão na linguagem, essa pode vir devido a mudança de rotina, nascimento de um irmão ou a entrada na escola.
Nessas situações, evitem correções agressivas ou broncas, basta repetir corretamente as palavras ditas.

Lisley de Rezende Amado
Coordenadora Pedagógica do Evolve

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Brinquedos Educativos

Nós do colégio Evolve sabemos a importância do brincar nesta faixa etária e preocupados com a qualidade de ensino dos nossos alunos, trabalhamos com frequência em sala de aula os brinquedos educativos.
São muito úteis para o processo de aprendizagem, eles servem de estímulo para a criatividade. Com eles trabalhamos na criança a percepção, memorização, o social, cognitivo, afetivo-emocional, coordenação motora fina e a lógica.

As crianças do G2-B fizeram uma atividade direcionada em sala de aula, onde foram orientados para se sentarem em duplas, utilizando-se da brincadeira pé com pé, com isso conseguimos trabalhar melhor com os nossos pequenos algumas estratégias, como a persistência, a parceria com o colega, o equilíbrio, o foco e principalmente a concentração.
Sendo que também o objetivo maior nesta atividade é trabalhar o dividir e o emprestar. Sabemos o quanto é difícil para eles compartilharem os brinquedos e outros objetos. Essa é uma característica do desenvolvimento infantil chamada de egocentrismo. Ela não conhece outras perspectivas diferentes das suas e acredita que todo mundo percebe, sente e pensa da mesma maneira, ou seja, o mundo gira em torno dela.
Nesse sentido, nós assumimos grande responsabilidade ao ajudar as crianças a superar a fase do egocentrismo com tranquilidade mediando situações de conflito, onde esses sentimentos, aos poucos, substituem o ato egocêntrico.

Nossa atividade foi um sucesso, nossos pequenos conseguiram atingir todos os propósitos, objetivos e superaram os desafios.
Parabéns a toda turminha do G2-B.
Um grande beijo nestes rostinhos lindos.

Diane Azevedo
Professora Colégio Evolve

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