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Judô na Educação Infantil

O primeiro contato da criança com o tatame

Observamos, atualmente, uma enorme adesão das crianças à
prática do Judô

No entanto, acerca dessa adesão, surge uma pergunta, seria o Judô adequado para o desenvolvimento da criança?

Quando pensamos no Judô vemos que ele é cercado de forte
influência da cultura japonesa, onde se preconiza o respeito, a colaboração e a
disciplina, elementos bem conhecidos pelos praticantes e recitado
como um mantra.

São esses elementos que tem atraído a atenção dos pais, para matricularem
seus filhos nas aulas de Judô, na expectativa de conciliar o “útil ao agradável”,
pois além de seus filhos realizarem uma atividade física, onde a criança
se beneficia de todas as vantagens como por exemplo, o combate do
sedentarismo,

É fato que o mestre Jigoro Kano , quando postulou os principais objetivos
do Judô, preconizou a ideia de promover tanto o desenvolvimento físico quanto o espiritual.

No entanto, somente teremos os benefícios, propostos pelo Judô, quando esse for praticado de maneira adequada. Quando nos referimos à prática da modalidade por crianças é necessária uma modulação” observando as necessidades inerentes ao universo infantil e não apenas a expectativa dos pais, portanto o foco principal deve ser a criança.

Isso torna um grande desafio por parte de quem ensina Judô, que sob essa
ótica deverá ter tanto o conhecimento oriundo das bases do Judô, como
subsídios para compreender esse período tão importante denominado infância.

A inserção da criança, em qualquer modalidade deve-se ponderar as
demandas que a modalidade exige e a compatibilidade com o período do
desenvolvimento da criança.

Podemos dizer que o Judô contém elementos que auxiliam no desenvolvimento integral da criança, relacionando com os valores de cooperação, disciplina e respeito.

Percebemos que a colaboração está diretamente ligada ao progresso mútuo, como ao treinar o randori, por mais que um dos alunos seja mais habilidoso que o outro, o professor explica que a ajuda do menos habilidoso é a possibilidade de ter “alguém” para treinar, ao passo que o mais habilidoso promove o progresso do menos, que procurará equiparar as habilidades.

Além das bases filosóficas, o Judô contribui com forte formalismo, seja ao executar os cumprimentos, a etiqueta ao adentrar no tatame, a vestimenta, etc.

Para que o Judô se torne uma “modalidade ideal” é vital que o professor além de deter o conhecimento pertinente observe o grau de exigência com o período do desenvolvimento infantil, assim teremos à longo prazo Judokas condizentes ao proposto pelo mestre Jigoro Kano.

Referência:
TANI, G. A Criança o Esporte: Implicações da iniciação esportiva
precoce. In. R.J. Krebs; F. Copetti; M.R. Roso, M.S. Kroeff e P.H. Souza.
“Desenvolvimento infantil em contexto – Livro do ano da Sociedade
Internacional para Estudos da Criança. Florianópolis: Editora UDESC, p. 101-
113, 2001.

Judô na Educação Infantil I/Colégio Evolve
Prof. Fernando Ikeda

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Questão de gênero

 

Questão de gênero – CLAUDIA filhos

O sexo determina diferenças entre meninos e meninas, mas nosso papel é ajuda-los a desenvolver plenamente seu potencial.
Larissa Purvinni

Sim, os seres humanos nascem macho ou fêmea, dependendo da informação genética levada ao óvulo pelo espermatozoide. Essa diferenciação começa em torno da oitava semana de gestação e tem relação com os níveis de testosterona que predominam os meninos, influenciando no desenvolvimento cerebral, nas características sexuais e no comportamento, incluindo atividades como a escolha de brinquedos. “Algumas características podem ser mais evidentes em um sexo do que no outro, como capacidade de localização, habilidade matemática e coordenação motora nos meninos e na empatia e habilidades de linguagem nas meninas. Essas evidências são fruto das diferenças sutis entre o cérebro de meninos e o de meninas, quer seja através de ligações entre as diversas áreas corticais, e em virtude do código genético de cada gênero, quer seja da ação de hormônios no período gestacional, e depois no período da adolescência. A criação favorece ou reprime a expressão de habilidades de qualquer indivíduo e influencia a sua manifestação”, afirma Adriana Ladeira Cruz, neuropediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Já na 26ª semana de gestação é possível diferenciar o cérebro do feto masculino do cérebro do feto feminino a olho nu. Ao mesmo tempo, hoje é possível saber o sexo do bebê já na oitava semana de gestação e, a partir daí, começar a formar expectativas sobre como será aquela criança. A empresária Barbara Saleh atribui as diferenças notadas durante os nove meses ao temperamento mostrado até hoje pelos filhos, Kassem, 6, e Sueli, 2. “O Kassem era mais agitado, chutava mais. Já a Sueli era mais quieta. Quanto à amamentação, meninos sugam mais forte, e meninas são mais delicadas”, diz.
O célebre zoólogo Desmond Morris, no livro Meu Bebê: A Incrível capacidade de Evoluir Tanto em Tão Pouco Tempo, explica que, enquanto o cérebro masculino é maior do lado esquerdo, o feminino é levemente maior do direito. Considerando-se que o lado esquerdo se ocupa de pensamentos analíticos, enquanto o direito está relacionado com o pensamento intuitivo e a criatividade, pode ser que o mito sobre a intuição feminina tenha fundamento.
Com respostas emocionais, em geral as mulheres usam o córtex cerebral. Os homens recorrem a uma parte mais “antiga” do cérebro, a amígdala. Segundo Morris, estudos mostram que uma onda de testosterona na infância aumenta a amígdala, tornando-a visivelmente maior nos meninos. Resumindo: desde antes no nascimento, o cérebro masculino e o feminino têm estruturas, organização e operação diferentes.
Morris explica que as diferenças entre meninos e meninas datam tempos pré-históricos. “Enquanto os machos saíam em busca de alimento, as fêmeas faziam quase todas as demais tarefas e eram o centro da sociedade tribal. ” Conforme os machos se especializavam na caça, ficavam maiores e mais fortes, o que resultou em meninos maiores e mais pesados. Não à toa, ainda hoje as marcas olímpicas de homens e mulheres, numa modalidade esportiva em que ambos treinem o mesmo número de horas, são sempre diferentes, porque se baseiam numa vantagem biológica inicial que o treino não consegue superar, lembra Lisley Amado, psicopedagoga e coordenadora do Colégio Evolve, de São Paulo.

 

Questão de gênero

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Criança que beija os pais na boca desperta para o sexo mais cedo?

Criança que beija os pais na boca desperta para o sexo mais cedo?

Selinho nos filhos: pode ou não pode?

Uma psicóloga americana causou polêmica ao afirmar que beijo na boca entre pais e filhos deve ser evitado, pois seria um hábito muito sexual. Charlotte Reznick diz que crianças que recebem selinho dos pais, mesmo sendo um ato completamente inocente, podem tentar fazer o mesmo na escola, com os coleguinhas.

O hábito é diferente em cada país, de acordo com sua cultura. No Brasil, por exemplo, é menos comum. Isso faz com que exista uma certa estranheza por parte de alguns adultos, que interpretam o ato como algo sexualizado e imaginam que as crianças o verão também desta forma. Até mesmo entre especialistas o assunto gera polêmica.

Opinião contra

A psicopedagoga Rosângela Hasegawa, diretora do Evolve Berçário e Colégio Infantil, em São Paulo, ressalta que tudo deve acontecer na medida certa e com limites, para que seja saudável. “Beijar a criança na boca, tomar banho junto e dormir na mesma cama, agarradinhos, dependendo como é essa brincadeira, poderá sim está estimulando e desenvolver a erotização precoce”, alerta.

Segundo ela, a criança poderá sim considerar isso como natural e vir a fazer em outros adultos, o que não será correto. A orientação é explicar para que na família existe um casal que tem seus papéis, pai e mãe que namoram, dormem juntos e beijam na boca, mas a criança tem outro papel, o de filho. “Tudo deve ser colocado delicadamente, explicando o papel de cada um na família e colocando os limites. O carinho transmitido pelo tocar, massagear, abraçar e beijar os filhos é muito saudável e importante na sua formação, mas nada que seja semelhante aos toques, abraços e beijos que são trocados entre seus pais”, diz.

Ela destaca também a questão da saúde. “Nas relações entre pais e filhos quanto mais diálogo, carinho e contato melhor. Mas as crianças são muito vulneráveis, têm baixa imunidade para contágios e o beijo na boca, além de não ser adequado, pode ser um fator de transmissão de bactérias e vírus. Bebês e crianças pequenas não têm defesas para isso. E beijar a criança na boca não a fará ficar mais próxima do pai ou da mãe”, explica.

Opinião a favor

Já a psicóloga Cynthia Wood, da Clínica Crescendo e Acontecendo, também em São Paulo, acredita que o hábito não cause nenhum problema. “O selinho dado pelos pais nos filhos é um costume de algumas famílias e uma expressão de carinho sem conotação sexual. Essas crianças não têm as experiências que liguem essa demonstração de afeto com sua sexualidade, portanto não despertam uma sexualização precoce”, afirma.

Bolsa de Mulher

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Dia Nacional de Educação Infantil: escola e família devem ser parceiras

Pedagoga diz que a família deve ajudar a criança crescer como pessoa e a escola a desenvolvê-la integralmente

No Dia Nacional de Educação Infantil, comemorado nesta terça-feira (25), o programa Cotidiano traz a tona a discussão do que compete aos pais e o que compete às escolas. A pedagoga e diretora de colégio paulistano, Jurema Esteban, diz que a família deve ajudar a criança a crescer como pessoa e a escola ajudá-lo a se desenvolver integralmente, no seu aspecto físico, psicológico, intelectual, social, como um complemento da ação da família.

Segundo a pedagoga, o exemplo é a melhor forma de se educar, então, se os pais dão bons exemplos em casa, essa criança absolve e traz para a escola. Ela diz que com essa vida moderna, em que os pais deixam a criança na escola de manhã e só buscam à noite, a educação fica por conta da escola, mas há um limite que a escola não consegue ultrapassar.

Jurena Esteban diz que só vamos mudar o país para melhor por meio da educação, e por isso tem que haver parceria entre a escola e a família, para complementar a formação da criança junto à família.

A pedagoga explica ainda as linhas pedagógicas mais utilizadas pelas escolas: “as linhas tradicionais são as que o professor ensina e o aluno tem que corresponder se ele aprendeu ou não, através das provas. A linha construtivista, que hoje em dia é o que mais se aplica nas escolas modernas de educação infantil, se acredita que a criança chega e já tem um conhecimento de vida, e traz um histórico da família, vocabulário, então ela vai compartilhar com os coleguinhas o que ela já sabe, e também vai aprender com os colegas”, esclarece.

Confira a análise sobre o binômio escola família nesta entrevista ao Cotidiano, apresentado por Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília que ao ar de segunda a sexta-feira, às 14h.

Radio EBC

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Fonoaudióloga

Com muita alegria, recebemos no Evolve, Viviane Gurfinkel, fonoaudióloga, para um bate papo com as famílias.

Viviane é especialista em Motricidade Orofacial e Fisiologia aplicada à Fonoaudiologia.
É Presidente da Diretoria Executiva da ASSIMP – Associação Internacional do Método Padovan.
Trabalha com Beatriz Padovan desde 1984.

O método Padovan pode ser aplicado como reabilitação ou prevenção/manutenção de todas as funções motoras e cognitivas.
Utiliza-se o Método Padovan de Reorganização Neurofucional para recuperar funções perdidas, funções nunca adquiridas, ou ainda para preparar o organismo para que possa adquirir funções e capacidades para as quais tenha potencial e que, por falta de estímulos ou por outro motivo qualquer, não tenha tido a oportunidade de se manifestar.

A técnica pode ser aplicada em todas as faixas etárias, do bebê à terceira idade, com excelentes resultados.

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Ética na Infância – Jurema Esteban na RedeVida

Ética na Infância

Dalcides Biscalquin, apresentador do Programa Escolhas da Vida, na Rede Vida TV, mais uma vez nos convida para falarmos em seu programa sobre ética na infância.

Jurema Esteban, Gestora e Diretora Pedagógica do Colégio Evolve fala sobre o tema e orienta os pais qual a melhor forma de trabalhar o assunto junto as crianças

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Como escolher o berçário para o seu filho?

Como escolher o berçário para o seu filho
A decisão de colocar o filho no Ensino Infantil não é nada fácil. Separar-se da criança ou até mesmo do bebê é, em muitos casos, doloroso para os pais. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil – que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.

“Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível”, afirma Ana Cássia.

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.

Estímulos e desenvolvimento
Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm “pena” de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais – que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo – a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, em São Paulo, explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais – quando as cuidadoras cantam para as crianças.

O Colégio trabalha com um sistema que permite tanto que os pais deixem os filhos todos os dias no colégio quanto em dias específicos. Para Lisley Amado, coordenadora pedagógica do Evolve, quanto maior a frequência da criança melhores os resultados alcançados, já que é necessária uma adaptação às cuidadoras e ao ambiente, além da vivência de um projeto, possibilitando o desenvolvimento de forma mais ampla.

Escolas especializadas
O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil – ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. “É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola”, compara a especialista.

No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante – que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. “O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe”, diz Lisley Amado, coordenadora do Evolve.

http://criandocriancas.blogspot.com.br/2015/08/como-escolher-o-bercario-para-o-seu.html

Como escolher o berçário para o seu filho

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Como falar de morte com os alunos? Como abordar o tema em sala de aula?

Quando uma criança sofre uma perda – seja de um avô, de um tio ou até mesmo de um bichinho de estimação -, é muito importante que professores e familiares se apoiem, afinal, uma informação incorreta ou distorcida pode interferir na conscientização da perda e em sua aceitação. Contar uma mentira, dizer que a pessoa virou estrelinha ou que foi viajar somente prolongará o sofrimento da criança, que, quando se deparar com a verdade, vai se sentir enganada. Expor o assunto em toda a conversa é uma boa forma de identificar quais conceitos seus alunos possuem, se já passaram pela situação, como encaram a morte, o que se pode fazer para confortar alguém etc. Embora as crianças (sobretudo as mais novas) ainda não compreendam inteiramente a ideia de morte, o assunto deve ser discutido na escola para que elas tenham a oportunidade de trocar opiniões com os colegas e de encontrar apoio para encarar o sofrimento. Como o comportamento das pessoas ao redor interfere no enfrentamento das perdas, uma intervenção adequada no momento certo é de grande importância, podendo ajudar no encaminhamento do luto e no restabelecimento das condições emocionais dos pequenos.

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