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Pais que se envolvem na criação dos filhos são mais saudáveis, diz pesquisa

Pais que se envolvem na criação dos filhos são mais saudáveis, diz pesquisa

Bem-estar e sentimento de satisfação completam a vida dos pais ativos na criação dos filhos

Especialistas são unânimes em dizer o quanto os filhos podem se beneficiar da presença dos pais em sua criação. O que pouca gente para pra pensar é o quanto essa relação pode ser revolucionária e do bem para os pais também.
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A Tecnologia como auxílio na Educação

A Tecnologia como auxílio na Educação

Atualmente grandes escolas estão adotando a Tecnologia Educacional como uma ferramenta de auxílio dentro da sala de aula. Imagine ler um livro com uma tela bem colorida, com textos claros e uma interface multi-touch que permite virar as páginas apenas deslizando os dedos.
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Introdução dos alimentos na dieta do bebê: passo a passo

Introdução dos alimentos na dieta do bebê: passo a passo

Saiba quando introduzir os alimentos na dieta do bebê, cuidados ao preparar as papinhas e muito mais

Como deve ser a primeira papa que vou introduzir na alimentação do bebê? O quanto oferecer? E depois, quais oferecer as outras papas? A seguir, elaboramos um guia definitivo da introdução dos alimentos na dieta do bebê que responde essas e muitas outras questões. Confira:
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Mais que local de aprendizado, sala de aula deve ser vista como espaço social.

Tal como o espaço geográfico de um
Nesses casos, outros tipos de organização das carteiras podebairro ou cidade, formado a partir das necessidades de sociais, econômicas e culturais das comunidades, as salas de aula devem conter uma organização própria que atenda à dinâmica de convivência e aprendizado dos alunos na escola. Por ser um espaço social, o professor deve trabalhá-lo de forma a alcançar o desenvolvimento do conhecimento em seus alunos, tanto a partir de técnicas didáticas quanto estimulando a interação e colaboração entre eles.

A disposição dos objetos no espaço é umas das premissas para um bom desempenho nas atividades propostas pelo professor. Em aulas onde a atenção do aluno deve estar focada em ouvir o educador, a tradicional disposição em fileiras parece ser a mais adequada, mas é importante criar dinâmicas que favoreçam o contato entre os colegas e construção do saber coletivo.
m ser levadas em conta. Caso o professor pretenda orientar trabalhos escritos ou discussões em pequenos grupos, é aconselhável separar as carteiras em grupos de quatro ou cinco. Se o objetivo for que a sala, como um todo, entre em algum tipo de discussão coletiva ou realize alguma dinâmica de aproximação e socialização, disposições em U ou em círculo garantem o contato visual entre todos os alunos, condição essencial para a interação verbal.

As paredes também podem ser utilizadas como um bom estímulo para a criação de responsabilidade e senso artístico nos alunos, além de, se bem aproveitadas, servirem como um espaço de valorização da produção coletiva. Desde pequenas, as crianças podem ser incentivadas com regras de boa convivência em forma de desenhos e cartazes que elas podem ajudar a confeccionar e a colar. Outra ideia é utilizar as paredes como mural para os trabalhos temáticos desenvolvidos em sala ou para lembranças de momentos de confraternização vividos pelos alunos.

Essas ideias podem ser mantidas e adaptadas de acordo com a evolução da faixa etária dos estudantes. Desenhos podem dar espaço a pesquisas sobre variados temas, colagens, redações e produções mais típicas do ensino fundamental ou até do ensino médio. Pensando sempre por áreas, o professor pode produzir paredes temáticas a respeito do ensinará durante o período letivo e reservar espaços de autonomia do próprio aluno, desde que preserve o bom senso e adequação de seu conteúdo ao ambiente escolar.

Outra medida que pode desenvolver a responsabilidade do estudante é estabelecer um local que sirva como um cronograma da sala. Nele, o professor pode planejar as aulas do mês, estipular datas de provas e entregas de trabalho e informar continuamente sobre novas atividades. Revezar os alunos na tarefa de atualizá-lo estimula o compromisso dos colegas para com os demais e colabora para o fortalecimento do senso de direitos e deveres.

A sala de aula deve ser vista como um espaço social, não só de interação de professores e alunos, como de produção científico-cultural e de desenvolvimento do saber. Como tal, ele deve ser remodelado e replanejado de acordo com as necessidades do momento educacional da criança e do adolescente, e deve favorecer a dinâmica da colaboração coletiva e da responsabilidade para com o próximo. Cabe ao educador conduzir esse espaço na direção correta, mas permitir a autonomia e participação de seus alunos nesse processo.

Rosangela Hasegawa

Planeta Educação

evolve

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Como as crianças escolhem os brinquedos?

Os brinquedos, jogos e brincadeiras são de fundamental importância na vida da criança e devem estar presentes na rotina, para estimular capacidades como concentração, memória, e promover desenvolvimento físico, intelectual, emocional. “Estimular os filhos a brincar com uma variedade de opções, independentemente do sexo, favorece o desenvolvimento de habilidades importantes para a vida adulta”, afirma a psicopedagoga Michelle Pereira de Moraes Leite, do Evolve Berçário e Colégio Infantil, em São Paulo.

No entanto, muitos pais e até educadores insistem em separar os brinquedos de menina e brinquedos de menino. “Entendo que os pais não gostam de ver a filha brincar com carrinho ou o filho com boneca, mas, para a criança, no momento da interação com o brinquedo, é apenas um brinquedo. Para ela, não há essa diferença ao brincar com algo que socialmente pertence a outro gênero. Essa diferença só existe na cabeça dos adultos”, diz.

Como as crianças escolhem os brinquedos?

Ela explica que realmente existem diferenças no desenvolvimento de certas áreas do cérebro, o que faz com que meninos sejam mais ligados a questões visuais (e utilizem brinquedos como ferramenta para empilhar, montar) e meninas a linguagem e afetividade (sendo mais atraídas por bonecas, por conta do rosto). E diz que a “troca de papéis” nas brincadeiras não influencia na orientação sexual das crianças e ainda ajuda a aprender a lidar com as próprias emoções.

Tem diferença entre brinquedos de menino ou menina?

“Os meninos também têm hormônios femininos, só que em menor proporção. Ao brincarem de boneca, ficam mais compreensivos, mas é diferente da maneira que as meninas brincam. Não quer dizer que ele tem preferência por esse brinquedo, apenas que está explorando o objeto ou reproduzindo o que já viu, como o pai cuidando de um irmão. Por que privar a menina de brincar de carrinho se, no dia a dia, ela vê sua mãe dirigindo? Na brincadeira não tem sexo, todos têm os mesmos direitos”, diz.

O problema é que, quando se espera de um menino ou uma menina os padrões a serem seguidos, costuma-se cair no preconceito. “É normal que, na fase do desenvolvimento infantil, as crianças queiram explorar variedade de brinquedos. Se os pais passam a reprimir a exploração, podem prejudicar o desenvolvimento do filho. Por isso, não devem fazer diferenciação de gênero”, afirma.

O mesmo vale para as escolas, pois, quando mantêm esses estereótipos, as crianças passam a reproduzi-los no cotidiano e se torna algo negativo. “As crianças precisam vivenciar para descobrir coisas novas”, finaliza.

Bolsa de Mulher

ColegioEvolve

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Dia das crianças

Dia das crianças

O Dia das Crianças, comemorando em 12 de outubro, é uma grande oportunidade para trabalhar atividades diferentes com os alunos

Abordar a data em sala se faz muito importante, pois o professor deve contribuir para que o aluno compreenda que não se trata apenas de um momento de ganhar presentes. Trata-se, na verdade, de um momento que pode ser celebrado com brincadeiras, integração com os colegas e muita diversão.

Uma boa maneira de tornar a data atrativa e produtiva é investir na confecção de materiais que podem ser dados de presente aos colegas. Para os mais novos, dos primeiros anos do Ensino Infantil, as atividades podem envolver pinturas livres. Com a ajuda do professor, essa produção abstrata pode ser transformada em algo mais concreto.

Já com as crianças maiores, que já têm a fala mais desenvolvida, é possível trabalhar histórias, brincadeiras e confeccionar brinquedos de garrafa PET ou sucata. Esses presentes podem ser tocados entre os colegas, incentivando a relação com o outro e o desenvolvimento da generosidade. Com essa troca, a criança aprende que dar presentes e abraços é mais importante do que simplesmente receber um brinquedo caro.

Os colégios também podem organizar uma gincana, regadas a brincadeiras e integração entre alunos de diferentes faixas etárias. Esta é uma oportunidade de estreitar relações entre crianças que, geralmente, não costumar passar muito tempo juntas. Essas gincanas são especialmente aplicáveis aos alunos do Ensino Fundamental I, que conseguem realizar atividades mais complexas. Com os jogos, são incentivados o trabalho da equipe, a socialização, a organização de estratégias, além do desenvolvimento do controle motor. O mais importante, porém, é promover um momento divertido, que fuja do que acontece em dias comuns na escola. A atividade pode ser fotografada e, posteriormente, um belo mural pode enfeitar a sala de aula, relembrando as crianças daquilo que puderam vivenciar.

Para alunos dessa idade também é possível abordar, em aula, a história do Dia das Crianças, ressaltando sua importância e significado. Fazer cartões, contar histórias e assistir um filme também são opções que dão ao aluno a sensação de que aquele dia é uma data especial, em que ele está sendo homenageado. Outra possibilidade é trazer ao colégio grupos de teatro que trabalhem o tema de forma lúdica, ou mesmo incentivar as crianças a organizarem uma apresentação especial.

O clima de diversão e integração cria um ambiente propício ao desenvolvimento humano fundamental para que as crianças possuam uma formação integral, para além daquilo que é explicado em sala de aula. Daí a relevância de planejar as atividades a serem realizadas na data com antecedência. A maior dica aos professores e coordenadores é: usem a criatividade! Aproveitem esse momento especial para proporcionar muita diversão (e também aprendizado) aos seus alunos.

Rosangela

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Educação: lição de casa precisa ser repensada

O ensino deve ser complementar ao aprendizado escolar e não extensão dele

A lição de casa é parte fundamental do aprendizado: é através dela que as crianças podem fixar os conteúdos passados em aula e desenvolver suas habilidades na resolução de exercícios. No entanto, quando ela é excessiva? Principalmente no caso dos pequenos que ainda estão na Educação Infantil? Pode acabar trazendo mais aspectos negativos do que positivos, como desânimo com os estudos.

De acordo com Rosângela Hasegawa, pedagoga e diretora do Berçário e Colégio Evolve, o cenário atual, caracterizado cada vez mais por escolas que oferecem o período ampliado e o integral, a lição de casa deve ser repensada.

Pensando no tempo que as crianças passam na escola, nem precisaria existir a lição de casa. O tempo da lição deve ser o mínimo possível, pois ela deve complementar o aprendizado escolar e não ser uma extensão dele.

O jeito certo

O tempo gasto com a lição de casa deve aumentar gradativamente de acordo com a idade dos alunos. Segundo a presidente da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia), Luciana Barros de Almeida, esse tempo deve ser de no máximo 20 minutos para as crianças entre 3 e 6 anos de idade, e de 30 a 40 minutos para aqueles que se encontram na faixa entre 7 e 12 anos.

Em todos os casos, porém, a lição precisa ser discutida em aula, para que o aluno chegue em casa mais preparado para realizá-la.

A lição de casa precisa ser orientada pela professora em classe, explicitando o que ela espera do aluno naquela produção.

Outro fator muito importante na hora de planejar as tarefas de casa é saber que listas intermináveis, cheias de exercícios, não colaboram para o aprendizado? Muito pelo contrário.

A pedagoga Rosângela Hasegawa sugere:

O ideal é propor desafios com dois ou três exercícios.

Papel dos pais

Além da necessidade dos professores e educadores discutirem e repensarem a lição de casa, as especialistas destacam a importância dos pais estarem atentos e disponíveis para os filhos na hora dos estudos, estabelecendo horários para sua realização. Isso porque a criança pode acabar procrastinando ou fazendo a lição de qualquer maneira, mesmo quando sua proposta está adequada. Rosângela pede atenção.

Geralmente as crianças não gostam de lição de casa. É difícil tirá-las de outra atividade para que a façam.

Por isso, é fundamental que os pais estabeleçam uma rotina e que reservem um tempinho para os pequenos.

A necessidade de rotina se dá para ambas as partes para a criança e para a família que precisa dar exclusividade a esta atividade.

Mas é sempre bom lembrar: os pais não devem dar as respostas aos filhos, apenas auxiliá-los, estimulando-os a pesquisar e chegar às respostas corretas por conta própria.

A dúvida instiga a curiosidade e o pensamento.

Outra dica é estabelecer que a criança faça a atividade de uma vez, em vez de ir dando pequenos intervalos. Segundo Luciana Barros de Almeida, isso é importante.

Não só pela sequência e elaboração de pensamento, mas também pelo estabelecimento de rotina quanto à planejamento e execução da proposta.

R7

NossaSenhora

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Como lidar com o ciúme do irmão mais novo

Como lidar com o ciúme do irmão mais novo

Se ser filho único durante a infância pode ser um pouco solitário, ganhar um irmão pode se tornar bastante conturbado. É comum que o até então filho único sinta ciúmes do bebê, o que se coloca como um grande desafio para os pais. E esse desafio se torna ainda maior quando a mulher descobre estar grávida de gêmeos – aí, o ciúme é em dose dupla. No entanto, contornar a situação pode ser mais fácil se os pais conseguirem mostrar ao filho que ele não está sendo substituído e que não perderá atenção. “Mantenha a rotina que ele tinha antes da chegada dos irmãos, assim ele não sentirá que está perdendo ou que diminuiu o amor e os cuidados de seus pais”, sugere Rosângela Hasegawa, diretora do Berçário e colégio Evolve !Link http://colegioevolve.com.br/, de São Paulo.

Evitando o ciúme

Os ciúmes são mais comuns e acentuados em crianças que ainda não frequentam a escola e, portanto, têm suas relações interpessoais restritas ao ambiente familiar. Para evitar que o problema ganhe proporções, os pais devem reservar um tempo exclusivo para o filho mais velho. Além disso, como alerta Rosângela Hasegawa, solicitar a ajuda da criança para cuidar dos gêmeos pode ajudar não só a fazer com que ela se sinta envolvida no processo, como também a desenvolver o laço de amizade entre os irmãos. “Solicitar sua ajuda [da criança] mostra que ela é capaz, que o adulto confia nela”, explica Rosângela. Vale lembrar que a dica também vale para os casos em que a mulher está esperando apenas uma criança.
Uma boa maneira de incluir o irmão mais velho na nova rotina desde cedo é levá-lo às compras para o quarto dos irmãos. Quem dá a dica é o psicólogo clínico Luciano Passianotto !Link http://www.passianotto.com/ , também de São Paulo. Segundo Luciano, depois do nascimento, o mais velho pode até ajudar nos cuidados do bebê. No entanto, é preciso tomar cuidado, dando a ele tarefas condizentes com a sua idade. Uma criança de quatro anos, por exemplo, deve fazer apenas tarefas simples, como explica o especialista. “[O mais velho] Pode dar uma chupeta, distrair o bebê com um chocalho, cantar uma canção de ninar e conversar com seu irmãozinho”.

Retrocesso
Na maioria dos casos, a criança não expressa seu ciúme em palavras, mas sim com mudanças de comportamento. Um dos mais comuns é o retrocesso, quando ela volta a fazer coisas que fazia quando mais nova – tudo para ganhar mais atenção. Nesses casos, a diretora Rosângela sugere que os pais deem atenção à fala do mais velho e mostrem as vantagens que ele possui por ocupar essa posição. “Mostre as vantagens que ele tem por ser “grande” – ter amigos, dormir mais tarde, passear e brincar mais”, ensina a especialista.

R7

evolve

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8 Dicas para aplicar Shantala no seu bebê

O simples ato de fazer massagens no bebê ou na criança pode ajudar a torná-los mais calmos, conscientes do próprio corpo e até auxiliar no combate às cólicas, além de melhorar a respiração, o sono e a relação entre aquele que pratica e aquele que recebe a massagem. Mas não se trata de uma massagem qualquer: a técnica conhecida como ‘Shantala’, nascida na Índia e difundida pelo obstetra Fréderic Leboyer, vem sendo cada vez mais recomendada devido às suas inúmeras vantagens.

De acordo com a doutora Etles Maziero, psicoterapeuta do colégio Evolve e especialista na técnica indiana, a prática é indicada para crianças com idade entre zero e nove anos e pode ser aplicados por mães, pais, educadores e babás.

“O toque da Shantala tem a propriedade de resgatar vínculos afetivos entre criança e a mãe, ou de construir fortes vínculos entre a criança e a massagista (babá, educadora) que a aplica”, destaca Etles.

Por todos esses benefícios, a especialista recomenda que a prática comece cedo, podendo se estender até a pré-adolescência. No entanto, é preciso aprender a técnica corretamente, o que pode acontecer por meio de cursos.

É muito importante que exista uma rotina para a massagem e que o ambiente escolhido ofereça calma e tranquilidade. Além disso, as manobras devem ser sutis, para que a introdução e a assimilação da técnica se deem da melhor forma possível.

Para as crianças maiores, Maziero recomenda a reflexologia. “É um toque da massagem que se faz nos pés, mãos, cabeça e rosto. As crianças gostam muito e até aprendem a fazer em si própria e em seus amiguinhos.”

Aprenda a fazer a Shantala

A técnica deve ser realizada ao menos uma vez por dia. Cada movimento deve ser repetido de três a dez vezes.

Sente no chão, deite o bebê totalmente despido no seu colo. Você deve estar com as costas apoiadas na parede e as pernas esticadas. Faça movimentos leves, deslizando as palmas das mãos do centro do peito do bebê para as axilas, depois do peito para os ombros;

Envolva o bracinho do bebê como se fosse um bracelete e deslize a mão do ombro ao punho;

Abra a mãozinha do bebê com os polegares, indo desde a palma até os dedinhos, depois massageando cada um deles;

Com as mãos em “concha”, deslizando a parte externa das mãos das costelas até o quadril;

Da mesma forma que fez com o bracinho, envolva a perna do bebê como um bracelete e vá da virilha ao tornozelo;

Movimente os polegares no pezinho e nos dedinhos do bebê; também massageie cada um dos dedinhos;

Depois, com o bebê de costas, faça movimentos de vai e vem da nuca ao bumbum e depois subindo;

Com o bebê de volta na posição inicial, faça movimentos na testa do bebê, contornando os olhos; depois, em direção às maçãs do rosto e queixo.

Chris Flores

babyevolve

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