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Projeto Institucional Evolve 2021: Resiliência

Estamos dando início ao nosso Projeto Institucional 2021, a partir desta semana. Desejamos que acompanhem o trabalho desenvolvido com as crianças e que sejam nossos parceiros nessa caminhada.

Justificativa: A inclusão de atividades para o desenvolvimento de competências socioemocionais nos currículos da educação básica é uma demanda cada vez mais urgente, assim, educadores estão buscando atividades e projetos que possam ser incluídos no plano de aula da educação infantil.

Projeto Institucional Evolve /2021: Resiliência

“Resiliência não é apenas demonstração de força, mas também a convicção de que todas as adversidades podem ser superadas”.

Por que a Resiliência?

Após um ano em que fomos desafiados a descobrir novos caminhos, a organizar novas rotinas, a considerar que os próximos dias são incertos e imprevisíveis, aprendemos que precisamos estruturar e fortalecer a resiliência. Com a ajuda dela, nunca desistiremos de acreditar que dias melhores estão por vir.

Resiliência na área da psicologia

A resiliência é a capacidade de uma pessoa lidar com seus próprios problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas como: choque, estresse, algum tipo de evento traumático, sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades.  Vencer obstáculos e não ceder à pressão, seja qual for a situação.

Resiliência na primeira infância

Na primeira infância, é importante que as crianças tenham o sentimento de segurança garantido por laços de apego, com cuidadores competentes e afetuosos, bem como a estimulação e a nutrição necessárias para o desenvolvimento saudável do cérebro, assim como oportunidades para aprender; que vivenciem o prazer de dominar novas habilidades, e que recebam, do ambiente, limites e estrutura indispensáveis para desenvolver o autocontrole.

Está claro que muitas crianças, nas sociedades modernas, enfrentam riscos, os quais demandam diversas intervenções de proteção e esforços abrangentes para prevenir ou diminuir os riscos para as crianças e suas famílias.

Ensinando a resiliência infantil

1.      Escola e família devem trabalhar juntas

a) No processo de desenvolvimento da resiliência infantil, é fundamental que a família e a escola caminhem juntas, proporcionando um ambiente seguro para a criança.

b) Aposte em brincadeiras e leituras para despertar o senso de pertencimento, além disso, separe momentos específicos para, de fato, ouvir o que a criança tem a dizer.

c) Nesse processo, a rotina é indispensável. Somente assim, a criança sentirá que tem controle, uma vez que consegue entender e prever o que acontecerá, ao longo do dia. Dessa forma, conseguem elaborar e planejar suas próprias ações.

2.      Elogie esforços e construa a autoestima

a)      Construa um espaço em que a criança se sinta valorizada e reconhecida pelo seu esforço e dedicação.

b)      Contudo, evite palavras como “perfeito” e “lindo”. Prefira chamar a atenção para a criatividade, bom desempenho e esforço para concluir a tarefa.

c)      Por fim, reforce a ideia de que a falha é parte do aprendizado e deve ser encarada como a chance de fazer de novo e melhor.

3.      Aposte nos exemplos

a)        Apresente histórias de personagens reais ou fictícios que superaram dificuldades em seu caminho.

b)        Em sala de aula, é importante trabalhar, levando-as a refletir sobre as dificuldades superadas, a aprendizagem, etc.

c)        Incentive as crianças a compartilharem suas próprias histórias e tomarem ciência da sua capacidade de transpor barreiras na vida real.

4.      Ensine a empatia

a)      Os pais podem ajudar seus filhos, ensinando-os a importância de auxiliar o outro. Assim, a criança conseguirá superar a falsa sensação de que não podem fazer nada e que o problema do outro não lhe diz respeito, sentindo-se importante e valorizada na vida do outro.

b)      Trabalhos voluntários (condizentes com a idade da criança) e criação de campanhas beneficentes em sala de aula são excelentes maneiras de trabalhar a empatia em termos práticos.

5.      Estimule a positividade

a)      Estimular uma postura positiva, diante dos problemas, é uma maneira de ajudar a criança a enfrentar as adversidades com otimismo e longe do sentimento de pânico que paralisa.

b)      Mostre que dificuldades sempre virão, mas que depois delas, a vida continua. Use contos que exemplifiquem essa dinâmica e que transmitam exemplos de positividade diante dos percalços, pois os momentos de ansiedade e sofrimento das crianças podem se apresentar em diversos contextos.

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Aprendizagem criativa BNCC

Aprendizagem Criativa/BNCC

Como ajudar as crianças, adolescentes e jovens de hoje a
crescerem como pensadores criativos?
Mitchel Resnick (diretor do grupo de pesquisa Lifelong
Kindergarten do MIT Media Lab) tem desenvolvido novas
tecnologias, atividades e estratégias para vencer esse
desafio e envolver os alunos em experiências de
Aprendizagem Criativa.

O que significam os termos citados acima?

  • Lifelong Kindergarten – Jardim da Infância por toda a
    vida
  • MIT – Massachussets Institute of Technology
    A Aprendizagem Criativa é baseada em quatro elementos
    fundamentais, chamados de “ Os Quatro Ps da
    Aprendizagem Criativa”, que podem e devem ser
    aplicados a todas as atividades de sala de aula, bem como
    a todas as áreas do currículo.
  • São eles: Projetos, Parcerias, Paixão e Pensar
    Brincando.
  • 1) Projetos – Alunos aprendem melhor quando
    trabalham ativamente em projetos significativos e
    que podem ser compartilhados.

2) Parcerias – O aprendizado prospera quando é feito
como uma atividade social, com pessoas
compartilhando ideias, ajudando no trabalho uma
das outras e colaborando em projetos.

3) Paixão – quando trabalham em projetos pelos quais
têm interesse, trabalham por mais tempo, se
esforçam mais, persistem diante dos desafios e
aprendem mais nesse processo.

4) Pensar Brincando – aprender envolve experiências
divertidas, testar coisas novas, manipular
diferentes materiais, testar limites, assumir riscos
e repetir algo várias vezes.

Objetivo da Abordagem da Aprendizagem Criativa

O mundo está mudando rapidamente, as crianças de
hoje enfrentam um fluxo gigantesco de situações
desconhecidas, imprevisíveis e incertas e para
prosperar nesse mundo, as crianças devem aprendera pensar e agir criativamente.

Para isso, as crianças precisam de oportunidades
para criar e colaborar.

Texto adaptado (Jurema Esteban)

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PROJETOS DIDÁTICOS 2021

PROJETOS DIDÁTICOS – 2021

           Trabalhar por projetos é levar em consideração o que as crianças questionam diariamente, o que pensam e de que modo constroem seus processos de aprendizagem.

           É uma forma dinâmica de organizar o trabalho, com objetivos e metas claras de construção do conhecimento e de desenvolvimento integral da criança, proporcionando situações significativas de exploração e criação.

BERÇÁRIO

           O berçário tem como foco principal o bem-estar dos bebês, oferecendo um ambiente seguro e acolhedor para que eles construam sua independência e autonomia. Os ambientes e materiais são pensados e organizados para que estimulem diferentes sensações, contribuindo com o desenvolvimento emocional, social, cognitivo e psicomotor de cada um, em suas diferentes habilidades, estabelecendo uma relação de confiança com o mundo.

INFANTIL 2

Tem pelo, pele ou penas?

            Por que alguns animais são mais peludos que outros? Por que eles têm patas e não mãos e pés? Por que alguns são tão grandes e outros são pequenos? Quem convive com crianças sabe o quanto elas são fascinadas pelos tantos e diferentes animais que existem.

           Em 2021, as crianças do Infantil 2 irão pesquisar as características de alguns animais, desenvolvendo sua linguagem, ampliando seu vocabulário, e memória, além de aprimorar suas habilidades de observação, atenção e imaginação.

INFANTIL 3

“Salamê Minguê”

           O projeto didático “Salamê Minguê“ irá trabalhar com o gênero textual: Parlendas.

           A Parlenda é um texto convidativo, que encanta a criança, pois possibilita a aprendizagem da língua de forma lúdica, associada a jogos, brincadeiras e expressão corporal. Esse gênero textual tem, como principais características, as rimas e a facilidade para serem memorizados, fazendo parte da tradição oral da cultura brasileira.

INFANTIL 4

“Jogo com a bola, com a mão ou com o pé?”

           O projeto didático do Infantil 4 tem como objetivo a ampliação do repertório de brincadeiras do grupo e a possibilidade de criar diferentes situações de aprendizagem, nas quais as crianças possam se divertir, brincar, falar, representar e reapresentar as diferentes brincadeiras.

           Além disso, entrarão em contato com a escrita, em uma situação real de uso, ao elaborarem as listas com as regras de cada jogo.

INFANTIL 5

Cordel rima com anel?

           Marcado pelas rimas, o cordel é um jeito de contar histórias de uma forma única no papel e também na voz. Ler, ouvir, escrever e declamar cordéis, com as crianças, é uma maneira de trabalhar o desenvolvimento da linguagem, focando nas relações entre escrita e oralidade.

           Por meio do reconhecimento das rimas e sua relação com a escrita, a alfabetização acontece de forma lúdica e significativa.

Inglês

           A infância é considerada por especialistas a melhor fase para iniciar o aprendizado de um novo idioma.

            É nessa fase em que o cérebro está mais apto a internalizar o conhecimento e transportar as informações adquiridas para a memória de longo prazo. 

            Aqui, oferecemos o contato com o inglês, de forma lúdica e divertida, exercitando o cérebro das crianças, desde o berçário, auxiliando-as a associar o aprendizado de idiomas a situações significativas e confortáveis.

Música

A musicalização auxilia as crianças na construção de seu conhecimento, pois favorece o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, senso rítmico, da imaginação, memória, concentração, atenção, do respeito ao próximo, da socialização e afetividade.

A música amplia o vocabulário, exercendo um papel essencial nas habilidades sócioafetivas e sensibilidade de todos, adultos e crianças.

Educação Física/ Movimento

           Trabalhar o movimento, durante a primeira infância é fundamental para o pleno desenvolvimento da criança. Desde seu nascimento, ela já usa o próprio corpo para interagir com o ambiente e com as pessoas.

           Na medida em que cresce, novas habilidades devem ser trabalhadas para que ela seja autônoma e competente nas mais variadas tarefas de sua vida. Por meio de atividades específicas e, fundamentalmente, lúdicas, trabalhamos o movimento como parte integrada e integradora do desenvolvimento infantil.

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Alguns cuidados necessários para o retorno das aulas da educação infantil durante a pandemia do Covid

Depois de meses de isolamento social, os alunos da educação infantil voltam à sala de aula.  

Observamos crianças felizes por reencontrarem os colegas e seus professores, porém a preocupação e os cuidados ainda continuam. Afinal, a pandemia da Covid-19 ainda está acontecendo.

Considerando que o retorno à sala de aula será feito durante uma pandemia, é claro que é necessário reforçar medidas que protejam a saúde dos alunos e profissionais. E assim faremos!

A maior parte das escolas não vai poder voltar para as salas de aula como costumava. Isso porque o tamanho das salas de aula, comparado ao número de alunos, impede o distanciamento social. Por isso, um retorno gradativo.
Sabemos que, ainda neste momento, é essencial utilizar máscaras e álcool gel para higienização das mãos. 

Redobraremos os esforços para manter a escola limpa, estimulando inclusive os alunos a higienizarem com álcool suas mesas e cadeiras.

Nem sempre o planejamento feito em janeiro poderá continuar até dezembro, especialmente em uma época como essa. Será necessário rever o calendário escolar e mudar o que for preciso para se adaptar à nova realidade. O ritmo das aulas, assim como o ritmo dos alunos, será diferente.

A maioria das escolas ainda usará as aulas online por algum tempo.

É preciso pensar além de uma retomada de atividades. As aulas serão diferentes, e os alunos também estarão diferentes depois desse período de isolamento. 

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Ensino híbrido, pós pandemia.

Refletindo sobre a tecnologia, que ganhou centralidade na comunicação, durante a pandemia, e se tornou ferramenta para a aprendizagem, acreditamos que a escola incorporará parte do que aprendeu nesse período. A tendência é termos uma escola com ensino híbrido.

Para este ano, a escola particular está focada em terminar o ano, e dar as condições necessárias para os seus estudantes seguirem em frente. Para o próximo ano, é cedo para definir, mas teremos outra escola, outro serviço, outro novo normal. Será outro grande desafio.

Como será a educação pós-pandemia? Em uma tentativa de estabelecer um panorama com diversas opiniões, acompanhem falas de especialistas para conhecer diversas perspectivas e expectativas para o campo educacional pós-pandemia.

“Acredito que teremos um modelo misto de educação. Isso não significa que todo mundo migrará para o EAD. Tudo o que estamos passando é um grande experimento de um EAD forçado em todos os níveis da educação. Com essa fase de experimentação, é possível termos uma ideia de como seria o mundo 100% on-line, mas também estamos descobrindo os percalços, a parte ruim da falta de convívio.  Genuinamente, o futuro da educação será um híbrido do que era o mundo pré-pandemia com o período pandêmico”.

“A crise atual pode ajudar na evolução dos modelos de aprendizado para que deixem de ser limitados no espaço e no tempo. No futuro, você poderá aprender onde e quando quiser, pois, o acesso à conectividade e à educação serão direitos universais e o papel do professor será amplamente habilitado pelo uso de novas tecnologias. A educação terá um modelo híbrido com o melhor dos dois mundos: a experiência vivencial da escola e a riqueza de recursos on-line. A escola terá seu papel consolidado como um ambiente de aprendizado, socialização e comunicação em que o aluno vai encontrar colegas e professores que se importam com sua educação integral como parte da família estendida”.

“O ensino a distância chegou de forma definitiva para a Educação Básica e agora todas as escolas necessitam ter ao menos uma solução que funcione remotamente. O futuro está em soluções híbridas, que valorizam o professor, a troca com o aluno e também garantem a qualidade no conteúdo aplicado.

“A educação do futuro deve ser essencialmente uma educação digital e ambiental. As futuras gerações necessitarão de um conhecimento profundo dos recursos ambientais e de como geri-los. Além do conhecimento sobre todo o universo e a cultura digital na qual estão inseridas. Criar um diálogo entre esses dois saberes – o digital e o ambiental – parece ser o grande desafio da educação do futuro pós-pandemia. A Covid-19 não é só um problema de saúde. É também um problema ambiental. A medida que novos vírus começam a surgir no ecossistema e os modelos de sociedade superpopulosos, com grandes aglomerações se tornam epicentro dos surtos de transmissão, uma nova organização da sociedade, do espaço urbano e uma nova educação de cidadãos se fazem necessários. ”

“Vejo no cenário pós-pandemia uma oportunidade sem precedentes para as instituições de ensino. O momento de se abrir para o novo. A pergunta que as escolas devem se fazer é: Como incorporar o que foi aprendido durante a pandemia para redesenhar sua estratégia futura? Como vamos mudar nossa forma ensinar e aprender? A pandemia da Covid-19 foi a catapulta das tendências que vinham aparecendo, provocando uma grande aceleração. Cabe às escolas discutir com agilidade, mas sem perder a profundidade, essas tendências e reescrever suas estratégias para um futuro que chega mais cedo. No currículo, devemos formar indivíduos capazes de solucionar problemas complexos, pensar de forma criativa e ter flexibilidade cognitiva, focando em competências socioemocionais.”

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Impactos da pandemia na Educação…blended learning!

A análise do Fórum Econômico Mundial sobre os possíveis impactos da pandemia na educação, revela uma mudança imediata: milhões de pessoas no planeta estão sendo educadas graças à brecha digital que trouxe novas abordagens pedagógicas via uso de tecnologias. Implementada como alternativa às salas de aula fechadas, essa via tecnológica conferiu inovação educacional a um setor que sempre resistiu aos ventos da mudança; sempre investiu em um modelo de aulas expositivas.

 Para conceituar melhor, essa modalidade integra as melhores práticas educacionais off-line e on-line; em inglês, inclusive, é reconhecido pelo termo “blended learning” – em livre tradução, misturar o processo de aprender. Nessa metodologia, há momentos em que o aluno estuda sozinho, aproveitando ferramentas on-line; em outros, a aprendizagem acontece de forma presencial, valorizando a interação entre alunos e o professor.

Os alunos deste século, os nativos digitais, estão imersos no mundo virtual – embora nem sempre com as competências e conhecimentos necessários para identificar seus riscos e suas oportunidades. É neste espaço digital que está a própria linguagem, a forma de expressão, as interações e, principalmente, as próprias fontes de informação. Neste sentido, o Ensino Híbrido traz para a sala de aula a realidade desta nova geração.

Neste momento que vivemos – no qual o presencial foi substituído pelo virtual –, ferramentas on-line como Hangouts Meet e Zoom têm servido a um momento síncrono e propiciado a facilidade na integração e troca maior entre alunos e professores; uma forma de vencer limitações impostas pelo contexto. Vimos escolas se adaptando, numa corrida desenfreada, para minimizar o impacto do distanciamento social no processo de aprendizagem e no ano letivo dos estudantes. Esse fato deixou evidente que estabelecimentos de ensino conectados com soluções tecnológicas têm mais capacidade de adaptação e também de adotar a mesma linguagem dos estudantes.

A tecnologia, que assumiu esse papel importante mesmo em escolas mais tradicionais, provavelmente manterá essa relevância na educação dentro da sala de aula.

Portanto, nesse exercício de enxergar o impacto da pandemia na educação no Brasil, acreditamos  que haverá a diminuição das aulas mais tradicionais e expositivas – elas devem ser substituídas por aquelas que trazem o estudante para o centro do processo de ensino; que são mais ativas; que falam a linguagem do estudante.

O aprendizado propiciado pelo Ensino Híbrido é mais personalizado, mais dinâmico. E, o mais importante, confere a pais e professores a possibilidade de acompanhar o processo de aprendizado e engajamento do aluno.

A partir dessas evidências, os educadores conseguem fazer intervenções mais rápidas. Interessante notar que o contexto das aulas online – que levou a sala de aula para dentro de casa, forçaram as famílias a acompanharem mais de perto o processo de educação das crianças e adolescentes.

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Desafios para as escolas na pandemia e pós pandemia

A pandemia tem trazido inúmeros desafios para a Educação, junto a eles a necessidade de adaptações, reflexões, ressignificações, mas, ao mesmo tempo, tem permitido oportunidades de aprendizagens em diferentes sentidos.

Não há dúvidas de que a educação terá muito a ganhar quando tudo isso acabar, pois de um modo rápido, criativo e competente conseguiu, reinventar seu trabalho presencial, tão repleto de interações sociais, de relações próximas, ‘do olho no olho’, transformando-o em algo virtual, mediado por computadores, tablets e celulares.

Dentre os principais legados que serão deixados após este período e, certamente, trarão impactos importantes destacamos: a imersão na cultura digital, o uso de novas tecnologias, somadas à possibilidade dos professores ampliarem suas estratégias de ensino, criando aulas interessantes e atrativas, bem como o planejamento de novas e diferentes possibilidades de interação, capazes de garantir o seu protagonismo e de seus alunos, adicionadas à construção de uma relação ainda mais próxima entre educadores e famílias.

Junto a eles, virão novos desafios, especialmente quando pensamos em como nos reconectaremos com as pessoas depois de tanto tempo de isolamento, como organizaremos nossos espaços físicos no retorno às aulas, como cuidaremos das questões emocionais e dos sentimentos que uma situação tão preocupante como esta traz. Acreditamos que as mudanças serão para melhor e todo este período, por mais intenso e doloroso, colocará a escola em outra condição em seus processos de ensino, de aprendizagem e, principalmente, no modo como as relações e interações acontecerão daqui pra frente.

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Como ficará a escola pós pandemia?

O primeiro semestre de 2020 foi palco de rupturas abruptas sem precedentes em todas as camadas sociais. A pandemia do novo coronavírus instaurou, rapidamente, mudanças que atravessaram a vida de todos pelo mundo, afetando – diretamente – todos os espaços de sociabilidade. Diante de tantas alterações e reestruturações, questionamentos e incertezas emergem novos olhares sobre fluxos, vivências e experiências cotidianas.

Neste momento de tantas incertezas, projetar como será a educação daqui para frente é algo complexo e, talvez, a única certeza que tenhamos é que, definitivamente, a educação não será mais a mesma após este período

Dessa forma, gestores, especialistas e empresários do setor articulam possíveis caminhos para um contexto pós-pandemia, repensando a utilização de tecnologias, metodologias pedagógicas e  relações socioemocionais,

 O momento é do ‘Re’: reinventar, repensar, refazer, ressignificar, reconstruir, remodelar. Professores e alunos valorizarão de maneira mais intensa uns aos outros, a parceria entre família e escola será mais efetiva e a delimitação dos conteúdos, de fato, essenciais será revista.

Texto adaptado por Jurema Esteban

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Quem poderia imaginar que estaríamos há tanto tempo, tão distantes!

Tempos muito difíceis para todos nós. A crise chegou: na saúde, na economia e agora, de forma avassaladora na Educação.

A pandemia nos traz muitas reflexões e assim, a educação tem transformado desafios em oportunidades e possibilidades. Educar é uma missão de vida e a tecnologia, ainda que para os pequenos, tem sido uma grande aliada, nessa jornada.

Nunca a Educação foi tão desafiada e nunca, tão necessária.

Entretanto, a Educação Infantil entrou em colapso.

Tudo isso tem nos conectado com o sonho de dias melhores, pois as escolas se abriram para o mundo.

Esse ineditismo que estamos vivendo, tem dado aos educadores a chance de serem capazes de aprender e se reinventar, servindo de modelo à toda uma geração.

O senso de coletividade tem prevalecido ao senso de individualidade.

Mas, há uma atmosfera de medo, entre todos. Medo do futuro, medo do desconhecido.

Sabemos que, com resiliência, empatia e muita garra, sairemos mais fortes dessa crise.

Nós, educadores, jamais perderemos o charmoso costume de sorrir para vida, pois somos apaixonados por educação, ainda que na era digital.

Ousamos dizer: 2020 não está perdido!

  • Pais, entre tantos papéis, viraram assistentes de aulas
  • Professores viraram youtubers
  • Alunos, os grandes protagonistas

Certamente sairemos todos diferentes, muito mais experientes dessa pandemia.

Quando voltaremos? Ainda não sabemos!

Participamos, semana passada, intensivamente do Congresso Educa Week 2020, quando profissionais ligados à Educação e Saúde, do Brasil, da Finlândia, entre outros países, discutiram a respeito dos alunos e escolas, antes e depois do COVID19.

Dr. Davi Uip, médico infectologista, entre renomados profissionais, em sua fala, mostrou-se favorável ao retorno dos alunos às aulas presenciais.

Dr. Anthony Wong, pediatra, recentemente apresentou uma nota oficial da Academia Americana de Pediatria, também com estudos sobre a importância urgente do retorno às aulas presenciais, especialmente para os menores.

Entretanto, não há certezas, nem datas previstas. Caminhamos aguardando, com grande expectativa de que o retorno seja breve.

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Podemos sim! Todos juntos!

Em tempos de confinamento, o primeiro ponto que merece ser destacado é a mudança abrupta e repentina em nossas vidas, seguida de excesso de informação sobre o desconhecido que parava o mundo.

Na medida em que os muros se erguiam nas diferentes cidades, a quarentena se configurava e nossas preocupações se multiplicavam. Nos distanciamos dos amigos, dos parentes e até dos vizinhos. Ficamos encarcerados em nós mesmos. Felizmente, a tecnologia ainda que virtualmente encurtou as distâncias.

Nesse novo cenário, enfrentamos o desafio da convivência com aqueles que estão confinados juntos de nós. Tivemos que criar uma nova rotina e fazê-la funcionar. Agora, é momento de estarmos com o outro. Tempo de ensaiar como transitar nas relações e como trilhar novos caminhos. Tudo isso vai passar e nós vamos retornar a nossa antiga rotina mais experientes, mais resilientes e sedentos de viver um novo tempo.

Nós, aqui do Evolve, desejamos lembrar do nosso projeto institucional desse ano: Podemos sim! Todos juntos! E agora, mais do que nunca, construir um novo tempo.

Espero vocês o mais breve possível, até logo!

Rosângela Hasegawa.

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